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- Sarau Odilon fecha a programação cultural gratuita de 2024
O último Sarau Odilon de 2024 foi realizado no Centro Cultural Quintino Facci II no sábado (14/12), com a presença de Maria Conceição que levou sua sensibilidade para uma noite de celebração e acolhimento, com poemas repletos de afeto e reflexões. O sarau ainda teve a participação do público que mergulhou em palavras que aqueceram e traduziram o espírito de final de ano.
- Cine Fórum encerra programação de 2024 com “Corra, Lola, Corra”
O longa dirigido por Tom Tykwer foi o último filme escolhido pelos Gêmeos do Cinema, Marcos e André de Castro. “Corra, Lola, Corra” foi exibido no sábado (7/12), na sede da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto. Após a exibição, o público presente debateu sobre alguns pontos do filme como interpretação, edição, direção e trilha sonora. A produção conta a história de Lola, uma jovem que enfrenta uma corrida contra o tempo para salvar seu namorado, um mensageiro envolvido com gangsters. Com apenas 20 minutos para atravessar a cidade e entregar uma quantia e dinheiro, ela enfrenta uma série de obstáculos inesperados, como mendigos, freiras, bebês e armas. “Esse filme é eletrizante, intenso e repleto de ação e suspense, a ponto de nem sentirmos o tempo passar. Com apenas 76 minutos, ele nos provou que não é preciso ter duas horas para ser um excelente filme”, destacou Marcos de Castro após a exibição. Os Gêmeos ressaltaram que o diretor, Tom Tykwer, ainda inseriu uma assinatura singular para o filme, apresentando uma história não-linear ao retratar as três possibilidades de escolhas da personagem. “Na época em 1998 os filmes de efeito borboleta, ainda não eram algo clichê, hoje isso já mudou. Mas, nessa época, estava retornando o auge dos videoclipes, com o sucesso da MTV. Então montar um filme como um videoclipe, levou os jovens para o cinema para assistir a um filme alemão, o que o tornou o longa um cult”, contou André de Castro.
- Fundação do Livro e Leitura entrega mais uma biblioteca revitalizada
A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto prossegue com a agenda de entrega de espaços de leitura que foram reformados em cidades do interior do Estado de São Paulo por meio do projeto Revitalização de Bibliotecas , desenvolvido e realizado pela instituição, em parceria com a Usina Alta Mogiana. Neste mês de dezembro, mais um ambiente foi reaberto: nesta terça-feira (3/12) reiniciaram as atividades na biblioteca da EMEF Dona Mariana Grellet Seixas, em Aparecida do Alto. Realizado desde 2021, o projeto de Revitalização de Bibliotecas reformou 20 espaços de leitura em seis cidades no entorno de Ribeirão Preto: São Joaquim da Barra, Guará, São José da Bela Vista, Ipuã, Ituverava e Aparecida do Salto. A maioria deles em escolas públicas municipais e estaduais, e outros em espaços de atendimento coletivo à população. “O objetivo do projeto é criar ambientes de leitura mais atrativos para crianças, jovens e adultos, promovendo o letramento e facilitando o acesso aos livros”, pontua Raquel Pires Gonzaga, analista de comunicação da Usina Alta Mogiana. Mais revitalizações serão entregues em 2025: a biblioteca da Escola Estadual Professor Pedro Amauri Silva, em São Joaquim da Barra, no dia 6 de fevereiro, da EMEF Professora Latifa Salomão Migliori e da Biblioteca Pública José Theodoro de Figueiredo, ambas em Guará (com datas ainda em definição). Em todas as entregas, o público é recepcionado com o espetáculo De Lucca Circus Show , da Cia De Lucca Circus. Para 2025, o projeto Revitalização de Bibliotecas prevê modernizar mais cinco espaços públicos de leitura em municípios da Região de Ribeirão Preto. A iniciativa conta com incentivo do Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC), por meio da Lei de Incentivo à Cultura. A parceria da Usina Alta Mogiana com a Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto também contempla apoio em projetos da FIL (Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto).
- Cine Fórum exibiu o filme “Casa de Areia e Névoa”
O Cine Fórum, tradicional evento da agenda cultural mensal da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, aconteceu na sede da instituição no dia 23 de novembro. O filme escolhido para novembro foi o “Casa de Areia e Névoa” (2003), dirigido por Vadim Perelman. A exibição foi conduzida pelos irmãos André e Marcos de Castro, os Gêmeos do Cinema, que ainda promoveram um debate com o público após a sessão. André de Castro diz que foi possível discutir com o público um dos temas principais do filme. “Como uma pequena disputa pode se transformar em algo grave com o tempo”, explicou. Ele ainda demonstrou aos participantes que, em 2003, era possível escolher um lado na narrativa, mas que 20 anos depois, a visão sobre os protagonistas mudou. “Hoje, ambos podem estar certos e errados ao mesmo tempo”, refletiu.
- Sarau Odilon encerra o ano com celebração no Quintino Facci II
O Sarau Odilon realizou a “Confraternização Odiloniana” no dia 16 de novembro, celebrando um ano de apresentações e a retomada do projeto em Ribeirão Preto. O evento, realizado no Quintino Facci II, reuniu participantes das edições anteriores e contou com apresentações de nomes como Renato Caetano, Dayo Poetise, Sheila Brandão, D. Santos, Fabrício Bispo, Tiago Spoken, Odete Dias, Silvia Seixas, entre outros convidados. A celebração marcou um momento especial para o grupo, que reafirmou seu compromisso em promover a cultura e a expressão artística na comunidade local.
- Sarau dos Médicos encerra programação anual do grupo em evento na Fundação do Livro e Leitura
A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto abriu sua programação cultural gratuita de novembro com o Sarau dos Médicos, realizado no dia 6. Organizado pelo Grupo de Médicos Escritores e Amigos Dr. Carlos Roberto Caliento, o encontro, que acontece mensalmente na sede da instituição, marcou o encerramento das atividades do grupo em 2024. O encontro reforça o compromisso da Fundação com a promoção de iniciativas culturais que integram diferentes áreas do conhecimento e da arte.
- Mistério no Cine Fórum
A sede da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto recebeu mais uma edição do tradicional encontro do Cine Fórum. Organizado pelos Gêmeos do Cinema, André e Marcos de Castro, desta vez, o encontro exibiu o filme australiano “Piquenique na Montanha Misteriosa”, de 1975, dirigido por Peter Weir. A história se passa em 1900, na Austrália, quando um grupo de alunas de um colégio vitoriano é levado a fazer uma excursão, no dia de São Valentim, a um local chamado Hanging Rock (Monte Diogenes), em Victoria. Após o piquenique, o grupo, acompanhado da professora, decide fazer uma exploração nas áreas mais profundas da montanha. Ao final, só uma das garotas será encontrada, mas que não se lembra de nada - as outras nunca mais foram vistas. Marcos de Castro questionou se, na época em que foi produzido, os criadores sabiam que o filme se tornaria um clássico. Ele observa que a obra também se tornou cult com o passar dos anos. “Um dos destaques do bate-papo foi sobre a abordagem de um filme tão simples, conseguiu se transformar em um objeto de estudo para as técnicas de cinema e para as temáticas de sociologia, filosofia e psicologia”, comentou Marcos, destacando que o mistério que envolve o final do filme é mencionando no último capítulo do livro “Piquenique em Hanging Rock” (1967), da autora australiana Joan Lindsay. “A obra foi retirada de circulação, na época, para manter o suspense do filme. Ele não é um filme normal, foi feito para ser um filme de arte e para deixar o público interpretá-lo. Cada um entende os símbolos à sua maneira”, concluiu.
- Fundação do Livro e Leitura lança o “Cronicando”
Ainda no mês de outubro ainda foi apresentado o projeto Cronicando, realizado em parceria com a Diretoria de Ensino da Região de Ribeirão Preto e a Fundação do Livro e Leitura. O evento, conduzido pela jornalista e escritora Daniela Penha, foi exclusivo para estudantes e professores da Diretoria e aconteceu no dia 24 de outubro na sede da Diretoria de Ensino.
- Sarau Odilon teve a participação de Eduardo Adriano
A edição do mês de outubro do Sarau Odilon recebeu o ator e produtor cultural, Eduardo Adriano, no Centro Cultural Quintino Facci II. O convidado, que é poeta e slammer , também atua em causas de democratização cultural nas periferias de Ribeirão Preto. Atualmente, ele integra o grupo de teatro do Núcleo Aberto de Teatro Experimental Nascimento (NATEN). No encontro, Eduardo Adriano apresentou o monólogo “Ancestralidade que em mim habita” e trouxe reflexões sobre as ancestralidades da comunidade negra por meio de imagens cênicas sinestésicas e sonoridades percussivas. O Sarau Odilon tem como objetivo promover rodas de poesia e conversa, além de apresentações artísticas e exposições, como um tributo a Odilon Ramos de Oliveira, que viveu em Ribeirão Preto pouco após o fim da escravidão no Brasil.
- Ônibus Livro Vivo teve estreia em grande estilo no RibeirãoShopping
Lançado durante a 23ª Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto, o Ônibus Livro Vivo fez sua primeira aparição no RibeirãoShopping, no Dia das Crianças (12 de outubro). O veículo, aberto para visitação, contou com uma programação especial que teve receptivo literário, mediação de leitura e exposição. A programação, aberta e gratuita ao público, teve como objetivo apresentar o ônibus à população de Ribeirão Preto e região. A intenção do Ônibus Livro Vivo, um veículo itinerante, é espalhar a literatura pelas cidades do interior paulista que receberão diversas formas de expressão cultural nos próximos meses, como contação de histórias, sarau, leitura, espetáculos circenses e até exibição de filmes. O veículo funciona também como uma biblioteca móvel, com um acervo diversificado e um palco para as atividades cênico-literárias. Para tornar o projeto realidade, o ônibus foi doado pela Sambaíba Empresa de Transporte Urbano, primeira parceira do projeto, e passou por um processo de desenvolvimento e revitalização – assinado pelo Studio Mowi, responsável pelo projeto arquitetônico. O Ônibus Livro Vivo foi viabilizado graças ao apoio de diversas empresas, como RibeirãoShopping, Gerdau, GS Inima Brasil, Grupo Tracan, Usina Alta Mogiana, Rápido D’Oeste e Estradeiro. A parceria com o RibeirãoShopping garantiu o lançamento do projeto e a circulação do ônibus pela região nos próximos meses, promovendo importantes serviços culturais à sociedade. Confira algumas imagens do lançamento:
- “Educando para o Futuro”
Outro fruto da parceria entre a Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto e a Usina Alta Mogiana, foi o festival “Educando para o Futuro”. A primeira escola que recebeu o projeto foi a Profª Adelaide Garnica com a contação de histórias “Fantasias e Magia”, conduzida pelo G.U.T.E. (Grupo Urutau de Teatro Experimental). No mesmo dia, a escola recebeu o espetáculo “Clownflitos Amorosos”, com a Cia Raros Circo e Teatro. No dia 11 de outubro foi a vez da Escola Municipal Profº Creso Antonio Filetti, com a contação de histórias do grupo G.U.T.E., seguida pelo espetáculo “Hoje é dia de Circo”, da Cia Staca. O encerramento do festival aconteceu no dia 18, na Escola Estadual Sylvio Torquato Junqueira, em São Joaquim da Barra, com a contação de histórias “Fantasia e Magia”, seguida pelos malabarismos da Cia Raros Circo e Teatro. Cerca de 900 crianças, com idades entre 7 e 11 anos, participaram do festival, Para Raquel C. Pires Gonzaga, analista de comunicação da Usina Alta Mogiana, a parceria entre o setor privado e instituições, como a realizada com Fundação do Livro e Leitura, é essencial para expandir o acesso a atividades culturais e educativas na vida das crianças. “Essa colaboração nos permite impactar positivamente a formação dessas crianças, proporcionando acesso a atrações culturais e artistas, enriquecendo o cotidiano escolar com experiências que muitas delas não teriam oportunidade de vivenciar. Queremos que elas percebam que a educação pode ser o caminho para um futuro promissor, além de proporcionar momentos de diversão e cultura”, finalizou.
- Sarau Rimatkus abre a programação especial infantil do mês de outubro
A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, em parceria com a Usina Alta Mogiana, promoveu uma série de atividades destinadas ao público infantojuvenil no mês de outubro. A primeira delas foi o sarau “Rimatkus”, conduzido pela slammer e poeta Famila Andrade e o arte-educador Alex Gaita. A ação foi destinada exclusivamente aos alunos da Escola Estadual Profª Genoveva Pinheiro Vieira de Vitta, em São Joaquim da Barra. Kamila Andrade retornou no dia 25 de outubro com o sarau, desta vez, acompanhada do ator, poeta e slammer , Psiu. A atividade também foi exclusiva para os estudantes da ETEC Profº José Ignácio A. Filho, em Ituverava.
- “O Cachorro” é o filme de setembro do Cine Fórum
Na segunda sessão de setembro, que aconteceu nesse sábado (28/9), o Cine Fórum exibiu e debateu o filme argentino, “O Cachorro”, de 2004. Comandado pelos Gêmeos do Cinema, André e Marcos de Castro, o encontro aconteceu na sede da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto. A produção independente da Argentina, “O Cachorro” busca trazer o estilo neorrealista ao cinema, utilizando de atores amadores. “Os atores são pessoas de um vilarejo na Patagonia, o que conferiu um toque mais realista aos personagens. Embora isso possa ser arriscado, o diretor Carlos Sorín conseguiu imprimir tanta humanidade que ficou impossível não se emocionar com o filme”, comentou Marcos de Castro. Diferente de outros filmes que retratam a figura do cachorro, como “Marley e Eu” e “Sempre ao Seu Lado”, o filme de Sorín coloca o animal como um amuleto de sorte na vida de Juan Villegas. “O diretor aborda o papel dos cachorros de uma forma diferente, destacando a sorte que eles trazem para a vida das pessoas. Ele mostra que, mesmo em um lugar que enfrenta momentos delicados, isso não é desculpa para deixar de olhar para o próximo com ternura, educação e respeito”, completou André.
- Cine Fórum exibe “Um lugar para Annie”
Durante a tarde do dia 07 de setembro (sábado), a sede da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto foi palco para mais uma sessão de cinema e roda de conversa do Cine Fórum, organizado pelos Gêmeos do Cinema - Marcos e André de Castro. O encontro do mês de agosto, exibiu o longa dirigido por John Gray, “Um lugar para Annie”. Após a sessão de cinema, o grupo conversou sobre os temas principais do filme, entre eles, o fato do longa ter sido feito para a televisão – estreado em 1º de maio de 1994 como parte do programa “Hallmark Hall of Fame”, exibido pela rede ABC. “O filme para TV buscou atingir o emocional, utilizando planos mais fechados que destacam as expressões das atrizes, que são incríveis e merecem esses closes”, explicou Marcos de Castro. Outro ponto destacado no bate-papo foi a abordagem do filme eu trouxe um tema, considerado tabu na época, a Aids. “É interessante que, em 1994, o público norte-americano já começava a absorver essas questões dentro das famílias, e esse filme foi perfeito para isso. Aqui no Brasil, quando era exibido no SBT, as pessoas se sensibilizavam mais pela história e pela tristeza do que pela mensagem”, complementou André de Castro. Ainda houve destaque para os filmes da época que eram produzidos, segundo André, para atingir o máximo de público que conseguiam e que se conectavam às TVs em busca de histórias comoventes. “Como o filme traz a história de um bebê com HIV positivo, e estamos falando de 1994, durante o auge da epidemia de Aids, o longa foi produzido para sensibilizar a sociedade sobre esse tema específico”, disse Marcos de Castro, lembrando que o diretor John Gray encontrou uma maneira de colocar a questão sob os holofotes. “Era um período que havia notificações crescentes de casos de bebês nascendo com o vírus HIV”, lembrou.
- Palestra reúne quase 400 estudantes em São Joaquim da Barra
No dia 5 de setembro (quinta-feira), 390 estudantes do 6º ano, 9º ano e 1º colegial da Escola Genoveva Vieira de Vitta, em São Joaquim da Barra, participaram da palestra “Transformando realidades: como adolescentes podem enfrentar o bullying e lidar com o racismo”, com a psicóloga Hellen Damas Martins. A atividade foi realizada em parceria com a Usina Alta Mogiana. A psicóloga conversou com os jovens sobre os temas da palestra – bullying e racismo – de maneira prática, sem entrar apenas na teoria. “Trouxe essas questões para a realidade deles e, em seguida, tivemos uma dinâmica: sempre colocando-os em situações que os façam refletir sobre as temáticas”, disse a psicóloga explicando que foram duas palestras diferentes: para os mais novos, do 6º ano, com uma abordagem um pouco mais sutil e para os mais velhos, o foco foi mais no futuro, conscientizando-os sobre a responsabilidade das ações que tomarão quando adultos.

















