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  • Sarau dos Médicos encerra programação anual do grupo em evento na Fundação do Livro e Leitura

    A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto abriu sua programação cultural gratuita de novembro com o Sarau dos Médicos, realizado no dia 6. Organizado pelo Grupo de Médicos Escritores e Amigos Dr. Carlos Roberto Caliento, o encontro, que acontece mensalmente na sede da instituição, marcou o encerramento das atividades do grupo em 2024.  O encontro reforça o compromisso da Fundação com a promoção de iniciativas culturais que integram diferentes áreas do conhecimento e da arte.

  • Mistério no Cine Fórum

    A sede da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto recebeu mais uma edição do tradicional encontro do Cine Fórum. Organizado pelos Gêmeos do Cinema, André e Marcos de Castro, desta vez, o encontro exibiu o filme australiano “Piquenique na Montanha Misteriosa”, de 1975, dirigido por Peter Weir. A história se passa em 1900, na Austrália, quando um grupo de alunas de um colégio vitoriano é levado a fazer uma excursão, no dia de São Valentim, a um local chamado Hanging Rock (Monte Diogenes), em Victoria. Após o piquenique, o grupo, acompanhado da professora, decide fazer uma exploração nas áreas mais profundas da montanha. Ao final, só uma das garotas será encontrada, mas que não se lembra de nada - as outras nunca mais foram vistas. Marcos de Castro questionou se, na época em que foi produzido, os criadores sabiam que o filme se tornaria um clássico. Ele observa que a obra também se tornou cult com o passar dos anos. “Um dos destaques do bate-papo foi sobre a abordagem de um filme tão simples, conseguiu se transformar em um objeto de estudo para as técnicas de cinema e para as temáticas de sociologia, filosofia e psicologia”, comentou Marcos, destacando que o mistério que envolve o final do filme é mencionando no último capítulo do livro “Piquenique em Hanging Rock” (1967), da autora australiana Joan Lindsay. “A obra foi retirada de circulação, na época, para manter o suspense do filme. Ele não é um filme normal, foi feito para ser um filme de arte e para deixar o público interpretá-lo. Cada um entende os símbolos à sua maneira”, concluiu.

  • Fundação do Livro e Leitura lança o “Cronicando”

    Ainda no mês de outubro ainda foi apresentado o projeto Cronicando, realizado em parceria com a Diretoria de Ensino da Região de Ribeirão Preto e a Fundação do Livro e Leitura. O evento, conduzido pela jornalista e escritora Daniela Penha, foi exclusivo para estudantes e professores da Diretoria e aconteceu no dia 24 de outubro na sede da Diretoria de Ensino.

  • Sarau Odilon teve a participação de Eduardo Adriano

    A edição do mês de outubro do Sarau Odilon recebeu o ator e produtor cultural, Eduardo Adriano, no Centro Cultural Quintino Facci II. O convidado, que é poeta e slammer , também atua em causas de democratização cultural nas periferias de Ribeirão Preto. Atualmente, ele integra o grupo de teatro do Núcleo Aberto de Teatro Experimental Nascimento (NATEN). No encontro, Eduardo Adriano apresentou o monólogo “Ancestralidade que em mim habita” e trouxe reflexões sobre as ancestralidades da comunidade negra por meio de imagens cênicas sinestésicas e sonoridades percussivas. O Sarau Odilon tem como objetivo promover rodas de poesia e conversa, além de apresentações artísticas e exposições, como um tributo a Odilon Ramos de Oliveira, que viveu em Ribeirão Preto pouco após o fim da escravidão no Brasil.

  • Ônibus Livro Vivo teve estreia em grande estilo no RibeirãoShopping

    Lançado durante a 23ª Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto, o Ônibus Livro Vivo fez sua primeira aparição no RibeirãoShopping, no Dia das Crianças (12 de outubro). O veículo, aberto para visitação, contou com uma programação especial que teve receptivo literário, mediação de leitura e exposição. A programação, aberta e gratuita ao público, teve como objetivo apresentar o ônibus à população de Ribeirão Preto e região. A intenção do Ônibus Livro Vivo, um veículo itinerante, é espalhar a literatura pelas cidades do interior paulista que receberão diversas formas de expressão cultural nos próximos meses, como contação de histórias, sarau, leitura, espetáculos circenses e até exibição de filmes. O veículo funciona também como uma biblioteca móvel, com um acervo diversificado e um palco para as atividades cênico-literárias. Para tornar o projeto realidade, o ônibus foi doado pela Sambaíba Empresa de Transporte Urbano, primeira parceira do projeto, e passou por um processo de desenvolvimento e revitalização – assinado pelo Studio Mowi, responsável pelo projeto arquitetônico. O Ônibus Livro Vivo foi viabilizado graças ao apoio de diversas empresas, como RibeirãoShopping, Gerdau, GS Inima Brasil, Grupo Tracan, Usina Alta Mogiana, Rápido D’Oeste e Estradeiro. A parceria com o RibeirãoShopping garantiu o lançamento do projeto e a circulação do ônibus pela região nos próximos meses, promovendo importantes serviços culturais à sociedade. Confira algumas imagens do lançamento:

  • “Educando para o Futuro”

    Outro fruto da parceria entre a Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto e a Usina Alta Mogiana, foi o festival “Educando para o Futuro”. A primeira escola que recebeu o projeto foi a Profª Adelaide Garnica com a contação de histórias “Fantasias e Magia”, conduzida pelo G.U.T.E. (Grupo Urutau de Teatro Experimental). No mesmo dia, a escola recebeu o espetáculo “Clownflitos Amorosos”, com a Cia Raros Circo e Teatro. No dia 11 de outubro foi a vez da Escola Municipal Profº Creso Antonio Filetti, com a contação de histórias do grupo G.U.T.E., seguida pelo espetáculo “Hoje é dia de Circo”, da Cia Staca. O encerramento do festival aconteceu no dia 18, na Escola Estadual Sylvio Torquato Junqueira, em São Joaquim da Barra, com a contação de histórias “Fantasia e Magia”, seguida pelos malabarismos da Cia Raros Circo e Teatro. Cerca de 900 crianças, com idades entre 7 e 11 anos, participaram do festival, Para Raquel C. Pires Gonzaga, analista de comunicação da Usina Alta Mogiana, a parceria entre o setor privado e instituições, como a realizada com Fundação do Livro e Leitura, é essencial para expandir o acesso a atividades culturais e educativas na vida das crianças. “Essa colaboração nos permite impactar positivamente a formação dessas crianças, proporcionando acesso a atrações culturais e artistas, enriquecendo o cotidiano escolar com experiências que muitas delas não teriam oportunidade de vivenciar. Queremos que elas percebam que a educação pode ser o caminho para um futuro promissor, além de proporcionar momentos de diversão e cultura”, finalizou.

  • Sarau Rimatkus abre a programação especial infantil do mês de outubro

    A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, em parceria com a Usina Alta Mogiana, promoveu uma série de atividades destinadas ao público infantojuvenil no mês de outubro. A primeira delas foi o sarau “Rimatkus”, conduzido pela slammer e poeta Famila Andrade e o arte-educador Alex Gaita. A ação foi destinada exclusivamente aos alunos da Escola Estadual Profª Genoveva Pinheiro Vieira de Vitta, em São Joaquim da Barra. Kamila Andrade retornou no dia 25 de outubro com o sarau, desta vez, acompanhada do ator, poeta e slammer , Psiu. A atividade também foi exclusiva para os estudantes da ETEC Profº José Ignácio A. Filho, em Ituverava.

  • “O Cachorro” é o filme de setembro do Cine Fórum

    Na segunda sessão de setembro, que aconteceu nesse sábado (28/9), o Cine Fórum exibiu e debateu o filme argentino, “O Cachorro”, de 2004. Comandado pelos Gêmeos do Cinema, André e Marcos de Castro, o encontro aconteceu na sede da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto. A produção independente da Argentina, “O Cachorro” busca trazer o estilo neorrealista ao cinema, utilizando de atores amadores. “Os atores são pessoas de um vilarejo na Patagonia, o que conferiu um toque mais realista aos personagens. Embora isso possa ser arriscado, o diretor Carlos Sorín conseguiu imprimir tanta humanidade que ficou impossível não se emocionar com o filme”, comentou Marcos de Castro. Diferente de outros filmes que retratam a figura do cachorro, como “Marley e Eu” e “Sempre ao Seu Lado”, o filme de Sorín coloca o animal como um amuleto de sorte na vida de Juan Villegas. “O diretor aborda o papel dos cachorros de uma forma diferente, destacando a sorte que eles trazem para a vida das pessoas. Ele mostra que, mesmo em um lugar que enfrenta momentos delicados, isso não é desculpa para deixar de olhar para o próximo com ternura, educação e respeito”, completou André.

  • Cine Fórum exibe “Um lugar para Annie”

    Durante a tarde do dia 07 de setembro (sábado), a sede da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto foi palco para mais uma sessão de cinema e roda de conversa do Cine Fórum, organizado pelos Gêmeos do Cinema - Marcos e André de Castro. O encontro do mês de agosto, exibiu o longa dirigido por John Gray, “Um lugar para Annie”.   Após a sessão de cinema, o grupo conversou sobre os temas principais do filme, entre eles, o fato do longa ter sido feito para a televisão – estreado em 1º de maio de 1994 como parte do programa “Hallmark Hall of Fame”, exibido pela rede ABC.   “O filme para TV buscou atingir o emocional, utilizando planos mais fechados que destacam as expressões das atrizes, que são incríveis e merecem esses closes”, explicou Marcos de Castro. Outro ponto destacado no bate-papo foi a abordagem do filme eu trouxe um tema, considerado tabu na época, a Aids. “É interessante que, em 1994, o público norte-americano já começava a absorver essas questões dentro das famílias, e esse filme foi perfeito para isso. Aqui no Brasil, quando era exibido no SBT, as pessoas se sensibilizavam mais pela história e pela tristeza do que pela mensagem”, complementou André de Castro.   Ainda houve destaque para os filmes da época que eram produzidos, segundo André, para atingir o máximo de público que conseguiam e que se conectavam às TVs em busca de histórias comoventes. “Como o filme traz a história de um bebê com HIV positivo, e estamos falando de 1994, durante o auge da epidemia de Aids, o longa foi produzido para sensibilizar a sociedade sobre esse tema específico”, disse Marcos de Castro, lembrando que o diretor John Gray encontrou uma maneira de colocar a questão sob os holofotes. “Era um período que havia notificações crescentes de casos de bebês nascendo com o vírus HIV”, lembrou.

  • Palestra reúne quase 400 estudantes em São Joaquim da Barra

    No dia 5 de setembro (quinta-feira), 390 estudantes do 6º ano, 9º ano e 1º colegial da Escola Genoveva Vieira de Vitta, em São Joaquim da Barra, participaram da palestra “Transformando realidades: como adolescentes podem enfrentar o bullying e lidar com o racismo”, com a psicóloga Hellen Damas Martins. A atividade foi realizada em parceria com a Usina Alta Mogiana. A psicóloga conversou com os jovens sobre os temas da palestra – bullying e racismo – de maneira prática, sem entrar apenas na teoria. “Trouxe essas questões para a realidade deles e, em seguida, tivemos uma dinâmica: sempre colocando-os em situações que os façam refletir sobre as temáticas”, disse a psicóloga explicando que foram duas palestras diferentes: para os mais novos, do 6º ano, com uma abordagem um pouco mais sutil e para os mais velhos, o foco foi mais no futuro, conscientizando-os sobre a responsabilidade das ações que tomarão quando adultos.

  • Sarau Literário abre programação cultural de setembro

    A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto deu início à sua programação cultural de setembro com o Sarau do Grupo de Médicos, Escritores e Amigos Dr. Carlos Roberto Caliento, que ocorreu no dia 4/9, na sede da entidade. O evento atraiu um público diversificado, incluindo escritores, leitores e artistas de diferentes expressões culturais.   A noite foi marcada por apresentações literárias, reflexões sobre o poder da palavra escrita e momentos de interação artística, destacando-se como um ponto de encontro para os apreciadores da cultura local. “Apesar da diversidade cultural, nosso grupo é o único em Ribeirão Preto que se dedica prioritariamente à literatura. É uma turma que apoia diversas pessoas que antes não escreviam e passaram a escrever, ou que eram leitores ocasionais e agora leem com mais frequência,” explicou Nelson Jacintho, coordenador do grupo, escritor e médico.

  • Cerca de 300 crianças participam de Contação de História em São Joaquim da Barra

    No dia 17 de agosto (sábado), as crianças do clube de serviço Lions Clube Internacional,  de São Joaquim da Barra, participaram da contação de histórias “Túlio e Tilo em uma aventura pelas histórias de Maurício”. A atividade fez parte do evento “Criança Feliz”, realizado pela Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto em parceria com a Usina Alta Mogiana. Cerca de 300 crianças e jovens, de 6 a 15 anos, além de alunos da APAE da cidade, estiverem na ação.   A interpretação da história ficou por conta do Grupo Urutal de Teatro Experimental (G.U.T.E.) que aproveitou a data para celebrar o dia do artista de teatro da melhor forma.   Confira as imagens:

  • 23ª FIL reúne 250 mil visitantes

    Com mais de 400 atividades abertas e gratuitas, a 23ª edição da FIL (Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto) contou com o público da cidade e de diversas regiões do País e a participação de mais de 260 autores, com participações internacionais A 23ª FIL (Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto) terminou neste domingo, 11 de agosto, registrando um público de 250 mil pessoas durante 11 dias de realização. A abertura da feira aconteceu no dia 1º de agosto e a programação diária, de 2 a 11 de agosto, foi oferecida em 19 locais da cidade , como Theatro Pedro II, Teatro Municipal, Centro Cultural Palace, Biblioteca Sinhá Junqueira, Sesc, Esplanada do Theatro Pedro II, Praça XV de Novembro, Edifício Diederichsen, Teatro Bassano Vaccarini e Museu Casa da Memória Italiana. Neste ano, o tema que movimentou os debates nos mais variados formatos foi "Cotidianos poéticos: Do épico de Camões às batalhas de rua". Com essa abordagem, a programação da FIL propôs um   exercício analítico sobre os desdobramentos da literatura e da humanidade nestes 500 anos de história . A agenda propiciou encontros com mais de 260 autores e mais de 400 atividades como salões de ideias, conferências, palestras, bate-papos, mesas-redondas, espetáculos musicais e teatrais, oficinas, contações de histórias, exposições, saraus, performances, entre outras. Durante a 23ª edição da FIL, a Praça XV de Novembro contou com 42 estandes, sendo 21 comerciais e 21 institucionais, o que movimentou a venda de livros no valor estimado em quase R$ 1 milhão, sendo R$ 482 mil oriundos da distribuição de cheque livro aos estudantes, liberados pelo Governo do Estado de São Paulo.   Passaram pela feira, cerca 30 mil alunos e, destes, mais de 16,5 mil foram contemplados pelo benefício em vale livros estimulando a prática da leitura e o gosto pelo livro.    Já o projeto "Combinando Palavras" atraiu cerca de 9 mil crianças e jovens das redes municipal, estadual, particular, e de outras instituições de ensino de Ribeirão Preto e região. “Terminamos essa edição com a certeza de ter apresentado uma feira alegre, plural, participativa e muito comprometida com a qualidade dos debates. Saímos energizados para a próxima”, comenta a curadora da FIL e vice-presidente da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, Adriana Silva.   Economia criativa em alta Anualmente, a FIL é um exemplo de engrenagem que movimenta a cadeia cultural e de economia criativa do país. A programação da Feira reuniu mais de 150 artistas, incluindo músicos, cantores, atores e contadores de histórias. A 23ª edição da Feira também concentrou mais de 300 profissionais entre colaboradores da área técnica e de serviços em funções diversas como apoio (limpeza, bombeiros civis, seguranças e carregadores) e produção extra, além de mais de 100 monitores (contratados e voluntários) que, juntos, garantiram a realização e funcionamento do evento. Segundo a organização, o evento movimentou cerca de R$ 5 milhões na economia local.  Para a presidente da Fundação, Dulce Neves, mais uma vez, a Feira Internacional do Livro compôs uma história que dá visibilidade para Ribeirão Preto no eixo internacional literário. “A FIL é responsável por incentivar a formação de novos leitores, por impulsionar a literatura e a cultura no nosso país e por criar uma imersão reflexiva no universo das palavras sempre embasada por uma temática central”. A FIL – Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto é uma realização do Ministério da Cultura, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura, Economia e Indústrias Criativas, Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, Usina Alta Mogiana, GS Inima Ambient e Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto.   Feira das Parcerias Em duas décadas de atividades, a FIL - Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto se consolidou como um importante ponto de encontro entre leitores, autores e seus livros, a partir da união de diversas entidades em torno da promoção da cultura e da educação. A parceria com o SESC é exemplo consolidado desta atuação. Desde 2015, o Sesc tem contribuído significativamente para a Feira Internacional do Livro. "A parceria do Sesc com a Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, para a realização da Feira Internacional do Livro, reafirma o nosso compromisso com a promoção da cultura, da educação e do bem-estar social", afirma o diretor regional do Sesc São Paulo, Luiz Galina. “Com o passar dos anos, o número de atividades promovidas pelo Sesc dentro da FIL vem apresentando crescimento, oferecendo uma gama ainda mais diversificada de eventos, desde oficinas literárias a debates e shows musicais”, completa Lucas Molina, gerente adjunto da entidade em Ribeirão Preto.   Homenageados Os autores homenageados desta 23ª FIL foram Ferreira Gullar (escritor, in memorian ), Carlos de Assumpção (escritor), Perce Polegatto (autor local), Sueli Carneiro (autora Educação) e Janaína Tokitaka (autora infantojuvenil). O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Jorge Lima, é o patrono do evento. Neste ano, a Feira Internacional do Livro também celebrou os 150 anos da imigração italiana   e os 200 anos da imigração alemã no Brasil.    Pré-Lançamento da 24ª edição Como nos anos anteriores, a diretoria da Fundação do Livro e Leitura anunciou no último dia de feira o tema da 24ª edição da Feira Internacional do Livro, que acontecerá em agosto de 2025: “Futuros possíveis: entre linhas e parágrafos o que vem por aí ”. Segundo a curadora da FIl, Adriana Silva, a Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto deseja promover, ao longo da 24ª edição da  FIL um debate sobre os próximos tempos, seguindo as leituras possíveis apresentadas nos parágrafos escritos e organizados em linha e entre elas. Trata-se de uma temática presente na obra de Domênico De Masi, debatida desde 2015 com a publicação da obra: “ Caminhos da Cultura no Brasil” . “A proposta é reunir autores que reflitam sobre o futuro a partir das muitas referências históricas registradas nos livros”, sinaliza.

  • Prêmio Electro Bonini destaca iniciativas de incentivo à leitura em escolas de todo o país

    Realizado em parceria com a Fundação do Livro e Leitura, projeto recebeu iniciativas de todo o Brasil e fez a entrega dos prêmios durante a 23 ª FIL O XI Concurso Nacional de Projetos Escolares de Incentivo à Leitura - Professor Electro Bonini, premiou, durante a 23ª FIL (Feira Internacional de Ribeirão Preto), no dia 8 de agosto, as melhores iniciativas nacionais voltadas ao estímulo da leitura entre os jovens. O evento contou com a participação de 17 projetos escolares das redes municipal, estadual e particular de diversas regiões do Brasil.   A avaliação do material foi conduzida por um corpo de jurados composto pelas professoras Marília Valencise Magri e Dionéia Motta Monte Serrat e pelo jornalista e escritor Galeno Amorim. A análise foi realizada de forma remota, por meio do Google Forms. Cada jurado atribuiu as notas aos projetos e as avaliações foram somadas para determinar os vencedores de 2024.   O primeiro lugar foi conquistado pela Escola CE SESI Dr. Orlando Ometo, de Ribeirão Preto, com o projeto “Narrativas de afeto: conhecendo o que sinto e o que me faz ser quem sou” , sob a orientação da professora Isabela Araújo dos Santos. Em segundo lugar ficou a Escola CE SESI 298, também de Ribeirão Preto, com o projeto “Leiture-se - ler e gostar” , desenvolvido pelas professoras Elaine Capretz Borges da Silva Dorne, Maria Laura Gosuen Merlino Lourenço, Rosana Aparecida Bernardo Soeira e o professor Saulo Campos Oliveira. O terceiro lugar foi para a Escola Espaço Livre, de Bebedouro, com o projeto “Desvendando as Trilhas da Narrativa” , coordenado pela professora Glauce Morais Salvadori do Carmo.   Durante a cerimônia de premiação, a Comissão Organizadora do concurso, representada pela professora Sonia Maria Camargo dos Santos, enfatizou a importância da parceria entre a Unaerp (Universidade de Ribeirão Preto) e a Fundação Feira do Livro e Leitura de Ribeirão Preto. “Temos uma admiração e gratidão por esse caminhar da Unaerp e da Fundação em conjunto. A cada nova edição, reforçamos a importância da literatura nas escolas e a formação de jovens leitores”, destacou Sonia. Para a professora Elaine Capretz Dorne, do Sesi 298, valorizar o trabalho do professor é essencial. "A educação é a base de tudo. Quando os alunos reconhecem a importância da leitura, isso nos traz uma imensa felicidade e confirma que estamos no caminho certo, construindo uma educação sólida e duradoura. Esse tipo de reconhecimento nos dá ânimo extra para continuar nossa jornada como educadores", enfatizou a segunda colocada.   Já a professora Glauce Salvadori do Carmo, que conquistou o terceiro lugar, explicou como foi trabalhado seu projeto em sala de aula a partir de dois livros: “ Os Meninos da Rua Paulo” , do autor húngaro Ferenc Molnár, e “O Homem que Sabia Javanês” , do brasileiro Lima Barreto. “Neste projeto, trabalhamos o estudo das narrativas em textos, identificando suas características da narrativa dentro dos gêneros crônica e romance, utilizados pelos autores dos livros lidos”, explicou Glauce.   Criadora do projeto que ficou em primeiro lugar, a professora Isabela Araújo dos Santos se emocionou. “É a primeira vez que participo deste prêmio e estar aqui hoje representa muito para mim, para meus alunos e para nossa escola”, disse a professora, destacando a importância do projeto na vida dos estudantes para além da escola. “Falar de si, de sentimentos, dores, afetos, emoções, nem sempre é fácil para os adolescentes e eles começaram a atividade bastante tímidos. Mas depois conseguiram se soltar. Não tenho dúvidas de que levarão para a vida os aprendizados que tiveram nessa experiência”, disse Isabela Santos.   A vice-presidente da Fundação do Livro e Leitura e curadora da FIL, Adriana Silva, destacou a importância de instituições de ensino fomentarem projetos como o Prêmio Electro Bonini. “A essência dessa ação é incentivar as escolas a produzirem iniciativas apoiadas pela literatura”, salientou Adriana, lembrando o centenário da universidade. “A Unaerp está completando 100 anos e sua história está na base e na estrutura histórica de Ribeirão Preto”. A coordenadora do concurso, professora Sonia Maria Camargo dos Santos, lembrou como a educação era a menina dos olhos de Electro Bonini, fundador da Unaerp. “Dr Electro nos ensinou a valorização dos professores, base da nossa instituição, e hoje, este momento de entrega dos prêmios de mais uma edição do concurso é muito especial. Os professores e alunos que abraçam nossa proposta sempre nos inspiram. A leitura nos proporciona conhecer o mundo sem viajar, sonhar com diferentes possibilidades na vida”, finalizou.

  • “O que vocês vão levar de melhor da escola são momentos como esse”, disse o escritor Luiz Puntel no projeto Combinando Palavras

    No palco do Teatro Municipal, alunos da ETEC José Martimiano da Silva apresentaram releituras para diversos livros do autor ribeirão-pretano Num encontro marcado pela animação dos alunos no palco e na plateia e total interação do autor com os estudantes, a sessão do projeto Combinando Palavras entre o professor e escritor Luiz Puntel e os alunos da ETEC José Martimiano da Silva teve poesia, protesto, crítica social, denúncia. Tudo a partir de cinco livros de Puntel, que tiveram suas temáticas revisitadas em diferentes linguagens artísticas.   As obras “Açúcar Amargo” , “O Grito do Hip Hop” , “Tráfico de Anjos” , “Deus me Livre” e “Meninos sem Pátria”  ganharam interpretações variadas com dança, videoclipe, música, desenhos, quadros, pinturas e até releitura gastronômica, com alunos do curso de Gastronomia e Nutrição apresentando cardápio inspirado na origem mineira de Puntel e nos personagens de “Açúcar Amargo” . “É uma emoção muito grande receber toda essa alegria e esse acolhimento”, disse Luiz Puntel.   Parceira do Combinando Palavras desde 2018, a ETEC José Martimiano da Silva inovou e trabalhou com dois autores em 2024, deixando os alunos livres para a escolha da leitura das obras e para o processo criativo. Participaram estudantes de 13 cursos da escola, todos técnicos. A cada apresentação, o escritor Luiz Puntel falou sobre a inspiração do livro escolhido e contou algumas histórias por trás das obras.   Memória afetiva Gabriel Signorini Rodrigues, 17, aluno do curso de Administração, participou pela primeira vez do Combinando Palavras e quer viver a experiência novamente. “Nosso processo criativo foi muito interessante porque abriu nossa mente. Escolhemos fazer teatro e esse exercício me trouxe aprendizado de muitas coisas novas”, festejou. A colega de curso Sofia Amâncio também estreou no projeto e era uma das mais animadas. “Foi algo novo e legal porque os professores deixaram muito na nossa mão e exercemos nossa criatividade. Além disso, foi valoroso o tempo que passamos juntos, criando nosso poema com todo nosso carinho. foi muito especial -  tanto pela literatura, como por estar no Teatro Municipal, local que nem todos têm a oportunidade de estar. Fico muito feliz que a ETEC tenha essa parceria com a Feira do Livro e com o Combinando Palavras”, disse a estudante.   No encerramento, Puntel enfatizou a importância do Combinando Palavras na vida dos alunos para além da escola. “Nem tabelas periódicas, nem orações subordinadas adversativas. O melhor que esses adolescentes vão levar da escola são momentos como esses vividos aqui. O que vai ficar é a alegria de ter uma manhã no Teatro Municipal para conversar com o autor que eles trabalharam durante meses. Isso é muito rico”, ressaltou o escritor   A diretora da ETEC, Silvânia Soares da Silva Santos, reforçou a fala do autor. “No início, foi um desafio levar literatura para cursos técnicos. Abraçamos a proposta e está dando certo. No momento em que eles leem, eles se apropriam; no momento em que afloram a criatividade para homenagear o autor, eles se expõem. E isso ajuda a refletir, a melhorar a criticidade, o caráter. Essa memória afetiva da FIL, junto com a escola e com o autor, é o maior legado”, enfatizou a diretora.   “Foi uma alegria imensa participar deste projeto e estar aqui com os estudantes. Escrever é sempre solitário e o encontro com os leitores é emocionante. Ainda mais com as representações que eles trouxeram. Por trás de cada aluno e de cada profissional há um ser humano. E, a literatura trabalha com emoção e com nossa expressão. A literatura transforma”, finalizou Puntel.   O projeto Neste ano, o Combinando Palavras realizou, neste ano, 17 encontros entre os alunos e 11 autores brasileiros: Janaína Tokitaka (autora infantojuvenil homenageada pela FIL), Fernando Anitelli, Antônio Xerxenesky, Jeferson Tenório, Júlio Emílio Braz, Natasha Felix, Márcia Kambeba, Luiz Puntel, Ana Luiza Gentil, Camila Deus Dará e Antonio Prata. O bate-papo com os escritores aconteceram no Theatro Pedro II, Teatro Municipal, Teatro do Sesi e anfiteatro do Colégio Cervantes, em Ribeirão Preto; Anfiteatro Municipal de Luiz Antônio; Teatro do Sesi, em Franca e Theatro Carlos Gomes, em São Simão.   Mais informações www.fundacaodolivroeleiturarp.com Instagram:  @fundacaolivrorp Facebook:  @fundacaodolivroeleiturarp YouTube:  /FeiraDoLivroRibeirao Twitter:  @FundacaoLivroRP Por: Regina Oliveira

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