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A poesia como ferramenta de consciência crítica, arte, entretenimento e reflexão. Esses são alguns dos propósitos do projeto “Revolução Poética – Festival de Ideias” da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, que aconteceu de 25 a 27 de abril, das 19h às 23h, com a participação de diversos artistas e intelectuais ligados à poesia e às manifestações relacionadas ao fazer poético. Na programação tivemos: Coletiva de Rua Sarau DisseMinas, Ni Brisant, Leser MC, Leo Otero, Alma - Academia Livre de Artes e Música, Tânia Alonso, Thais Foresto, De Lucca Circus, Alfredo Pena-Vega, Maria Adélia de Souza, Philip Fearnside, Zuenir Ventura, Alexandre Ribeiro e Manuela Salau Brasil. A transmissão aconteceu na plataforma digital da instituição: www.fundacaodolivroeleiturarp.com e nos seus canais nas redes sociais.

 

Para abrilhantar o evento Revolução Poética e o tornar possível, o Instituto SEB | A Fábrica, parceiro da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, disponibilizou as instalações da Unidade para realização do evento de forma segura. Espaços amplos, arejados e equipados que tornaram esse sonho e projeto uma realidade. Revolucionamos juntos, através da poesia!

O projeto teve em sua base as ideias e reflexões do antropólogo, filósofo e sociólogo francês Edgar Morin e do geógrafo Milton Santos, ambos homenageados da 20ª edição da FIL – Feira Internacional do Livro, promovida pela Fundação do Livro e Leitura. Segundo Edgar Morin, em sua obra “A Via”, a vida estaria dividida entre o estado prosaico, em que se encaixariam o trabalho, a rotina e as atividades frias e mecânicas; e o estado poético, de grande carga emocional, em que as artes são o cerne e o fim. Já Milton Santos questiona como a sociedade pode avançar de forma mais inclusiva e democrática.

Adriana Silva, curadora da 20ª Feira Internacional do Livro (FIL), vice-presidente da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto e idealizadora do projeto, comenta que o festival coloca em evidência o poder da poesia que, segundo ela, nada mais é do que o poder da palavra crítica. “A poesia deixou de ser uma linguagem só melodiosa ou romântica. A poesia tem o poder de incitar a reflexão, de fazer com que as pessoas pensem sobre temas. É o verdadeiro poder da palavra, no caso, a palavra bonita”, explica.

O projeto Revolção Poética - Festival de Ideias, só conseguiu ser viabilizado através do edital ProAC Lab Expresso, recurso disponibilizado pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo ao setor de economia criativa, em virtude da pandemia do Coronavírus.O Edital é uma das frentes da Lei Aldir Blanc criada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, para atender o segmento cultural após a crise instalada com a pandemia.

A organização do evento se preocupou não só com a segurança do seu público leitor, mas também com os convidados presenciais e sua equipe. Um rígido protocolo de saúde foi estabelecido para garantir o bem-estar de todos os envolvidos.

 

Todos os membros da equipe realizaram a testagem e só quem testou negativo foi admitido na produção. Além disso, máscaras PFF 2 foram disponibilizadas a todos os participantes. Sinalizações e recomendações sanitárias foram instaladas e todos os cuidados foram seguidos.

 

A ação literária também se preocupou em ser acessível. Durante toda a transmissão da programação houve tradução em Libras com profissionais especializados.

Quando uma ideia revoluciona,

por si só, poetisa.

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3 MIL ESPECTADORES

REDOR DO MUNDO REVOLUCIONARAM
SUAS IDEIAS COM A GENTE

Perdeu o festival? Assista abaixo:

1º Dia

"As novas e as Velhas Utopias"

com Leo Otero, Philip Fearnside, Academia Livre de Música e Artes - Alma e Zuenir Ventura.

2º Dia

"A utopia realizada" e "A maior das utopias"

com Tânia Alonso, Thaís Foresto, Alexandre Ribeiro, De Lucca Circus e Manuela Salau Brasil.

3º Dia

"Necessidades poéticas do ser humano - Utopia?"

"Por uma outra globalização - Entre Utopias e Distopias"

com Ni Brisant, Coletiva de Rua Sarau Disseminas, Alfredo
Pena-Vega, Leser MC e Maria Adélia de Souza

Confira algumas fotos de como foi.

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