Clube do Livro debate HQ autobiográfica de Marjane Satrapi
- 6 de abr.
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Encerrando a programação cultural de março, o Clube do Livro reuniu leitores, no dia 28 de março, em mais um encontro marcado pela troca de experiências e pelo diálogo entre diferentes gerações. A atividade, alinhada ao tema da 25ª FIL – Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto, “X, Y, Z, Alpha, Beta – Gerações Literárias”, trouxe como obra central Persépolis, da autora Marjane Satrapi.
Neste mês, mediado pela bibliotecária Ana Rocha, o encontro se destacou pela proposta de ampliar o repertório dos participantes ao explorar uma narrativa em quadrinhos. Durante a discussão, Ana ressaltou a importância de diversificar os formatos trabalhados no clube. “O maior fator que me fez escolher Persépolis foi fugir um pouco da literatura clássica e trazer uma obra em um formato diferente”, afirmou.
Ao longo da atividade, os participantes compartilharam impressões sobre a trajetória autobiográfica da autora, que mescla memórias pessoais e contexto histórico de forma acessível e sensível. “Os leitores mais velhos puderam se identificar com os acontecimentos históricos retratados, enquanto os mais jovens encontraram conexão na jornada de formação da protagonista, marcada por dilemas como pertencimento e descoberta do mundo”, observou Ana Rocha.






Discussões como essa mostram como diferentes formas de mídia podem criar conexões e reflexões profundas. É interessante como experiências aparentemente simples, até mesmo como os IO games, conseguem envolver as pessoas de maneira tão interativa e marcante.
Que escolha excelente para o Clube do Livro. Persépolis é uma obra poderosa justamente por unir memória pessoal e contexto histórico em um formato acessível como a HQ. Achei muito interessante a proposta de ampliar o repertório e sair da literatura clássica, isso realmente enriquece o debate. Também é bonito ver como a leitura conseguiu conectar diferentes gerações por meio de experiências e identificações distintas. Li recentemente algo em https://direwolfseo.co.uk/ sobre como narrativas gráficas ampliam o alcance da literatura, e esse encontro parece ter sido um ótimo exemplo disso na prática.
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Já num fórum internacional, encontrei uma espécie de análise coletiva bastante tranquila sobre diferentes opções disponíveis em Portugal. O interessante foi que ninguém tentava “convencer”, apenas partilhavam experiências sobre desempenho e navegação. Entre vários nomes, apareceu https://spinbetterportugal.pt/ como um exemplo de plataforma consistente, mas mencionado quase de passagem. No fim, fiquei com a sensação de ter lido opiniões genuínas, daquele tipo que realmente ajuda a decidir sem pressão.
Ana ressaltou a importância de diversificar os formatos trabalhados no clube. cookie clicker “O maior fator que me fez escolher Persépolis foi fugir um pouco da literatura clássica e trazer uma obra em um formato diferente”, afirmou.