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- Crise do Estado é o principal problema da América Latina, segundo Fernando Calderón
O sociólogo boliviano esteve no Salão de Ideias “Para entender melhor o Brasil”, uma das atividades que movimentaram o segundo dia da Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto Um dos mais importantes estudiosos sobre a América Latina, o sociólogo Fernando Calderón esteve no domingo, dia 21 de agosto, no Salão de Ideias “Para entender melhor o Brasil”, da 21ª Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto. Com mediação da professora e também socióloga Mileide Melo, o encontro com Calderón abordou questões importantes da pesquisa realizada por ele junto com o espanhol Manuel Castells, que resultou no livro “A Nova América Latina”, um retrato político, econômico, social e cultural de um continente em ebulição. Em sua fala, Fernando Calderón citou as novas características da América Latina, como o elevado índice de urbanização que aponta 80% da população vivendo em áreas urbanas, em meio a números exponenciais de desigualdade social; crise do patriarcado, instalação do feminismo e aumento da capacidade de ação e realização das mulheres; economia criminal com tráfico e extrativismo; crescimento de forças conservadores impulsionadas por setores religiosos; força dos povos originários e afrodescendentes e dos movimentos sociais, entre outros dados. Na opinião do sociólogo, a América Latina tem potencial para ter um papel diferenciado em nível mundial, mas não com o sistema político vigente na maioria dos países latinoamericanos. “Esse é o desafio mais importante na América Latina hoje”, disse Calderón. Diferenças unificadas Ao mesmo tempo em que pontua as peculiaridades regionais de um país continental, a diversidade literária brasileira também funciona como elo identitário nacional, como foi visto nas duas sessões do Mapa Literário. Pela manhã, no encontro Vozes do Sul, as escritoras gaúchas Verônica Stigger e Luisa Geisler, conversaram sobre como os deslocamentos impactam e influenciam suas escritas, processos criativos e construção de narrativas. “Me parece que nossa condição humana, hoje, é uma condição de deslocamento, onde se perde o conceito de “nosso lugar”, comentou Verônica Stigger, que vive em São Paulo há 20 anos. “Na condição de uma brasileira deslocada, percebi que perguntas como o que é ser brasileiro e, dentro desse universo, o que é ser gaúcho, por exemplo, não nos ocorre e não nos damos conta antes da experiência do deslocamento”, completou Luisa Geisler, que mora nos Estados Unidos e participou da FIL em conexão virtual. Em uma nova sessão do Mapa Literário, desta vez, com o tema “Vozes do Sudeste”, a programação trouxe a participação da assistente social e integrante do Quilombhoje, Miriam Alves; a escritora e colunista do jornal Valor Econômico, Tatiana Salem e Érika Chiarello Andrade que mediou o encontro. “Sempre fiquei incomodada com a história do Brasil: esse negócio de conquistadores. Não existem conquistadores, são invasores”, disse Miriam Alves. Os ambientes ao ar livre da FIL também estiveram movimentados no domingo. No espaço Ambient de Leitura, na Esplanada do Theatro Pedro II, o escritor, rapper e cantor Genival Oliveira Gonçalves, conhecido por GOG, deu voz à população invisível e destacou a importância de a população brasileira enxergar as diferenças existentes no país através das manifestações artísticas e culturais. "Tenho certeza que o Brasil estaria muito pior se não fosse o rap brasileiro", pontuou GOG. No estande CUFA, a conversa abordou assuntos do cotidiano, como sobrevivência, poesia e resistência. Jovens presentes ao espaço falaram sobre a nova geração, o futuro e o caminho para o respeito, a dignidade e a esperança. Cultura indígena, africana e popular também foi destaque nas temáticas do dia. A pedagoga e multiartista, Aline Nelí mediou uma história para o público infantil. “Percebemos que a sociedade não fomenta essa pluralidade. A FIL é uma ponte com essas práticas nativas, porque são culturas que têm a sua tradição oral”, disse. A Semana de Arte Moderna foi discutida neste segundo dia da FIL, que teve a participação da arte-terapeuta, Sandra Helena Valadão; da filosofa e artista plástica, Vera Lúcia Borges, e do professor de psicologia social, Sérgio Kodato que, para ele, 1922 trouxe a arte não só como o belo, mas também os conflitos de uma sociedade. “Ser terapêutico não é tanto compreender as suas neuroses, mas sim o fazer artístico. A arteterapia é um ritual de cura e de poder”, comentou. Sobre a Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto A 21ª edição da Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto aconteceu de 20 a 28 de agosto de 2022 e trouxe como proposta de reflexão o tema “Do Caburaí ao Chuí: a força da Literatura Brasileira”. A proposição embasou todas as atividades e debates do evento. A feira consagrou-se como um dos maiores eventos culturais do país: 21 anos de história e 20 edições realizadas. Em 2020, a feira tornou-se internacional e em 2021 realizou sua 20ª edição, pela primeira vez, no formato on-line, devido à pandemia do Coronavírus. Realização: Ministério do Turismo, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, Usina Alta Mogiana, GS Inima Ambient e Fundação do Livro e Leitura apresentam a 21ª Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto (FIL). Patrocínio Diamante: Usina Alta Mogiana e GS Inima Ambient. Patrocínio Ouro: GasBrasiliano e Savegnago. Patrocínio Prata: Passalacqua, Premier Pet, Pedra Agroindustrial, Ribeirãoshopping e Riberfoods, Usina Vertente,Tereos e Vittia. Patrocínio Bronze: Supermercados Gricki, MazaTarraf, Tracan, Santa Helena. Patrocínio: Madeiranit, Usina São Martinho, Tarraf. Instituição Cultural: SESC. Parceria Cultural: Fundação Dom Pedro II – Theatro Pedro II, Alma – Academia Livre de Música e Artes, Biblioteca Sinhá Junqueira, Centro Cultural Palace, Instituto do Livro, CUFA, A Fábrica, IPCCIC – Instituto Paulista de Cidades Criativas e Identidades Culturais, Teatro Municipal de Ribeirão Preto, AbaCare, Associação de Surdos, CAEERP, FADA, Fundação Panda, Ribdown, SOMAR. Apoio: ACIRP, Base Química , Cenourão, Combustran, DTEK, Durati Distribuidora, Lopes Material Rodante,Molyplast, Mialich supermercados, Santa Emília, Transmogiana,Tonin, Vantage – Geo Agro, ViaBrasil, Coderp, Transerp, Guarda Civil Municipal, Polícia Militar, Secretaria de Cultura e Turismo, Secretaria de Educação, Secretaria do Meio Ambiente, Secretaria de Infraestrutura. Apoio Cultural: Convention Bureau, Colégio Marista, Diretoria de Ensino – Região de Ribeirão Preto, ETEC – José Martimiano da Silva, Educandário, SESI, Barão de Mauá, Centro Universitário Moura Lacerda, Unaerp, NW3, Grupo Utam, Monreale Hotéis, Painew, Verbo Nostro Comunicação Planejada e Instituto Unimed.
- Painel sobre a obra de Mauricio de Sousa reuniu especialistas e sobrinho do desenhista
Realizado no formato virtual, encontro abordou diferentes pontos da produção do criador da Turma da Mônica, das cores dos personagens às adaptações tecnológicas Um dos destaques da tarde do primeiro dia da 21ª Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto foi o painel que reuniu cinco especialistas para o debate “A Obra de Mauricio de Sousa”. Realizado apenas no formato virtual, o encontro teve a participação da ilustradora e escritora Monika Papescu, diretamente de Israel; Renato Azevedo, estudioso da obra de Sousa; Márcio Meyer, publicitário e cartunista; Tina Curtis, poeta e quadrinista; Nereide Santa Rosa, escritora, coordenadora da Academia Internacional de Literatura Brasileira e mediadora do painel; e Amauri Sousa, diretor do Instituto Maurício de Sousa e sobrinho do escritor. Durante a conversa, os convidados destacaram a importância da história construída por Mauricio de Sousa para a literatura nacional, que atravessa gerações de leitores. Monika Papescu, que teve seu nome escolhido por conta de uma das personagens criadas por Maurício de Sousa, contou que “a Turma da Mônica fez parte da alfabetização em minha família, na minha geração e na geração dos meus filhos”. As séries com referências na cultura pop, os contornos social, ambiental e ecológico presentes nas histórias da Turma da Mônica, as revistas clássicas dos anos 1980 e 1990 e a adequação ao mundo da tecnologia e à nova geração digital também foram pontos comentados. Amauri Sousa adiantou que novas edições da Turma voltadas à cultura pop estão em estudo, assim como o relançamento dos clássicos. No viés tecnológico, Amauri lembrou que a banca virtual no site da empresa registrou forte crescimento de acessos durante a pandemia. “Vivemos novos tempos e estamos atentos a isso. No entanto, a assinatura de revistas físicas continuam porque também é forte o público para esse mercado”, comentou o gestor do Instituto Maurício de Sousa. A inserção educacional, as revistas inclusivas, a diversidade de temáticas abordadas nas histórias, que vão de meio ambiente a refugiados e ao Estatuto do Idoso, os licenciamentos de produtos diversos e a transposição das criações para o cinema também foram assuntos destacados no painel. Entre as curiosidades, Amauri de Sousa contou que nunca houve um estudo de cores para definir o vermelho da Mônica, o amarelo da Magali ou o verde do Cebolinha. “Eram as cores que as crianças estavam usando no momento de criação do Maurício”, explicou o sobrinho, lembrando que todos os primos - filhos de Maurício de Sousa -, se tornaram personagens do pai. “Eu fui só um jacaré que virou bolsa numa história que acabou”, lembrou com descontração. Os gibis da Turma da Mônica estão em mais de 21 países e a Disney está produzindo um filme sobre Maurício de Sousa. “É um humor que agrada crianças e adultos porque crianças são iguais no mundo inteiro e os adultos são sempre convidados a resgatar as crianças que vivem neles”, finalizou Amauri Sousa. Sobre a Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto A 21ª edição da Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto aconteceu de 20 a 28 de agosto de 2022 e trouxe como proposta de reflexão o tema “Do Caburaí ao Chuí: a força da Literatura Brasileira”. A proposição embasou todas as atividades e debates do evento. A feira consagrou-se como um dos maiores eventos culturais do país: 21 anos de história e 20 edições realizadas. Em 2020, a feira tornou-se internacional e em 2021 realizou sua 20ª edição, pela primeira vez, no formato on-line, devido à pandemia do Coronavírus. Realização: Ministério do Turismo, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, Usina Alta Mogiana, GS Inima Ambient e Fundação do Livro e Leitura apresentam a 21ª Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto (FIL). Patrocínio Diamante: Usina Alta Mogiana e GS Inima Ambient. Patrocínio Ouro: GasBrasiliano e Savegnago. Patrocínio Prata: Passalacqua, Premier Pet, Pedra Agroindustrial, Ribeirãoshopping e Riberfoods, Usina Vertente,Tereos e Vittia. Patrocínio Bronze: Supermercados Gricki, MazaTarraf, Tracan, Santa Helena. Patrocínio: Madeiranit, Usina São Martinho, Tarraf. Instituição Cultural: SESC. Parceria Cultural: Fundação Dom Pedro II – Theatro Pedro II, Alma – Academia Livre de Música e Artes, Biblioteca Sinhá Junqueira, Centro Cultural Palace, Instituto do Livro, CUFA, A Fábrica, IPCCIC – Instituto Paulista de Cidades Criativas e Identidades Culturais, Teatro Municipal de Ribeirão Preto, AbaCare, Associação de Surdos, CAEERP, FADA, Fundação Panda, Ribdown, SOMAR. Apoio: ACIRP, Base Química , Cenourão, Combustran, DTEK, Durati Distribuidora, Lopes Material Rodante,Molyplast, Mialich supermercados, Santa Emília, Transmogiana,Tonin, Vantage – Geo Agro, ViaBrasil, Coderp, Transerp, Guarda Civil Municipal, Polícia Militar, Secretaria de Cultura e Turismo, Secretaria de Educação, Secretaria do Meio Ambiente, Secretaria de Infraestrutura. Apoio Cultural: Convention Bureau, Colégio Marista, Diretoria de Ensino – Região de Ribeirão Preto, ETEC – José Martimiano da Silva, Educandário, SESI, Barão de Mauá, Centro Universitário Moura Lacerda, Unaerp, NW3, Grupo Utam, Monreale Hotéis, Painew, Verbo Nostro Comunicação Planejada e Instituto Unimed.
- População retorna à FIL logo pela manhã do sábado (20)
Cerca de 8.500 pessoas visitaram os 10 locais da feira e participaram das propostas interativas do evento, voltadas para todos os interesses O Quarteirão Paulista de Ribeirão Preto amanheceu no sábado do dia 20 de agosto transformado pelas primeiras atividades da 21ª edição da Feira Internacional de Ribeirão Preto (FIL). Pessoas de todas as idades da cidade e região vieram para a praça e aproveitaram as atividades gratuitas. O espaço Ambient de Leitura roubou a cena na Esplanada do Theatro Pedro II, a partir das 9h, com a contação de histórias “O pescador e a mãe d’água’, apresentada pela Cia Renda de Lenda formada por Carol Capacle e Allê Trajan – a história musicada ganhou coro da plateia, que contou com participação da APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais. Logo após, às 10h, foi lançado no local o livro “Água Nossa de Cada Dia” que mescla fotografias feitas por profissionais de diferentes partes do mundo a poemas, crônicas e contos em torno da temática da água. O livro contou com a curadoria das fotos de Paulo Henrique Oliveira e de Dulce Neves, por meio da escrita de Adriana Silva, escritora e jornalista responsável pelo texto e poesia gráfica do livro. Além da visita aos estandes dos livros, quem passou pela feira pôde participar de salões de ideias, apresentações artísticas, performances, exposições e outras atividades. Entre os destaques, às 9h, o Cantinho Gamer atraiu olhares curiosos de crianças e adolescentes diante de jogos de dança, realidade virtual e jogos clássicos – a atividade é realizada pela Secretaria Municipal da Cultura e Turismo, em parceria com a Evolut Games no estande da Prefeitura. Mãos na massa Crianças, adolescentes e adultos interpretaram textos, produziram fanzines, tapetes, bolinhos e customizaram roupas a partir do conceito moda sustentável. A Oficina de Zineteria na Tenda SESC – ateliê aberto com Betto Souza, fundador do coletivo Encontrão Poético na cidade de Francisco Morato trouxe os participantes para o lado prático da feira. “A intenção da zineteria é oferecer um ateliê aberto de experimentação em fanzines, para as pessoas montarem suas próprias criações”, explica Betto. Segundo ele, a atividade foi dividida em três momentos – totalmente a mão com lápis e papel sulfite, através das gravuras e carimbo de EVA ou de isopor e com colagens de revistas. “O fanzine é uma porta de entrada para a leitura, porque o praticante começa a produzir suas próprias escritas, o que estimula a ler outros fanzineiros e a ir para outras leituras”, analisa. Entre os participantes da Zineteria, Diego Borges, estudante de 19 anos, veio à feira pela primeira vez e já se envolveu com o evento. “Estou achando muito interessante. Tem muita informação para gente absorver e muita coisa a fazer”. Na opinião do estudante, principalmente as crianças de hoje, estão precisando de eventos como a FIL. “A feira traz valorização para a brasilidade”, opina. O professor de história, Cairo Borges, 27 anos, já tinha contato com a técnica em sala de aula. “Foi bem interessante a experiência. O fanzine desenvolve bastante a criatividade dos alunos. Eles adoram criar e uso constantemente para aplicar o conteúdo das aulas”, conta. O impacto das reflexões que a leitura provoca foi o apelo da Oficina Literária para mulheres “Eu lírico feminino e olhar semiótico”, com a escritora e professora de redação, Marília Marcucci. Ela explica que a oficina literária promoveu interpretação de textos baseada na teoria semiótica e no eu lírico feminino. A intenção foi fazer um mergulho nos textos para reflexões do grupo. “Foi um aconchego, houve muita troca, as pessoas se emocionaram. Estou muito feliz com o resultado”. Para a advogada, Paula Micali, que participou do grupo, as mulheres precisam deste espaço cuidadoso na feira, como o da oficina literária. “Estar junto, poder falar da dor que a gente sente e fazer com que tenhamos voz no evento é muito gratificante”, ressalta. Mapa literário Outro destaque da manhã foi o debate de abertura da sessão Mapa Literário, que tratou da produção autoral nas regiões Norte e Nordeste, com a antropóloga e escritora paraense Monique Malcher, pesquisadora de quadrinhos produzidos por mulheres e autora do livro “Flor de Gume”, ganhador do Prêmio Jabuti 2021 na categoria Contos; e com a cantora, compositora, poeta e atriz recifense, Karina Buhr, que acabou de lançar seu primeiro romance “Mainá”. Monique Malcher disse que em sua trajetória sempre lutou muito por sua linguagem, pelas palavras que fazem parte de sua região. "A linguagem representa tudo. Apesar das diferenças, o sentido de cada palavra é sempre o mesmo". Karina Buhr contou que o dia a dia de sua vida e os lugares onde morou fazem parte de sua escrita. "Cada um faz a sua história e cada pessoa tem em sua casa um contador de fatos e narrativas que podem ser levadas para o livro”. A mediação do encontro foi feita por Carla Costa Moraes. Sobre a Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto A 21ª edição da Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto aconteceu de 20 a 28 de agosto de 2022 e trouxe como proposta de reflexão o tema “Do Caburaí ao Chuí: a força da Literatura Brasileira”. A proposição embasou todas as atividades e debates do evento. A feira consagrou-se como um dos maiores eventos culturais do país: 21 anos de história e 20 edições realizadas. Em 2020, a feira tornou-se internacional e em 2021 realizou sua 20ª edição, pela primeira vez, no formato on-line, devido à pandemia do Coronavírus. Realização: Ministério do Turismo, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, Usina Alta Mogiana, GS Inima Ambient e Fundação do Livro e Leitura apresentam a 21ª Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto (FIL). Patrocínio Diamante: Usina Alta Mogiana e GS Inima Ambient. Patrocínio Ouro: GasBrasiliano e Savegnago. Patrocínio Prata: Passalacqua, Premier Pet, Pedra Agroindustrial, Ribeirãoshopping e Riberfoods, Usina Vertente,Tereos e Vittia. Patrocínio Bronze: Supermercados Gricki, MazaTarraf, Tracan, Santa Helena. Patrocínio: Madeiranit, Usina São Martinho, Tarraf. Instituição Cultural: SESC. Parceria Cultural: Fundação Dom Pedro II – Theatro Pedro II, Alma – Academia Livre de Música e Artes, Biblioteca Sinhá Junqueira, Centro Cultural Palace, Instituto do Livro, CUFA, A Fábrica, IPCCIC – Instituto Paulista de Cidades Criativas e Identidades Culturais, Teatro Municipal de Ribeirão Preto, AbaCare, Associação de Surdos, CAEERP, FADA, Fundação Panda, Ribdown, SOMAR. Apoio: ACIRP, Base Química , Cenourão, Combustran, DTEK, Durati Distribuidora, Lopes Material Rodante,Molyplast, Mialich supermercados, Santa Emília, Transmogiana,Tonin, Vantage – Geo Agro, ViaBrasil, Coderp, Transerp, Guarda Civil Municipal, Polícia Militar, Secretaria de Cultura e Turismo, Secretaria de Educação, Secretaria do Meio Ambiente, Secretaria de Infraestrutura. Apoio Cultural: Convention Bureau, Colégio Marista, Diretoria de Ensino – Região de Ribeirão Preto, ETEC – José Martimiano da Silva, Educandário, SESI, Barão de Mauá, Centro Universitário Moura Lacerda, Unaerp, NW3, Grupo Utam, Monreale Hotéis, Painew, Verbo Nostro Comunicação Planejada e Instituto Unimed.
- Livro retrata a importância da água na vida cotidiana
“Água Nossa de Cada Dia” é uma produção da Fundação do Livro e Leitura em parceria com a GS Inima Ambient No dia 20/8, a 21ª FIL – Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto promoveu o lançamento do livro “Água Nossa de Cada Dia”. A atividade aconteceu no espaço Ambient de Leitura, instalado na Esplanada do Theatro Pedro II e contou com a presença dos idealizadores do projeto, representantes da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto e da empresa GS Inima Ambient. Com uma proposta artística, a obra mostra as diferentes formas de utilização da água no dia a dia da humanidade, como explica o publicitário Paulo Henrique Oliveira, um dos curadores do projeto que nasceu enquanto ele lia o livro “Água”, de Érico Hiller. “Levei essa ideia para a GS Inima Ambient e para a Fundação do Livro e Leitura e conseguimos fazer um projeto que mescla fotografias, poemas, crônicas e contos em torno da temática da água - não só de Ribeirão Preto, mas, também, de cenários internacionais”, revela. Paulo Henrique Oliveira dividiu a curadoria da obra com a jornalista Dulce Neves, presidente da Fundação do Livro e Leitura. A escrita e a poesia gráfica são de autoria de Adriana Silva, jornalista, curadora da FIL e vice-presidente da Fundação. Participam os fotógrafos Alexandre Marchetti, Alex Pazuello, Amdad Hossain, Cristiano Xavier, Enrico Marone, Érico Hiller, Jae Woon U, Joan Carol, Livia Rebehy, Luciano Candisani, Marcos Amend, Margi Moss, Renato Soares, Ricardo Feres, Sátiro Sodré, Sté Frateschi e Yousuf Tushar. “A água impulsiona desenvolvimento, economias e culturas. Ela é a promessa de vida e a garantia da permanência da humanidade no nosso planeta. Despertar o olhar para a magnitude da água e para a potência que ela representa é a certeza de que é possível sim reinventar o curso de uma história que caminha para a crise hídrica”, comenta Adriana Silva. Dulce Neves comentou que é uma alegria poder lançar uma obra com essa temática tão importante para a sobrevivência no planeta. O desafio, segundo ela, foi encontrar fotógrafos no Brasil e no mundo que trabalham com a temática. “Selecionamos fotos incríveis que foram poetizadas pela escrita”, acrescenta a presidente da Fundação, destacando o papel da feira sempre em abrir espaços para novos livros, projetando sonhos de seus autores. “Sonho que se sonha junto vira realidade”. O CEO da GS Inima Brasil, Paulo Roberto de Oliveira, reforçou durante o evento a parceria de mais de 10 anos que a empresa tem com a Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto para a realização da FIL. Nesta 21ª edição, além da produção do livro “Água Nossa de Cada Dia”, surgiu a possibilidade da montagem de um espaço apropriado para difundir a leitura. “A partir da produção do livro, desenvolvemos o Ambient de Leitura aqui na praça, para que o público possa ter um espaço e desfrutar desta obra que ficou realmente maravilhosa”, destaca o executivo. Retorno da FIL Paulo Roberto de Oliveira comenta que, apesar do mundo digital ter se efetivado na pandemia como um meio de socialização, a realização da 21ª FIL possibilita a comunicação presencial. “Essa volta da Feira do Livro, oportunizando ao público vir à praça para acompanhar a programação, é muito importante para que possamos voltar à realidade que sempre tivemos”, concluiu. Sobre a Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto A 21ª edição da Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto aconteceu de 20 a 28 de agosto de 2022 e trouxe como proposta de reflexão o tema “Do Caburaí ao Chuí: a força da Literatura Brasileira”. A proposição embasou todas as atividades e debates do evento. A feira consagrou-se como um dos maiores eventos culturais do país: 21 anos de história e 20 edições realizadas. Em 2020, a feira tornou-se internacional e em 2021 realizou sua 20ª edição, pela primeira vez, no formato on-line, devido à pandemia do Coronavírus. Realização: Ministério do Turismo, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, Usina Alta Mogiana, GS Inima Ambient e Fundação do Livro e Leitura apresentam a 21ª Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto (FIL). Patrocínio Diamante: Usina Alta Mogiana e GS Inima Ambient. Patrocínio Ouro: GasBrasiliano e Savegnago. Patrocínio Prata: Passalacqua, Premier Pet, Pedra Agroindustrial, Ribeirãoshopping e Riberfoods, Usina Vertente,Tereos e Vittia. Patrocínio Bronze: Supermercados Gricki, MazaTarraf, Tracan, Santa Helena. Patrocínio: Madeiranit, Usina São Martinho, Tarraf. Instituição Cultural: SESC. Parceria Cultural: Fundação Dom Pedro II – Theatro Pedro II, Alma – Academia Livre de Música e Artes, Biblioteca Sinhá Junqueira, Centro Cultural Palace, Instituto do Livro, CUFA, A Fábrica, IPCCIC – Instituto Paulista de Cidades Criativas e Identidades Culturais, Teatro Municipal de Ribeirão Preto, AbaCare, Associação de Surdos, CAEERP, FADA, Fundação Panda, Ribdown, SOMAR. Apoio: ACIRP, Base Química , Cenourão, Combustran, DTEK, Durati Distribuidora, Lopes Material Rodante,Molyplast, Mialich supermercados, Santa Emília, Transmogiana,Tonin, Vantage – Geo Agro, ViaBrasil, Coderp, Transerp, Guarda Civil Municipal, Polícia Militar, Secretaria de Cultura e Turismo, Secretaria de Educação, Secretaria do Meio Ambiente, Secretaria de Infraestrutura. Apoio Cultural: Convention Bureau, Colégio Marista, Diretoria de Ensino – Região de Ribeirão Preto, ETEC – José Martimiano da Silva, Educandário, SESI, Barão de Mauá, Centro Universitário Moura Lacerda, Unaerp, NW3, Grupo Utam, Monreale Hotéis, Painew, Verbo Nostro Comunicação Planejada e Instituto Unimed.
- Escritoras vivem “Um Grande Dia” em Ribeirão Preto
Historiadora mobiliza mulheres escritoras para registro fotográfico que tem se espalhado por várias cidades brasileiras e do exterior Quem passou pela Rua Duque de Caxias, no centro de Ribeirão Preto, em frente ao número 547, na tarde do dia 20 de agosto, se deparou com dezenas de mulheres reunidas para um registro histórico. Eram todas escritoras, de livros, de blogs, de redes sociais, ou que ainda não mostraram seus escritos. Das mais jovens até aquelas que escrevem há mais tempo, a motivação é uma só: queremos ser ouvidas. “Tenho a necessidade de contar histórias, e faço isso por meio da poesia. É um deslocamento para um lugar onde posso estar, como mulher e como nordestina, dois recortes tão marcantes em nossa sociedade”, diz Larisse Nolasco, 23 anos, dois deles morando em Ribeirão Preto, vinda de Alagoas, onde nasceu. “Algodão Doce” é seu primeiro livro. Outro está em produção. Um caminho que Dumara Piantino Jacintho, aos 77 anos, já percorreu diversas vezes em antologias de crônicas. “Não só na literatura, mas em todas as áreas, as mulheres estão ganhando mais liberdade para mostrar seus trabalhos, e a Feira do Livro é um desses importantes espaços”, comenta. Larisse e Dumara se cercaram de colegas das letras. Flávias, Ritas, Anas, Dalilas, Elianes, muitas outras com seus escritos em mãos. Um clique depois e todas estão eternizadas neste 20 de agosto. Para elas e para todos os amantes da literatura, um grande dia em Ribeirão Preto. Mas, qual a razão da foto? Quem trouxe a ideia para a cidade foi a historiadora Flávia Mantovani. Com apoio da Biblioteca Sinhá Junqueira e aproveitando o momento da 21ª FIL, ela colocou Ribeirão na rota do movimento “Um dia especial em…”. “É uma iniciativa que surgiu em São Paulo, para mobilizar e valorizar as mulheres escritoras”, explica. Em 12 de junho deste ano, três escritoras paulistanas reuniram quase 400 mulheres para uma foto na arquibancada do estádio do Pacaembu, durante um evento literário. A iniciativa surgiu quando uma das organizadoras viu a foto “Um grande dia no Harlem”, feita em 1958 numa rua qualquer de Nova Iorque, onde 57 grandes nomes do jazz se reuniram para o registro histórico. Em Ribeirão Preto também foi assim. Feita a foto - por uma mulher, diga-se -, o trânsito em frente à biblioteca - criada por uma mulher, lembre-se -, seguiu normalmente. Mas, para muitas mulheres que se reuniram ali, será sempre um grande dia. O dia em que elas se reconheceram e se reafirmaram como escritoras. Para sempre. Sobre a Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto A 21ª edição da Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto aconteceu de 20 a 28 de agosto de 2022 e trouxe como proposta de reflexão o tema “Do Caburaí ao Chuí: a força da Literatura Brasileira”. A proposição embasou todas as atividades e debates do evento. A feira consagrou-se como um dos maiores eventos culturais do país: 21 anos de história e 20 edições realizadas. Em 2020, a feira tornou-se internacional e em 2021 realizou sua 20ª edição, pela primeira vez, no formato on-line, devido à pandemia do Coronavírus. Realização: Ministério do Turismo, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, Usina Alta Mogiana, GS Inima Ambient e Fundação do Livro e Leitura apresentam a 21ª Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto (FIL). Patrocínio Diamante: Usina Alta Mogiana e GS Inima Ambient. Patrocínio Ouro: GasBrasiliano e Savegnago. Patrocínio Prata: Passalacqua, Premier Pet, Pedra Agroindustrial, Ribeirãoshopping e Riberfoods, Usina Vertente,Tereos e Vittia. Patrocínio Bronze: Supermercados Gricki, MazaTarraf, Tracan, Santa Helena. Patrocínio: Madeiranit, Usina São Martinho, Tarraf. Instituição Cultural: SESC. Parceria Cultural: Fundação Dom Pedro II – Theatro Pedro II, Alma – Academia Livre de Música e Artes, Biblioteca Sinhá Junqueira, Centro Cultural Palace, Instituto do Livro, CUFA, A Fábrica, IPCCIC – Instituto Paulista de Cidades Criativas e Identidades Culturais, Teatro Municipal de Ribeirão Preto, AbaCare, Associação de Surdos, CAEERP, FADA, Fundação Panda, Ribdown, SOMAR. Apoio: ACIRP, Base Química , Cenourão, Combustran, DTEK, Durati Distribuidora, Lopes Material Rodante,Molyplast, Mialich supermercados, Santa Emília, Transmogiana,Tonin, Vantage – Geo Agro, ViaBrasil, Coderp, Transerp, Guarda Civil Municipal, Polícia Militar, Secretaria de Cultura e Turismo, Secretaria de Educação, Secretaria do Meio Ambiente, Secretaria de Infraestrutura. Apoio Cultural: Convention Bureau, Colégio Marista, Diretoria de Ensino – Região de Ribeirão Preto, ETEC – José Martimiano da Silva, Educandário, SESI, Barão de Mauá, Centro Universitário Moura Lacerda, Unaerp, NW3, Grupo Utam, Monreale Hotéis, Painew, Verbo Nostro Comunicação Planejada e Instituto Unimed.
- Fundação do Livro e Leitura premia vencedores do Concurso Literário
Criado pela Academia Ribeirãopretana de Letras (ARL), o concurso é realizado pela Fundação do Livro e abrange duas categorias: Estudantil Regional e Adulto Internacional A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto promoveu no dia (20/08), dentro da programação da 21ª FIL – Feira Internacional do Livro, a premiação do Concurso Literário. A cerimônia foi realizada no auditório Meira Júnior, do Theatro Pedro II, e reuniu estudantes, professores, pais, jurados e escritores. Autores de outras regiões participaram de forma on-line. Vencedora na categoria Conto Estudantil, Amanda Ribeiro Gonçalves, de 16 anos, diz que esta foi a primeira vez que participou de um concurso literário. “Escrevo desde os 12 anos, mas nunca tirei os textos da gaveta. Neste ano, com o incentivo de minha professora, resolvi participar e este prêmio me motiva para continuar escrevendo”, disse a aluna do Atheneu Barão de Mauá. Direto de Niterói (RJ), o vencedor na categoria Crônica Adulto, Paulo Roberto de Oliveira Caruso, deixou sua palavra de incentivo aos jovens participantes do concurso. “Podem ter certeza que subir neste palco, observado por seus pais e professores, é algo que vai ficar marcado em suas trajetórias e motivar novos trabalhos”, comentou. Realizado desde a primeira edição da Feira do Livro de Ribeirão Preto, no ano 2000, o Concurso Literário é a retomada de uma tradição criada em 1954 pela acadêmica Zoraide Rocha de Freitas. “O concurso nasceu ribeirão-pretano, tornou-se metropolitano, nacional e agora, internacional, graças ao apoio da Fundação do Livro e Leitura e ao engajamento dos professores, estes profissionais apaixonados pela escrita e pela leitura”, lembrou Rosa Cosenza, integrante da Academia Ribeirãopretana de Letras e uma das guardiãs do legado deixado pela professora Zoraide, junto a Bettina Pedroso, do Núcleo de Projetos da Fundação, uma das coordenadoras das atividades do concurso. “Neste ano, na modalidade Adulto, tivemos inscrições de diversas regiões brasileiras, como Teresina, Brasília, Salvador, Fortaleza, Rio de Janeiro, Aracajú, Santo André, Ribeirão Preto, Franca e até um texto enviado do Japão”, destacou Bettina. Também participaram da condução da cerimônia de premiação do Concurso Literário, o presidente da Academia Ribeirãopretana de Letras, Waldomiro Peixoto, e o poeta João Augusto, autor local homenageado nesta edição da FIL. Premiados no Concurso Literário 2022: Modalidade Desenho Infantil Tema “Assim começou o mundo”, do escritor Daniel Munduruku. 1º lugar: Alice Theodoro de Oliveira – Colégio Independência, Ribeirão Preto 2º lugar: Heitor Avelar Soares Lousada – EMEF Professor Eduardo Romualdo de Souza, Ribeirão Preto 3º lugar: Maria Clara Mesquita Bernardo – Colégio Independência, Ribeirão Preto Modalidade Poema Estudantil Tema “Quem não tem amigo, mas tem um livro, tem uma estrada”, frase da escritora Carolina Maria de Jesus. 1º lugar: Júlia Acquaro Barbosa – Colégio Ideal, Ribeirão Preto 2º lugar: Ana Beatriz Barbosa Matos Favoretto – Colégio Camillo de Mattos Fundação Educandário Cel. Quito Junqueira 3º lugar: Maria Eduarda Rosa de Oliveira – Colégio Camillo de Mattos Fundação Educandário Cel. Quito Junqueira Modalidade Conto Estudantil Tema “Perto de qualquer lugar é longe, quando não levamos o coração”, frase do escritor João Augusto. 1º Lugar: Amanda Ribeiro Gonçalves – Atheneu Barão de Mauá, Ribeirão Preto 2º Lugar: Sarah Lima Ferreira – Colégio Cervantes Unidade Sumarezinho, Ribeirão Preto 3º Lugar: Catarina Naccarato Petrucci – COC, Ribeirão Preto Modalidade Crônica Adulto Tema “A mais poderosa arma social de luta é o domínio da linguagem”, conceito de Magda Soares. 1º Lugar: Paulo Roberto de Oliveira Caruso – Niterói (RJ) 2º Lugar: Renato José Oliveira – Rio de Janeiro (RJ) 3º Lugar: Francisco Sinval Farias de Sousa – Fortaleza (CE) Sobre a Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto A 21ª edição da Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto aconteceu de 20 a 28 de agosto de 2022 e trouxe como proposta de reflexão o tema “Do Caburaí ao Chuí: a força da Literatura Brasileira”. A proposição embasou todas as atividades e debates do evento. A feira consagrou-se como um dos maiores eventos culturais do país: 21 anos de história e 20 edições realizadas. Em 2020, a feira tornou-se internacional e em 2021 realizou sua 20ª edição, pela primeira vez, no formato on-line, devido à pandemia do Coronavírus. Realização: Ministério do Turismo, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, Usina Alta Mogiana, GS Inima Ambient e Fundação do Livro e Leitura apresentam a 21ª Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto (FIL). Patrocínio Diamante: Usina Alta Mogiana e GS Inima Ambient. Patrocínio Ouro: GasBrasiliano e Savegnago. Patrocínio Prata: Passalacqua, Premier Pet, Pedra Agroindustrial, Ribeirãoshopping e Riberfoods, Usina Vertente,Tereos e Vittia. Patrocínio Bronze: Supermercados Gricki, MazaTarraf, Tracan, Santa Helena. Patrocínio: Madeiranit, Usina São Martinho, Tarraf. Instituição Cultural: SESC. Parceria Cultural: Fundação Dom Pedro II – Theatro Pedro II, Alma – Academia Livre de Música e Artes, Biblioteca Sinhá Junqueira, Centro Cultural Palace, Instituto do Livro, CUFA, A Fábrica, IPCCIC – Instituto Paulista de Cidades Criativas e Identidades Culturais, Teatro Municipal de Ribeirão Preto, AbaCare, Associação de Surdos, CAEERP, FADA, Fundação Panda, Ribdown, SOMAR. Apoio: ACIRP, Base Química , Cenourão, Combustran, DTEK, Durati Distribuidora, Lopes Material Rodante,Molyplast, Mialich supermercados, Santa Emília, Transmogiana,Tonin, Vantage – Geo Agro, ViaBrasil, Coderp, Transerp, Guarda Civil Municipal, Polícia Militar, Secretaria de Cultura e Turismo, Secretaria de Educação, Secretaria do Meio Ambiente, Secretaria de Infraestrutura. Apoio Cultural: Convention Bureau, Colégio Marista, Diretoria de Ensino – Região de Ribeirão Preto, ETEC – José Martimiano da Silva, Educandário, SESI, Barão de Mauá, Centro Universitário Moura Lacerda, Unaerp, NW3, Grupo Utam, Monreale Hotéis, Painew, Verbo Nostro Comunicação Planejada e Instituto Unimed.
- Abertura da 21ª FIL teve música, teatro e leituras de cartas “enviadas pelo Brasil”
Na sala principal do Theatro Pedro II, solenidade contou com presença de autoridades locais e estaduais, alguns dos homenageados da edição, representantes de entidades parceiras e imprensa Foi oficialmente aberta na noite do dia 19 de agosto, a 21ª Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto (FIL), considerada como um dos maiores eventos culturais do país. Entre convidados, autoridades locais, regionais e estaduais, imprensa, representantes das entidades parceiras e público em geral, a solenidade teve recepção ao público com o Coral da Unaerp sob regência de Cristina Modé, e apresentação do espetáculo “Terra Brasílis: toda esta poesia!”, com a Academia Livre de Música e Artes (Alma). A presidente da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, Dulce Neves; juntamente com Adriana Silva, curadora do evento e vice-presidente da Fundação, conduziram o cerimonial de abertura da FIL, que começou de forma criativa e poética, com leituras de cartas enviadas pelo Brasil a realizadores e participantes da feira, homenageados e ao público em geral, com participação da cantora Fernanda Marx e do ator Marcelo Evangelisti no papel de carteiro da cerimônia. Em sua fala, Dulce Neves pontuou o desafio que representa a ousadia de fazer cultura num Brasil tão contraditório. Adriana Silva convidou o público a se sentir inspirado pela genialidade de Ariano Suassuna e pela convocação de Carolina Maria de Jesus contra a fome e a intensificar as identidades culturais brasileiras por meio dos livros de Daniel Munduruku. Na primeira parte da solenidade, João Suassuna, neto mais velho do escritor Ariano Suassuna - um dos homenageados desta edição da feira -, destacou a importância da celebração da língua e da literatura brasileira; enquanto o escritor indígena Daniel Munduruku reforçou a força da diversidade cultural brasileira. “O Brasil não é uma coisa e tem muito a dizer com sua diversidade. Tenho muito orgulho por representar aqui as vozes de origem deste país que precisa se reconciliar com seu passado para, depois, dar passos adiante”, falou Daniel. A professora Isabel Cassanta, também homenageada do evento, agradeceu e enfatizou a relevância da FIL para a formação de novos leitores. O autor local homenageado, o poeta João Augusto, agradeceu a reverência ao seu nome e destacou da pluralidade da linguagem e disse que a principal função da palavra é o amor. Na segunda parte, a superintendente da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, Viviane Mendonça, agradeceu à equipe formada por mais de cem profissionais que fazem a engrenagem do evento funcionar. “Muito feliz por estar aqui depois de tanta preparação para esse encontro”, falou Viviane. Marcela Aleixo da Silva Zapparolli, dirigente regional de Ensino, ressaltou o impacto positivo e o diferencial que a FIL promove na vida dos estudantes de Ribeirão Preto, especialmente, crianças, adolescentes e jovens. Mauro César Jensen, gerente do Sesc Ribeirão Preto, entidade parceira da FIL desde 2015, também fez uso da palavra. “É um prazer e uma oportunidade ímpar para o Sesc poder trazer ao público da FIL uma amostra do que fazemos durante o ano todo”. O CEO da GS Anima Ambient, Paulo Roberto Oliveira representou todas as empresas parceiras da feira. “A FIL mostra que fazer melhor em prol da cultura sempre é possível quando se acredita que vale a pena e, durante dez dias, transforma a cidade de Ribeirão Preto na capital nacional do livro, com programação diversificada e acessível a todos os públicos. Entendemos que iniciativas no universo da cultura, da arte e da educação para adultos, jovens e crianças, contribui decisivamente para a melhoria da qualidade de vida das pessoas e com o desenvolvimento de nossa cidade”, sublinhou Paulo Roberto. O prefeito de Ribeirão Preto, Antônio Duarte Nogueira Júnior lembrou o quanto a retomada presencial da FIL foi desejada após dois anos de suspensão por conta da pandemia do Coronavírus e destacou a importância da palavra. “A palavra é criadora, formadora e transformadora. A literatura é a essência da existência da humanidade e quanto mais ela for valorizada, mais próximo da justiça, da equidade e da pluralidade estaremos em nossa cidade”, enfatizou o prefeito. No encerramento, Sérgio de Sá Leitão, secretário estadual de Cultura e Economia Criativa, representando o governador do Estado de São Paulo, Rodrigo Garcia afirmou que é uma honra para o Governo do Estado Paulo apoiar a Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto, por meio do ProAC, um dos programas de fomento à cultura e à economia criativa mantidos pelo governo estadual. “E é fundamental que um evento como esse ocorra dessa maneira tão magnífica e tão brilhante porque sabemos que o livro e a literatura nos elevam, nos fazem pessoas melhores, nos enriquecem espiritualmente e intelectualmente e são transformadores”, finalizou Sá Leitão. Também estiveram presentes o presidente da Fundação Dom Pedro, Nicanor Lopes; o secretário municipal de Educação, Felipe Elias; a secretária municipal de Cultura e Turismo, Isabella Pessotti; a superintendente da Fundação Instituto do Livro, Cristiane Bezerra; o coordenador editorial da Edições Sesc, Francis Mazoli; o assistente de Literatura da Gerência de Ação Cultural do Sesc São Paulo, André Dias; e o gerente adjunto do Sesc de Ribeirão Preto, Lucas Molina. Sobre a Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto A 21ª edição da Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto aconteceu de 20 a 28 de agosto de 2022 e trouxe como proposta de reflexão o tema “Do Caburaí ao Chuí: a força da Literatura Brasileira”. A proposição embasou todas as atividades e debates do evento. A feira consagrou-se como um dos maiores eventos culturais do país: 21 anos de história e 20 edições realizadas. Em 2020, a feira tornou-se internacional e em 2021 realizou sua 20ª edição, pela primeira vez, no formato on-line, devido à pandemia do Coronavírus. Realização: Ministério do Turismo, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, Usina Alta Mogiana, GS Inima Ambient e Fundação do Livro e Leitura apresentam a 21ª Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto (FIL). Patrocínio Diamante: Usina Alta Mogiana e GS Inima Ambient. Patrocínio Ouro: GasBrasiliano e Savegnago. Patrocínio Prata: Passalacqua, Premier Pet, Pedra Agroindustrial, Ribeirãoshopping e Riberfoods, Usina Vertente,Tereos e Vittia. Patrocínio Bronze: Supermercados Gricki, MazaTarraf, Tracan, Santa Helena. Patrocínio: Madeiranit, Usina São Martinho, Tarraf. Instituição Cultural: SESC. Parceria Cultural: Fundação Dom Pedro II – Theatro Pedro II, Alma – Academia Livre de Música e Artes, Biblioteca Sinhá Junqueira, Centro Cultural Palace, Instituto do Livro, CUFA, A Fábrica, IPCCIC – Instituto Paulista de Cidades Criativas e Identidades Culturais, Teatro Municipal de Ribeirão Preto, AbaCare, Associação de Surdos, CAEERP, FADA, Fundação Panda, Ribdown, SOMAR. Apoio: ACIRP, Base Química , Cenourão, Combustran, DTEK, Durati Distribuidora, Lopes Material Rodante,Molyplast, Mialich supermercados, Santa Emília, Transmogiana,Tonin, Vantage – Geo Agro, ViaBrasil, Coderp, Transerp, Guarda Civil Municipal, Polícia Militar, Secretaria de Cultura e Turismo, Secretaria de Educação, Secretaria do Meio Ambiente, Secretaria de Infraestrutura. Apoio Cultural: Convention Bureau, Colégio Marista, Diretoria de Ensino – Região de Ribeirão Preto, ETEC – José Martimiano da Silva, Educandário, SESI, Barão de Mauá, Centro Universitário Moura Lacerda, Unaerp, NW3, Grupo Utam, Monreale Hotéis, Painew, Verbo Nostro Comunicação Planejada e Instituto Unimed.
- Advogada fala sobre direitos LGBTQIA+ para estudantes de Cravinhos
A Fundação do Livro e Leitura abriu o mês de julho com a palestra “Direitos LGBTQIA+ e as conquistas sociais ao longo do tempo”, voltada exclusivamente para alunos da Escola Estadual Coronel João de Souza Campos, em Cravinhos. O tema foi abordado pela advogada e mestra em gestão de políticas públicas e projetos de desenvolvimento, Maria Eugênia Biffi. Professora universitária e representante regional da Comissão da Mulher Advogada da OAB do Estado de São Paulo, Maria Eugênia Biffi é também idealizadora dos projetos Ribeirão + Colorida, Emprego com Orgulho e do Maria, me explica Direito. O tema também foi discutido durante o mês de junho para alunos da Escola Estadual Doutor Guimarães Júnior, em Ribeirão Preto.
- Clube do Livro de junho teve a participação do grupo Leia Mulheres
O tradicional encontro do Clube do Livro do mês de junho contou com participação do grupo “Leia Mulheres” que debateram o livro “O som do rugido da onça”, da escritora e historiadora brasileira, Micheliny Verunschk. O encontro foi on-line e a participação é sempre gratuita. O romance se passa no ano de 1917 e conta a história de Spix e Martius, que desembarcaram no Brasil com a missão de registrar suas impressões sobre o país. Depois de três anos, os exploradores voltaram a Munique, na Alemanha, trazendo consigo não apenas um extenso relato da viagem, mas também um menino e uma menina indígenas, que morreram pouco tempo depois. Para acompanhar a discussão completa da obra, clique aqui, no canal no Youtube da Fundação.
- Livro sobre sistema penitenciário é lançado na sede da Fundação
A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto apoiou mais um lançamento literário. No dia 23/6 aconteceu a sessão de autógrafos do livro “Vivências de uma Assistente Social no sistema penitenciário”, de Carolina Zanirato Buzoni. Toda a venda dos livros foi revertida para a ONG Garotos do Futuro. A escritora Carolina Zanirato Buzoni destacou que a obra é um convite para que todos possam conhecer o que realmente acontece dentro de uma penitenciária, além das violências, rebeliões, motins, reféns, superlotações, que são mais noticiados. “Neste livro apresento o outro lado. Ao contrário do que muitos pensam, há sim um lado positivo no cárcere. A humanização do sistema carcerário pelas mãos de uma assistente social e pela equipe de reintegração social”, explica Carolina, que é assistente social, pesquisadora e escritora. A autora tornou-se conhecida regionalmente por sua atuação no sistema penitenciário do Estado de São Paulo e pelo empenho e execução de projetos de reinserção social de pessoas privadas de liberdade. O livro traz relatos de vivências sob um olhar positivo, quebrando a barreira do preconceito e vislumbrando, além das muralhas do ceticismo e dos enormes muros que cercam as prisões, enxergando o que lá existe também de bom. “Há muitas pessoas privadas momentaneamente de sua liberdade, que buscam mudança de comportamento e a reconstrução de suas vidas”, destaca a autora.
- Em forma de história, alunos aprendem sobre a Semana de 22
No dia 10/6, a escola EMEF Doutor Faustino Jarruche, em Ribeirão Preto, recebeu a contação de história “Ana e a Semana: pequena história do modernismo em 1922”, com a atriz Gracyela Gitirana. A apresentação foi exclusiva para os alunos e foi realizada pela Fundação do Livro e Leitura em parceria com a Secretaria Municipal da Educação de Ribeirão Preto. A história foi baseada no livro “Ana e a semana”, de Kátia Canton, que fala sobre uma pequena história do modernismo de 1922. Através da narrativa, de forma lúcida e interativa, o enredo traz conhecimentos de artistas que marcaram a arte brasileira, relembrando o passado e desvendando uma semana histórica.
- Direitos LGBTQIA+ e as conquistas sociais ao longo do tempo foi tema de palestra
Na quinta-feira (9/6), a Escola Estadual Doutor Guimarães Júnior, em Ribeirão Preto, recebeu a advogada, Maria Eugênia Biffi, para a palestra “Direitos LGBTQIA+ e as conquistas sociais ao longo do tempo”. O encontro foi realizado pela Fundação do Livro e Leitura em parceria com a Diretoria de Ensino de Ribeirão Preto. Além de advogada, Maria Eugênia é mestre em gestão de Políticas Públicas e Projetos de Desenvolvimento, professora universitária e representante regional da Comissão da Mulher Advogada da OAB do Estado de São Paulo. Ela também é idealizadora dos projetos Ribeirão + Colorida, Emprego com Orgulho e do Maria, me explica Direito.
- Circo nas escolas de Ribeirão Preto
O espetáculo de teatro De Lucca Circus Show, em quatro apresentações nas escolas de Ribeirão Preto, nos dias 1 e 2 de junho, levou muita alegria e informações sobre a Semana de Arte Moderna de 1922 para os estudantes das escolas EMEF Antônio Palocci (CAIC), EMF Professora Maria Ignêz Lopes Rossi e da EMEF Doutor Júlio César Voltarelli. Com uma apresentação cômica, recheada de técnicas circenses que envolvem inúmeras modalidades de equilibrismo com o monociclo girafa, escada acrobática e malabarismo, o espetáculo proporcionou muita interação com os jovens. A atividade, exclusiva para os alunos das instituições, foi realizada pela Fundação do Livro e Leitura em parceria com a Secretaria Municipal da Educação, como uma ação preparatória para a 21ª Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto – que acontece de 20 a 28 de agosto de 2022, no formato híbrido. Para acompanhar outras atividades da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, acesse o canal no Youtube da instituição.
- O futuro dos eventos culturais
No dia 31 de maio, a Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto realizou a live “Retomada do setor cultural”, com os produtores culturais - Priscila Prado, Rogério Ceneviva e Bruna Veiga - e a superintendente da Fundação, Viviane Mendonça. O bate-papo foi transmitido ao vivo pelo Instagram e plataforma digital da instituição. A produtora cultural, Priscila Prado, destacou o crescimento dos eventos virtuais durante a pandemia da Covid-19: uma nova vertente de trabalho que os produtores, assim como ela, tiveram que se adaptar para continuar em funcionamento durante a paralisação. “Há estudos que apontam que, em 2020, esse tipo de evento movimentou 78 bilhões de dólares em todo o mundo. As estratégias de mercado, hoje, vão ser complementares entre o presencial e o on-line”, destacou. A também produtora cultural, Bruna Veiga, abordou os diferentes tipos de público. Para ela, o virtual é mais amplo e seletivo, já que a plataforma possibilita que o conteúdo possa ser consumido em outro momento, sem a necessidade do estar presente ao vivo. “O virtual tem um desafio maior, pois você tem que se conectar muito bem com seu público e ter um conteúdo forte, para que elas parem o que estão fazendo e vão assistir ao evento”, comentou. “O aumento do movimento dos eventos digitais já era previsto”, explicou Rogério Ceneviva. Porém, foi impulsionado pela pandemia, gerando estudo e adaptação por parte dos promotores. “Nem todos os promotores conseguiram fazer essa migração para o universo on-line, como os eventos de cidades menores que necessitavam de uma parte mais técnica e ficaram sem acontecer”, relatou o produtor cultural. Com o aumento da vacinação no país e mantendo as medidas de restrições, como distanciamento e uso de máscaras e álcool em gel, foi possível que os eventos pudessem retornar com capacidade máxima. “A retomada dos eventos presenciais é importantíssima para o setor, uma série de postos de trabalho acontecem só com o presencial. Porém, os eventos virtuais vieram para ficar, de forma que democratizamos o acesso”, disse Viviane. Para acompanhar a conversa completa, basta acessar o link do Instagram.
- Convívio social é tema de atividade em escola de Guará
A cidade de Guará, no interior de São Paulo, recebeu no dia 25 de maio, a contação de história “Revolução do Por Favor”, com a atriz Tânia Alonso. O evento aconteceu presencialmente na Escola Professora Adelaide Garnica, em dois horários, e foi exclusiva para os alunos da instituição. A atividade buscou promover a reflexão nos estudantes sobre as regras básicas de convívio social e relacionamento com os colegas de sala, estimulando o respeito ao próximo. A contação fez parte do “Projeto Educando para o Futuro”, criado pela Usina Alta Mogiana e que acontece desde 2001 com o intuito de promover a diversidade de conhecimentos e interdisciplinaridade, além de estimular o desenvolvimento sociocultural dos estudantes.

















