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  • “Quero semear o poder de sonhar”, disse o escritor Alexandre Ribeiro

    Segundo dia do evento trouxe o escritor Alexandre Ribeiro, a pesquisadora Manuela Salau Brasil e apresentações artísticas da De Lucca Circus e da dupla Tânia Alonso e Thais Foresto As utopias como forças capazes de romper as barreiras da desigualdade social, abrindo caminho para a realização de sonhos, para muitos, impossíveis. Estes foram alguns dos temas abordados pelo escritor Alexandre Ribeiro no segundo dia, 26 de abril, do projeto “Revolução Poética – Festival de Ideias”, promovido pela Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto. Abrindo a noite, a atriz e contadora, Tânia Alonso, contou a história do livro “Cidade das Mulheres”, de Cristina Pisano, trazendo assuntos históricos e contemporâneos sobre as violências e opressões que as mulheres podem sofrer socialmente. A apresentação foi acompanhada pela trilha sonora, ao vivo, da artista Thais Foresto (Floresthá). Mais do que a teoria, Alexandre Ribeiro, de 22 anos, conhece bem este caminho na prática. Como foi possível sair da realidade de uma favela brasileira e chegar até uma bolsa de estudos em uma faculdade alemã? “Utopias são realizadas através de muito amor, de oportunidades e de autoconhecimento”. Cria da Favela da Torre, em Diadema, na Grande São Paulo, Alexandre começou a trabalhar cedo, mas nunca deixou de lado o gosto pela leitura e pela escrita. Paralelo à rotina de limpeza em um hotel, produzia seus textos para vender nas ruas. Editava fanzines de poesia, vendia CDs de rappers nas ruas, consumia e produzia cultura da periferia. Em 2018, lançou o livro “Reservado”. No mesmo ano, ganhou uma bolsa para realizar um trabalho social pedagógico na Alemanha, onde vive e segue escrevendo seus textos. “Não me basta acreditar em minhas próprias utopias. Eu luto para que minha trajetória não seja uma exceção, mas também uma história inspiradora”, comentou. A maior das utopias Às 21h, foi a vez de De Lucca Circus fazer uma apresentação circense nomeada “Devaneios”, que, por si só, acaba proporcionando uma reflexão utópica: “o que é um palhaço, equilibrista e malabarista, senão um ser utópico por natureza, que passa parte de sua vida se equilibrando em um arame, brigando com a gravidade e buscando as melhores inspirações para fazer o público sorrir?”, questionou o ator e artista circense Lucas Santarosa. A economista e doutora em sociologia Manuela Salau Brasil, encerrou o segundo dia do evento e apresentou sua visão sobre o tema “A maior das utopias”, com base no pensamento do teórico alemão Ernst Bloch, que trabalha o conceito da utopia concreta. “Bloch admite que a utopia tem um caráter fantasioso, até mesmo ingênuo. Trata-se da utopia abstrata, que habita o plano da fantasia. Mas, além desta, existe a utopia concreta, que é própria da ação, movida pela esperança, pela imaginação, pelos sonhos e pela ação humana”, explicou Manuela, que trouxe como exemplo o campo da economia solidária, um movimento que já existe, que passou da fase da utopia abstrata, mas ainda não é algo acabado. “Ela está em movimento, em realização, algo que é próprio da utopia concreta, mas já tem resultados bem-sucedidos. O grande exercício é olhar esta utopia, fortalecer e vitalizar este movimento que, ao mesmo tempo, é prática e projeto em construção”. Todas as atividades do segundo dia do “Revolução Poética – Festival de Ideias”, podem ser assistidas através do vídeo.

  • “Ser sustentável é usar nossos recursos naturais de forma responsável”, disse Eliane Potiguara

    Atividade aconteceu de forma remota nas plataformas digitais da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto no dia 20 de abril e abordou assuntos como diversidade, utopias e racismo No dia 20 de abril, a programação da 40tena Cultural contou com a presença da escritora Eliane Potiguara que participou do bate-papo “Utopias Sustentáveis: preservação ambiental”. O encontro foi mediado pela professora e bióloga Fernanda Brando. A escritora iniciou a conversa contextualizando as duas palavras utilizadas na atividade “utopia” e “sustentabilidade”: a primeira foi definida como algo que almeja para a humanidade. Já a palavra sustentabilidade, que, segundo a autora “não é um termo novo, pois a ouvia na década de 70”, é usada hoje para situar as questões de qualidade de vida. “Na época que comecei nos movimentos feministas, indígena e político, não existiam esses termos, tudo era direito humano”. Eliane Potiguara explicou que para ser sustentável é necessário usar os recursos naturais com responsabilidade. “Se está pingando água na pia, vamos fechar para não gastar água. Esse é o recurso mais importante do planeta. Se há lixo no entorno da casa, procure recolher. E assim vamos promovendo a sustentabilidade ao nosso redor”. Durante o encontro, a escritora fez uma relação da sustentabilidade das categorias, como o racismo e as questões da comunidade LGBTQIA+. “Nós, como pessoas conscientes dessa realidade, buscamos melhorias dessa sustentabilidade, principalmente nas escolas, com as crianças. Isso era uma utopia no passado, mas hoje já estamos trabalhando para acabar com ela”, alertou. A falta de direitos dos indígenas também foi tema da discussão que, segundo ela, assola a comunidade desde a colonização do país. “Ainda temos casos isolados de médicos, políticos e advogados sendo formados no nosso povo. Mas falo da maioria que não consegue atingir um status quo de autodeterminação”, contou a autora que se diz privilegiada por ser uma escritora com origem indígena e vivências de pobreza, assassinato e preconceito. Eliane Potiguara é escritora, poeta e professora. É da etnia Potiguara, brasileira, fundadora da 1ª organização de mulheres indígenas GRUMIN (Grupo Mulher-Educação Indígena), Formada em Letras (Português-Literatura) e Educação, é especializada em Educação Ambiental pela UFOP e embaixadora da Paz pelo Círculo de Embaixadores da França e Suíça. Em 2014, recebeu do governo brasileiro o Título de “Cavaleiro da Ordem ao Mérito Cultural e foi indicada, em 2005, ao Projeto Internacional "Mil Mulheres ao Prêmio Nobel da Paz". A atividade completa com a poeta e escritora Eliane Potiguara está disponível no canal do Youtube da Fundação.

  • Gracyela Gitirana conta a história "Cozinhando com Utopim"

    Nesta divertida história, aprendemos que, assim como a cozinha alimenta a barriga, a história alimenta a alma A semana da 40ntena Cultural foi dedicada à obra do escritor infantojuvenil, Ricardo Azevedo. A programação começou com a participação da atriz ribeirão-pretana, Gracyela Gitirana, que contou a história “Cozinhando com Utopim”, inspirada na obra do autor, no dia 13/4. A contação foi gravada no espaço cultural da Biblioteca Municipal Guilherme de Almeida. “O utopim é uma semente que aparece nessas histórias e é muito poderosa. Por isso, acredito que essas histórias nunca vão envelhecer”, disse Gracyela. Segundo ela, o conto tem o intuito de quebrar o paradigma do cotidiano. “Além de ter o olhar de vontade da mudança (e que é possível ser feliz), a história mostra que precisamos criar condições internas para que isso aconteça”. A história completa pode ser acessada no canal do Youtube da Fundação. Essa atividade foi uma realização da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, Secretaria Municipal da Cultura e Turismo, Governo Federal, Lei Aldir Blanc e Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto.

  • “A vida pela frente” foi tema de debate

    Participantes do Clube do Livro da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto se reuniram, no sábado do dia 17/4, para mais um encontro on-line com direito a debate, discussões e opiniões diversas sobre obras literárias de grande sucesso no mundo todo. Dessa vez, “A vida pela frente”, de Émile Ajar (pseudônimo de Romain Gary), foi o centro do debate. Vencedor do prêmio Goncourt, o livro “A vida pela frente” tornou-se um dos livros mais vendidos do século XX. Trata-se de um romance que tem quase 45 anos, mas com ideias e gestos universais. Segundo a mediadora, bibliotecária e coordenadora do Clube do Livro, Gabriela Pedrão, a obra foi uma sugestão dos participantes do grupo. “É um livro bastante sensível e delicado. É sobre a vida de uma sobrevivente de um campo de concentração nazista. É uma história leve na escrita, que a gente lê muito rapidamente", disse. “É um livro que mostra a conexão do amor. Uma criança com tanta bagagem de dor, que sofreu o abandono total, mas que criou uma conexão amorosa em cuidar de uma pessoa que também estava no seu limite total. É um livro que mostra o que é essencial, na busca pelo sentido da vida, e que traz personagens com tantos gestos de generosidade em meio à situações tão difíceis”, disse uma das participantes do encontro. O debate sobre a obra e o encontro completo do Cube do Livro pode ser acessado no canal do Youtube da Fundação.

  • “Eu pegava livros que a escola indicava e lia para aprender a me expressar", disse Ricardo Azevedo

    Encontro foi transmitido pela TV Câmara Ribeirão e pela plataforma da Fundação e contou com a participação ao vivo do escritor Estudantes tiveram uma atividade diferente na manhã do dia 14 de abril. O escritor infantojuvenil, Ricardo Azevedo, participou, em dois horários, de encontros online transmitidos pelas redes da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto e pelo programa Escola na TV – desenvolvido pela Secretaria Municipal de Educação, em parceria com a Câmara Municipal de Ribeirão Preto. A atividade foi mediada pela professora Marinêz Ricardo. Logo no início do bate-papo, Ricardo Azevedo foi questionado sobre quando começou, de fato, a escrever livros e como conseguiu ter criatividade para criar diversos personagens. O escritor explicou que começou a escrever redações na 8ª série e isso fez com que tivesse um interesse por livros indicados pelas escolas. “Eu comecei a ler esses livros como alguém que queria começar a escrever. Comecei a ver como alguém que queria se expressar através das palavras. Isso muda tudo. A leitura amplia a nossa capacidade de expressão”, comentou o escritor. Ricardo revelou ainda não gostar do termo “inspiração”. Segundo ele, quando surge uma ideia, ela é anotada em seu caderno para que seja inserida em um personagem ou enredo no futuro. “Às vezes, tenho um sonho. Às vezes, estou andando na rua e vejo uma cena. Leio uma notícia. Essas coisas vão se acumulando durante meses e até anos, antes de eu dizer que tenho uma ideia suficiente para criar um texto”, explicou. O autor citou ainda que nem sempre é necessário ler poemas ou obras literárias antigas. “Eu trabalho com ficção e poesia. Renegar a ficção, é burrice. Existem livros didáticos que ensinam geografia, matemática e física. Mas se alguém da sala se apaixonar por uma colega, quem vai tratar do assunto? A geografia?”, brincou. O autor ainda acrescentou que este tipo de assunto é inserido na vida dos jovens e crianças através da literatura, citando a renomada obra “Romeu e Julieta”. Como dica para começar a escrever, o autor deixou um alerta: “quando a professora pedir para produzir uma redação sobre as férias, inventem e criem situações. O escritor inventa e mente, ele trabalha com a ficção, não com a verdade. Aprendam a inventar. Por mais que seja a ideia mais boba, escreva sobre ela e depois releia. E vá aperfeiçoando”, ensinou. A atividade foi uma realização da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, Secretaria Municipal da Cultura e Turismo, Governo Federal, Lei Aldir Blanc e Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto. O bate-papo completo com o escritor Ricardo Azevedo está disponível no canal do Youtube da Fundação.

  • "Defenda seu Best” teve a participação de Mayra Sigwalt

    Atividade defendeu a obra “Ideias para adiar o fim do mundo”, de Ailton Krenak O quadro fixo da programação da 40tena Cultural, “Defenda seu Best”, do mês de abril, contou com a participação da roteirista, co-criadora e curadora do Turista Literário, Mayra Sigwalt. Neste encontro, a obra defendida foi “Ideias para adiar o fim do mundo”, de Ailton Krenak. A obra “Ideias para adiar o fim do mundo” é considerada uma parábola sobre os tempos atuais, feita por Ailton Krenak. No livro, o líder indígena critica a ideia de humanidade como algo separado da natureza, uma “humanidade que não reconhece que aquele rio que está em coma é também o nosso avô”. A premissa estaria na origem do desastre socioambiental atual, o chamado Antropoceno. Desse modo, a resistência indígena acontece pela não aceitação da ideia de que somos todos iguais. A atividade completa com a roteirista, co-criadora e curadora do Turista Literário, Mayra Sigwalt, está disponível no canal do Youtube da Fundação.

  • “Nós, escritores indígenas, compartilhamos pontos e interligamos pontes”, disse Márcia Kambeba

    Escritora participou da atividade da 40tena Cultural no dia 6 de abril e apresentou diversas obras da literatura indígena para o público infantil A escritora e poeta Márcia Kambeba comandou a atividade, que fez parte da programação da 40tena Cultural, “Dicas de Leiturinhas: Literatura Indígena para Crianças”, no dia a 6/4. O encontro foi transmitido ao vivo pelas plataformas digitais da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto e teve dicas de obras, canto, poesia e contação de histórias indígenas para crianças. No início do encontro, a escritora fez uma súplica às forças ancestrais, um pedido de cuidados às pessoas e famílias que sofrem com o vírus da doença Covid-19. Segundo ela, a literatura indígena traz o autoconhecimento da população. “Nós, escritores indígenas, compartilhamos o que sabemos com a população não-indígena, compartilhando pontos e interligando pontes. Tanto no Brasil, quanto fora dele”. O primeiro livro indicado por Márcia Kambeba é de sua autoria: “O lugar do saber ancestral”. “Nesse livro eu falo de cultura, ancestralidade, território e muito da natureza. As crianças adoram poemas que falam da água, da terra e das árvores”, comentou. Ela revelou ter um filho autista e que é a base de sua inspiração em diversas obras. “Faço poemas para que as crianças também produzam. Elas têm capacidade para isso”. Outra obra citada pela escritora foi “Kumiça Jenó: narrativas poéticas dos seres da floresta”, que ela fez em parceria com o filho. “A capa e as ilustrações do livro foram de autoria dele. E muitos dos contos nasceram dessa parceria”. Confira a lista completa dos livros indicados pela autora: - “Meu vô Apolinário: um mergulho no rio da (minha) memória”, de Daniel Munduruku - “Curumim”, de Tiago Hakiy - “A oncinha Lili”, de Cristino Wapichana e Águeda Horn - “Um curumim, uma canoa”, de Yaguarê Yamã - “Noite e dia na aldeia”, de Bruno Nunes e Tiago Hakiy - “Tainãly, uma menina Maraguá”, de Lia Minápoty A atividade completa com a poeta e escritora Márcia Kambeba está disponível no canal do Youtube da Fundação.

  • Vanessa Moreno e Salomão Soares apresentam o show "Chão de Flutuar"

    O projeto 40tena Cultural apresentou, no dia 31/3/21, um show especial, de voz e piano, com muita brasilidade e nuances rítmicas, espontaneidade e improvisação. Os convidados do dia foram Vanessa Moreno (cantora e compositora) e Salomão Soares (pianista) que apresentaram o show “Chão de Flutuar”, transmitido pelas redes sociais da Fundação. Músicas como “Canção do Amanhecer”, de Edu Lobo e Vinicius de Moraes; “Correnteza”, de Tom Jobim e Luiz Bonfá; “Boca de Leão”, de Filó Machado; “Ninho de Vespa”, de Dori Caymmi, são algumas melodias que ganharam novas interpretações no show da dupla. Outras canções, que fazem parte do disco, também fizeram parte do repertório, como “Conversando no Bar”, de Milton Nascimento e Fernando Brant; “Quebradeira de coco”, de Roque Ferreira; “Sanfona”, de Egberto Gismonti; “Pedro Brasil”, de Djavan; “Via Crucis”, de Guinga e Edu Kneip; “Xi, de Pirituba a Santo André”, Rafael Alterio e Kleber Albuquerque; “Sanfona Sentida”, de Dominguinhos e Anastácia e “Fica Mal com Deus”, de Geraldo Vandré. Segundo a cantora Vanessa Moreno, o show trouxe clássicos da música brasileira. “Preparamos tudo com muito carinho, com várias canções do nosso disco ‘Chão de Flutuar’ e também algumas novidades que tocamos ao longo do último ano”, disse. “Esperamos que as pessoas se divirtam assim como nos divertimos tocando juntos. É sempre uma alegria poder criar esse formato de duo, em que há bastante espaço para a criação e a experimentação das sonoridades”, comentou o pianista Salomão Soares. O projeto foi realizado com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, ProAc, Governo Federal e a Lei Aldir Blanc. O show completo está disponível no canal do Youtube da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto.

  • “Sobre os ossos dos mortos” foi a obra debatida pelo Clube do Livro

    No dia 20/03, o Clube do Livro da Fundação entrou em cena mais uma vez. O debate on-line, coordenado pela bibliotecária Gabriela Pedrão, teve a obra de Olga Tokarczuk, “Sobre os ossos dos mortos”, como assunto principal do encontro. “Sobre os ossos dos mortos” conta a história de uma professora de inglês aposentada, de uma remota região da Polônia, que costuma se dedicar ao estudo da astrologia, à poesia de William Blake, a manutenção de casas para alugar e a sabotar armadilhas para caças de animais silvestres, como forma de impedir a caça. A singularidade da personagem principal é amplificada por sua preferência pela companhia dos animais aos humanos e pela crença na sabedoria através do estudo dos astros. O livro é classificado como “subversivo e macabro”, além de discutir temas como o mundo natural e civilização. Partindo de uma história de crime e investigação convencional para uma espécie de suspense existencial. A autora, Olga Tokarczuk, é vencedora do Prêmio Nobel de Literatura, de 2019. O bate-papo completo está disponível no canal do Youtube da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto.

  • “Contos Sagrados” foi tema do encontro do Núcleo de Contadores de Histórias

    Seguindo a proposta de uma coordenação diferente para cada encontro do Núcleo de Contadores de Histórias, no mês março, a atividade contou com participação do contador, ator e professor, Diego Ulacco e Camila Genaro. O tema do encontro on-line foi “Contos Sagrados” e aconteceu no dia 13/03 (sábado). Natural de Santo André (SP), Diego Ulacco mora atualmente na cidade litorânea do Guarujá e, foi através da amizade da esposa com a atriz Míriam Fontana que passou a frequentar o encontro on-line do Núcleo de Contadores de Histórias da Fundação. “Gostaria muito de, um dia, sentar presencialmente com o grupo e escutar suas histórias. Mas, por enquanto, estou achando ótimo estes encontros à distância, pois tive a oportunidade de conhecer várias pessoas e isso enriquece muito”, disse. O encontro está disponível no canal do Youtube da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto.

  • Aline Arango conta a história de “Ponciá Vicêncio”

    A programação do mês de março, aqui na Fundação, começou no sábado (06/03), com a contação da história “Ponciá Vicêncio”, de Conceição Evaristo (autora homenageada da 20ª FIL), com a atriz e contadora de histórias Aline Arango. Aline Arango falou sobre os caminhos e andanças de Ponciá Vicêncio, o personagem principal da história. “No livro, a autora Conceição Evaristo descreve os caminhos, as andanças, as marcas, os sonhos e os desencantos da personagem Ponciá, estruturando uma relação entre o passado e presente”, disse a atriz, que deixou a atividade mais lúdica e imaginária. A contadora revelou ainda que a história de Conceição Evaristo é profunda, pois incentiva as mulheres a correrem atrás dos sonhos, assim como Ponciá fez no livro. “Quando a personagem quis mudar de vida, não pensou duas vezes. Foi para a cidade tentar uma vida nova e melhor. Contar essa história vai cativar o público, como me cativou na leitura”. Para conferir a contação de história completa, a atividade está disponível no canal do Youtube da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto.

  • Clube do Livro discute “O Deserto dos Tártaros”

    A programação do mês de fevereiro foi concluída no dia 27/2, com mais uma edição do Clube do Livro. Os participantes discutiram a obra do escritor italiano Dino Buzzati, “O Deserto dos Tártaros”. O romance “O Deserto dos Tártaros”, publicado originalmente em 1940, é considerado uma obra-prima do autor Dino Buzzati e uma das melhores obras do século XX. “É uma história introspectiva, que combina muito com o que estamos vivendo hoje em dia. E ele já estava nos nossos livros selecionados desde o ano passado”, comentou Gabriela Pedrão durante o encontro. Segundo a curadora do Clube do Livro, o autor destaca o processo da espera e faz um debate sobre o real entendimento dos desejos e sonhos na vida. “É uma obra importante por vivermos em um momento de introspecção”, alertou Gabriela. O encontro é coordenado pela bibliotecária, Gabriela Pedrão, e acontece mensalmente de forma remota. A participação é gratuita. O bate-papo completo está disponível no canal do Youtube da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto.

  • História do Sarau do Binho foi tema de encontro da 40tena cultural

    Em um bate-papo regado a muitas histórias, recordações, poesia e literatura, a cantora e compositora Kamila Andrade mediou o encontro com o idealizador do Sarau do Binho, que existe há 18 anos e é considerado um dos maiores de São Paulo Mais um encontro cheio de histórias e lembranças aconteceu nas redes da Fundação, através do projeto 40tena Cultural, no dia 10 de fevereiro. Os protagonistas da noite foram Kamila Andrade - MC, arte educadora, cantora e compositora e Robinson de Oliveira Padia, o Binho – criador e idealizador do Sarau do Binho, que existe há 18 anos na zona sul de São Paulo, na região do Campo Limpo. “Tudo começou com a Noite da Vela, em 1995, quando tínhamos um bar e neste encontro tocávamos vinil. No intervalo da troca dos discos, o público recitava poesia. Isso foi o embrião do Sarau do Binho que, na época, ainda nem se chamava sarau”, lembrou Binho sendo questionado por Kamila Andrade se ele se considera o pai dos saraus na região. “Nos tornamos poetas com o tempo. O espaço foi um laboratório onde um foi aprendendo com o outro, a cada encontro, sempre incentivando os participantes que por ali passavam”, completou. O Sarau do Binho existe há 18 anos na zona sul da capital e promove a articulação e o intercâmbio de informações relacionadas às várias manifestações culturais da região de Campo Limpo. É um encontro que reúne pessoas ligadas a várias linguagens culturais, como poetas, artistas plásticos, músicos, cineastas, fotógrafos, atores e outros. “Hoje, temos formas diferentes de fazer a poesia através dos saraus e dos slams”, destacou Binho. “O conteúdo é o mesmo, porém as vias são diferentes”, emendou Kamila Andrade. Binho lembrou ainda de como o sarau foi ganhando força e peso. “Inicialmente, a proposta era para quem estava interessado em poesia. Com o tempo, o sarau foi se formando, foi um crescimento orgânico”. Outro projeto de Binho, uma biblioteca itinerária, também foi abordado durante o encontro on-line. Segundo Binho, após assistir a um show em 2004, ele pensou: “no dia do meu aniversário gostaria que não morresse ninguém. Era um sonho. Foi aí que tive a ideia de iniciar um projeto que estimulasse as pessoas e, então, passamos a distribuir livros na data do meu aniversário. O projeto “Não matarás nenhum brasileiro” é uma ação de distribuição de livros que incentiva o gosto pela leitura. “Um dia que não morre ninguém é uma forma de fazer um pedido mesmo. E todo ano, no dia do meu aniversário eu faço algum evento ligado à distribuição de livros. Para conhecer mais as histórias do Sarau do Binho, o bate-papo completo está disponível no canal do Youtube da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto.

  • Poliana Savegnago conta a história “O beijo da palavrinha”, de Mia Couto

    Uma programação para toda a família: foi assim a atividade de sábado, dia 13/02, com a contadora de histórias, atriz, educadora, brincante e pesquisadora da Cultura Tradicional da Infância, Poliana Savegnago, que trouxe “O beijo da palavrinha”, de Mia Couto. No livro “O beijo da palavrinha”, Mia Couto conduz o leitor ao interior de sua Moçambique, a um lugar onde vivia uma menina que nunca vira o mar. E para enfatizar a distância da localidade do litoral, o autor afirma: “viviam numa aldeia tão interior que acreditavam que o rio que ali passava não tinha nem fim nem foz”. Poliana Savegnago disse que, por gostar do autor, foi fácil escolher a obra de literatura infantil. “É um livro que utilizo muito para criar o hábito e afeição por literatura nas crianças. É uma obra que traz muitos estímulos visuais e auditivos para o público infantil”. O encontro também está disponível no canal do Youtube da Fundação do Liv/ro e Leitura de Ribeirão Preto.

  • “As palavras no Slam são cheias de passado e carregam histórias”, disse Betto Souza

    Atividade, realizada no dia 02 de fevereiro, trouxe um bate papo sobre o Slam da Cana, projeto que aborda a história dos cortadores de cana desde 2018 e contou com a participação dos organizadores, Betto Souza e Natália Marques Emaye, além de campeões de edições passadas Na terça-feira, dia 02/02, foi a vez dos “slammers” Natália Marques Emaye e Betto Souza contarem a história do projeto Slam da Cana durante a atividade ao vivo nas redes sociais da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, através do 40ntena Cultural. O Slam da Cana é um campeonato de poesias autorais que acontece em Ribeirão Preto desde 2018 e é uma iniciativa poética, que visa a divulgação e propagação da palavra como objeto transformador. A atividade contou ainda com quatro ex-participantes e campeões de edições passadas do projeto: Kamila Andrade, Ton, Matheus Amaral e Lua MC. O nome slam surgiu através dos norte-americanos e chegou ao Brasil em 2018, tomando conta das comunidades e regiões periféricas das grandes cidades. “O slam vem ganhado destaque e atraindo cada vez mais pessoas apaixonadas pela literatura falada”, disse Betto Souza que também é um dos fundadores do Slam da Cana. Segundo ele, as palavras no Slam são cheias de passado e carregam histórias dos participantes e que as batalhas, geralmente, acontecem em locais públicos. “As únicas regras que temos é que as obras devem ser autorais e a poesia deve ter, no máximo, três minutos”, explicou. Outro ponto revelado durante o bate-papo é que para acontecer um slam é necessário ter, no mínimo, cinco poetas, para que seja possível dividir entre a primeira fase, a segunda e a final. “É impressionante o quanto esse espaço é aberto para a manifestação plural. E o quanto ele tem essa ligação ancestral da oralidade”. Kamila Andrade, que é slammer e foi campeã em uma das edições, também esteve no encontro comentando sua experiência em ser jurada do Slam da Cana. “Não quero nunca mais ter aquela plaquinha na minha mão. Foi muito difícil escolher um vencedor porque toda poesia é boa”. Ela também explicou a importância da entonação de voz para os poetas durante a competição, exemplificando experiências que ela mesma teve quando participou de outros slams em São Paulo. “Um simples ‘credo’, pode ter diferentes entendimentos apenas pela entonação. Fui participar de um Slam na capital e a plateia gritou credo para um dos participantes: pensei que ele tinha ido bem, mas na verdade, eles estavam criticando”, lembrou Kamila. O poeta Matheus Amaral, que também foi vencedor de uma das edições do projeto, esteve no bate-papo ao vivo e contou que a primeira vez que recitou um poema foi durante o Slam da Cana. “Depois disso comecei a fazer zines. Na final, um dos prêmios foi uma edição do Zine do Betto. Isso me motivou a investir neste tipo de obra”, comentou. Para ele, a participação no Slam da Cana o ajudou a evoluir como pessoa. “É uma busca da ancestralidade que perdemos no processo e o slam nos trouxe isso novamente. A voz é uma arte. E a arte é muito mais acessível para as pessoas”, disse. Lua MC também compartilhou sua experiência em ter participado da 2ª edição virtual do Slam da Cana no ano passado, que teve o tema ‘A Quebrada Resiste e os Reflexos da Pandemia’. “Cada um vive sua realidade dentro da sua casa e mente. Acredito que esse tema foi muito bem direcionado, pois nos fez refletir como isso atingiu a nossa vida”. O último convidado da noite foi Ton, também vencedor e jurado de outras edições do Slam da Cana. Ele lembrou que a participação em projetos como o slam e saraus auxiliam na construção da oralidade dos participantes. O bate-papo completo está disponível no canal do Youtube da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto.

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