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362 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Estudantes participam de palestra sobre economia criativa

    No dia21 de novembro aconteceu mais um encontro do Economia Criativa Ribeirão, projeto que conta com apoio institucional da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto e da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo. Desta vez, o tema da palestra foi “Emprego, renda e desenvolvimento em Ribeirão Preto”. A condução foi feita pela advogada Maria Eugênia Biffi, que é mestra em gestão de políticas públicas, professora universitária e idealizadora do projeto. A atividade aconteceu na Faculdade Metropolitana Famesp e reuniu alunos do 2º e 4º semestre do curso de Administração da faculdade No encontro, Maria Eugênia apresentou aos estudantes um recorte da ampla temática da economia criativa, com aplicação direta na realidade econômica da cidade, sinalizando o quanto de empregabilidade e de ganho da população estão diretamente atrelados às possibilidades de desenvolvimento da comunidade como um todo. “A economia criativa é um dos principais elementos de desenvolvimento social, cultural e econômico da sociedade, e é capaz de gerar renda, empregos, promover a diversidade cultural e o desenvolvimento humano”, disse a advogada.

  • Clube do Livro discute “Afirma Pereira”, de Antonio Tabucchi

    Na última atividade do mês de novembro da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, realizada no dia 18/11, o encontro do Clube do Livro, debateu com o público presente na sala de reuniões do ZOOM o livro do autor italiano, Antonio Tabucchi, “Afirma Pereira”. O romance, que foi publicado em 1994, conta a história de um jornalista português, José Ribeiro Pereira, que vive em Lisboa durante a ditadura de Salazar (1933-1974). Com um texto complexo e reflexivo, que aborda temas como a ditadura, a liberdade, a amizade e a literatura, “Afirma Pereira” também tem uma versão em quadrinhos, lançada no Brasil em 2022, com os desenhos do francês Pierra- Henry Gomont. O Clube do Livro é coordenado pela bibliotecária Gabriela Pedrão. No mês de dezembro, o grupo se reúne no dia 9 (sábado). O livro escolhido é “Botchan”, de Natsume Soseki. A participação é gratuita.

  • Cine Fórum exibe “As Bruxas de Salém”

    Também no sábado (11/11), a Fundação do Livro e Leitura realizou mais uma edição do Cine Fórum, encontro comandado pelos Gêmeos do Cinema, André e Marcos de Castro. O filme exibido neste mês foi “As Bruxas de Salém”, de 1996, dirigido por Nicholas Hytner e inspirado em uma peça teatral, escrita em 1953 por Arthur Miller. O longa se passa entre fevereiro de 1693 e maio de 1694, na cidade costeira de Salém, no condado de Essex em Massachusetts nos EUA. Lá ocorreu um dos capítulos mais tenebrosos da história da justiça norte-americana: mais de 200 pessoas foram acusadas de praticar bruxaria na cidade, mas apenas 30 foram consideradas culpadas. Dessas, 20 moradores foram executados, sendo 19 por enforcamento (14 mulheres e cinco homens) e uma mulher idosa por esmagamento com pedras. Um outro homem, Giles Corey, foi pressionado até a morte por recursar-se a confessar por usar as artes da bruxaria e outras cinco pessoas morreram na prisão. É a partir dessa história que o filme “As Bruxas de Salém” e a peça teatral, de 1953, foram inspirados. “É um filme que retrata o que acontece com uma histeria coletiva vinda de acusações falsas. O filme, que mostra como o abuso de poder pode ser maléfico para as pessoas, é uma boa forma de encerrar vários assuntos fortes que o Cine Fórum trouxe neste ano”, explicou Marcos de Castro, um dos idealizadores do Cine Fórum. Para André de Castro, o encontro debateu a importância da informação, já que a obra original expõe como as pessoas, na época do julgamento, não tinham informação e apenas julgavam com base na fé. “Falamos sobre o cuidado das acusações falsas, pois elas podem causar muita dor, além da obsessão religiosa, amor e perdão. Todos tópicos polêmicos que renderam uma boa conversa após a exibição do filme”, concluiu.

  • Akins Kintê participa do Clube Literário Resenha Preta

    No dia 11/11, foi a vez do Clube Literário Resenha Preta ocupar a sede da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto. Nesta edição, o encontro recebeu o escritor, documentarista e arte-educador, Akins Kintê. A mediação foi de Iuliana Rodrigues e Zeca Ferreira. O tema do bate-papo foi em torno do livro do escritor “Muzimba, na humildade sem maldade”. Na obra, Akins Kintê reúne toda a sua experiência com as rodas de slam, samba e rap, e apresenta um conjunto de poemas que traduzem a alma diversa e polifônica das periferias. “Minha obra traz o lance de quebrada das favelas, das periferias, da beirada de campo, do futebol de várzea. O ‘Muzimba’ dialoga muito com o preto de favela, com a moça preta de favela, com a questão racial, que é a coisa que mais nos liga e que dá essa sintonia forte para as periferias do Brasil, seja em São Paulo, Ribeirão Preto, Salvador, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Florianópolis, alguns lugares por onde tenho circulado”, contou. O próximo encontro do Clube Literário acontece no dia 9 de dezembro, com a presença da escritora Bruna Motta, na sede da Fundação do Livro, a partir das 10h.

  • Sarau dos Médicos encerra a temporada de 2023

    Com a coordenação do médico e escritor Nelson Jacintho, o sarau do Grupo de Médicos Escritores e Amigos Dr. Carlos Roberto Caliento encerrou sua agenda de 2023 no dia 18/11. O último encontro de 2023 aconteceu na sede da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto e reuniu, mais uma vez, amantes da literatura para uma confraternização entre os amigos escritores. Durante o sarau, os participantes puderam levar suas obras autorais, recitar poemas, cantar, tocar algum instrumento musical ou apenas apreciar as apresentações. Em 2024, o Grupo de Médicos Escritores e Amigos retorna com as s atividades normais e promete novidades. Todos os encontros são abertos ao público e gratuito.

  • Clube do Livro encerra a agenda de outubro

    Uma das atividades mais tradicionais da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, o Clube do Livro encerrou a agenda de outubro da entidade. Coordenado pela biblioteconomista Gabriela Pedrão, neste mês, os participantes conversaram sobre a obra da escritora moldava Tatiana Tîbuleac, “O verão em que mamãe teve olhos verdes”, traduzido por Fernando Klabin. A escritora venceu o Prêmio Cálamo e o Prêmio de Literatura da União Europeia, ambos em 2019. O enredo do livro apresenta uma potente força narrativa ao escolher personagens desajustados e sedutores para criar um romance inusitado e ácido, porém profundamente terno, sobre a necessidade de amar e de ser amado. A atividade aconteceu on-line, através da plataforma Zoom, e o encontro pode ser assistido na íntegra através do canal no Youtube da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto (https://www.youtube.com/watch?v=5z944GpXAsE). Em novembro, o penúltimo mês do Clube do Livro em 2023, será a vez da obra “Afirma Pereira”, de Antonio Tabucchi, no sábado (18/11), às 16h, entrar para o debate.

  • Cine Fórum de outubro exibiu “Carrie, a estranha”

    Mais uma vez, os Gêmeos do Cinema, idealizadores e organizadores do Cine Fórum lotaram o auditório da Fundação do Livro e Leitura no dia 7 de outubro, que se transformou em uma verdadeira sala de cinema. Nesta edição do encontro, a dupla trouxe um dos clássicos do gênero de terror: “Carrie, a estranha”, longa de 1976. O filme, dirigido por Brian de Palma, é baseado no livro de mesmo nome, de Stephen King, e a produção foi considerada pela grande crítica como uma das melhores adaptações do romance, recebendo indicações ao Oscar - de melhor atriz e melhor atriz coadjuvante. A próxima sessão do Cine Fórum acontece no dia 11 de novembro, com a exibição do filme “Tomates Verdes Fritos”, de 1991, de Jon Avnet. O encontro é aberto e gratuito ao público.

  • “Feminismos Negros e o pensamento de Lélia González” foi o centro do debate do Resenha Preta

    No dia 7 de outubro, o Clube Literário Resenha Preta debateu o tema “Feminismos Negros e o pensamento de Lélia González”, com a participação da jornalista, escritora e consultora de comunicação antirracista, Monique dos Anjos. Neste encontro, a mediação foi feita por Neide Fantini e Maitê Gomes. Pioneira em tudo o que realizou, a mineira Lélia González – autora abordada nessa edição do Resenha Preta - tornou-se referência em estudos de gênero, raça e classe no Brasil, na América Latina e no mundo. Filósofa, antropóloga, escritora e ativista, Lélia ajudou a fundar o Movimento Negro Unificado (MNU) e é considerada uma das principais autoras do feminismo negro no país. Monique dos Anjos é pesquisadora de gênero, raça e classe, com recorte para mulheres negras e comunicação. Em paralelo, a jornalista atua também como consultora antirracista em empresas e instituições de ensino alinhadas aos preceitos de ESG e equidade racial e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. O próximo encontro do Clube Literário acontece no dia 11 de novembro, com a prensença de Akins Kinte, às 10h. A atividade é aberta e gratuita ao público.

  • Sarau dos Médicos abre agenda de outubro de Fundação

    A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto inaugurou sua agenda de outubro com o tradicional encontro do sarau do Grupo de Médicos Escritores e Amigos Dr. Carlos Roberto Caliento. O próximo encontro do sarau acontece no dia 8/11(quarta-feira), na sede da entidade (Rua Professor Mariano Siqueira, 81 – Jardim América). O encontro pe aberto e gratuito.

  • Resenha Preta teve a participação de Ryane Leão

    Finalizando a programação do mês de setembro, a Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto realizou o encontro do Clube Literário Resenha Preta no último sábado do mês, no dia 30/9, na sede da entidade. Mais uma vez em Ribeirão Preto e apoiando os projetos da Fundação do Livro e Leitura, a escritora Ryane Leão esteve presente no encontro que foi mediado por Carol Gregório e Mel Vitalino. Neste mês, o tema do Resenha Preta foi “Jamais Peço Desculpas Por Me Derramar”, último livro (2019) de Ryane Leão que é poeta, professora e criadora da página “onde jazz meu coração”. Ryane, tem mais de 600 mil seguidores nas redes sociais e ficou conhecida através da partilha de seus textos. Seu primeiro livro é “Tudo nela brilha e queima: poemas de amor e luta”, lançado em 2017 e que já vendeu mais de 40 mil exemplares. O Resenha Preta tem um formato inovador: discute um tema específico a partir da obra de autores pretos, que estão sempre presentes no encontro. As questões raciais e a literatura contemporânea afro-brasileira serão norteadoras dos encontros. Todos as obras discutidas fazem parte do acervo da Biblioteca da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto.

  • “O quarto de Giovanni”, de James Baldwin, foi o escolhido pelo Clube do Livro em setembro

    o dia 23 de setembro, a Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto promoveu mais um encontro do Clube do Livro, que debateu a obra de James Baldwin, “O quarto de Giovanni” (1952). O encontro aconteceu de forma on-line através da plataforma de reuniões ZOOM. Para a bibliotecária e coordenadora Clube do Livro, Gabriela Pedrão, o livro é das obras-primas da literatura norte-americana, que ganhou esse destaque por retratar, com pinceladas autobiográficas, uma situação inusitada vivida pelo casal Hella e David, que se envolve com um garçom italiano, Giovanni. “A obra explora as dificuldades dos personagens em enfrentar o vazio existencial ao perceber a fragilidade de laços e as frustações de seus desejos”, explicou Gabriela. Ela ainda revelou que essa foi a primeira vez que o Clube do Livro debateu uma obra sobre a questão da masculinidade. “É um livro que fala sobre o movimento gay, direitos civis, homofobia, preconceito, masculinidade e sexualidade. Temos lido muitos livros feministas no Clube do Livro e, pela primeira vez, discutimos essa questão”, comentou a coordenadora.

  • Projeto discute a economia criativa em Ribeirão Preto

    Com apoio institucional da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto e da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, foi realizado o primeiro encontro do Projeto Economia Criativa Ribeirão, no Palácio do Rio Branco (Praça Barão do Rio Branco), no dia 13 de setembro de 2023. A palestra "Escuta: diálogo para identificação da demanda do setor criativo de Ribeirão Preto" foi conduzida pela idealizadora do projeto, a advogada Maria Eugênia Biffi, mestra em gestão de políticas públicas e professora universitária, que conversou com o público, observando as sugestões e dores da cadeia cultural da cidade. O objetivo do projeto é disseminar o tema da Economia Criativa como vetor de desenvolvimento no município de Ribeirão Preto. Por meio de encontros de escuta, o projeto aborda diferentes cenários da cultura e do desenvolvimento econômico e social local, levantando dados primários das dificuldades e potencialidades dos setores criativos, identificando possíveis interfaces entre as políticas municipais e o fortalecimento da economia criativa em Ribeirão Preto. O segundo encontro do projeto aconteceu no dia 19 de setembro, na sede da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, promovendo um debate sobre vivências da economia criativa em Ribeirão Preto. O terceiro encontro, que acontece neste sábado (30), contará com uma roda de conversa sobre Economia Criativa e uma mediação entre a cultura e o desenvolvimento, e acontece das 10h às 12h, na Biblioteca Sinhá Junqueira (Rua Duque de Caxias, 547). A participação é aberta e gratuita. Para a idealizadora do projeto, Maria Eugênia Biffi, a economia criativa é um dos principais elementos de desenvolvimento social, cultural e econômico da sociedade atual, sendo capaz de gerar renda, empregos, promover a diversidade cultural e o desenvolvimento humano. “Isso tudo por meio dos fazeres criativos, artísticos e culturais, impactando diretamente na rentabilidade de toda a cadeia produtiva. Por isso, é indispensável construir políticas públicas locais que fortaleçam a economia criativa em Ribeirão Preto”, comentou. Por trabalhar mais envolvida nessa área, a advogada destacou algumas das dificuldades já identificadas. “Um grande problema para os organizadores de feiras, por exemplo, é a falta de uma política pública que atenda suas peculiaridades, pois a legislação municipal exige o cumprimento de obrigações inalcançáveis ao setor, o que torna o processo de execução das feiras muito mais difícil, principalmente porque muitas pessoas, inclusive agentes políticos e funcionários públicos, ainda não compreendem a dinâmica das feiras que fomentam os pequenos produtores da Economia Criativa local”, explicou. Para facilitar a compreensão sobre o conceito, a palestrante mostrou que a economia criativa está vinculada à duas dimensões: a simbólica e a econômica. A primeira, segundo ela, trata das habilidades, capacidades e criatividade do indivíduo na produção do fazer artístico cultural, como artes plásticas, artesanato, música, teatro, gastronomia etc. “A outra, trata do aspecto da empregabilidade, geração de renda, propriedade intelectual, circulação de riquezas e contratação de pessoas. A Economia Criativa impulsiona a produção cultural e a criatividade e se caracteriza como um setor precursor de um novo viés econômico de alta relevância para geração de emprego e renda nos municípios”, contextualizou Maria Eugênia Biffi.

  • Cine Fórum exibiu “Boa noite, mãe”, de Tom Moore

    No dia 16 de setembro, o Cine Fórum – idealizado e coordenado pelos Gêmeos do Cinema, os irmãos André e Marcos de Castro – exibiu e debateu o raro filme “Boa noite, mãe” (‘Night, mother), de 1986, dirigido por Tom Moore. A atividade aconteceu na sede da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, às 18h. Durante a conversa com o público, Marcos de Castro deixou claro que, caso o filme “que está esquecido e poucas pessoas o conhecem”, fosse produzido atualmente, seria indicado a prêmios como o Globo de Ouro e o Oscar. “O filme aborda o suicídio, justificando o ato mediante a uma depressão. Na época, a Universal, uma gigante do cinema, não divulgou o longa de forma geral e sim mais contida, justamente por ser um tema difícil já naquele tempo”, explicou. O próximo encontro do Cine Fórum será em outubro, no sábado (7/10), exibindo o filme “Carrie”, de 1976, e direção de Brian De Palma. A entrada é gratuita e aberta ao público, na sede da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto (Rua Professor Mariano Siqueira, 81, Jardim América).

  • Sarau dos médicos escritores abre agenda cultural de setembro

    A tradicional programação cultural da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto começou diferente em setembro. Foram dois saraus logo na primeira semana de atividades. O primeiro aconteceu de forma exclusiva para os colaboradores da Usina Alta Mogiana, às 10h30, na biblioteca da empresa, na primeira sexta-feira do mês (8/9). Na quarta-feira seguinte (13/9) foi a vez do tradicional sarau promovido pelo Grupo de Médicos Escritores e Amigos Dr. Carlos Roberto Caliento, na sede da Fundação do Livro e Leitura. O encontro, coordenado pelo médico e escritor Nelson Jacintho, propicia aos participantes a oportunidade de levar suas obras autorais, recitar poemas, cantar, tocar algum instrumento musical ou apenas apreciar as apresentações. O próximo encontro do grupo acontece no dia 4 de outubro, às 20h, na sede da Fundação (Rua Professor Mariano Siqueira, 81, Jardim América). A participação é gratuita e aberta à população.

  • Cine Fórum debate filme dirigido por Sofia Coppola

    “O melhor filme de 2017”. Essa é a opinião dos organizadores do Cine Fórum, Marcos e André de Castro – Os Gêmeos do Cinema, sobre o longa “O estranho que nós amamos” (versão de 2017), exibido no dia 5/8, na Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto. O filme foi o escolhido pela dupla para o mês de agosto durante as sessões do Cine Fórum. Lançado em 2017, Sofia Coppola foi vencedora na categoria de melhor diretora no Festival de Cannes, além de ser indicado a Palma de Ouro – prêmio de maior prestígio do Festival. “Mesmo ‘A Forma da Água’ ter ganhado como melhor filme do ano, ‘O estranho que nós amamos’ é o melhor filme do ano para nós, por ter sido a consagração da diretora em Cannes e pela maneira como ela enxerga a nova versão do filme e a linguagem sobre o livro”, disse Marcos de Castro. Para André de Castro, fica claro que em 1971 o diretor quis apresentar a existência do “bem e do mal, separados”, e o livro já deixa tudo em duplo sentido. “Na versão da Sofia, não: ela mostra que todos têm o bem e o mal dentro de si, não existe duplo sentido. A bondade e a maldade está dentro do ser humano, porque é isso que nos faz seres humanos”, comentou. “O estranho que nós amamos” caminha por diferentes gêneros do cinema, como o drama e suspense. “O suspense existe por conta da manipulação feita entre os personagens do filme”, avalia Marcos que, segundo ele, o Cine Fórum está rumando para uma vertente diferente nos últimos três meses. O projeto já exibiu “Lua de Fel” - um filme erótico com suspense e drama; “Scarface”, um filme de ação típica dos anos 1980, e por fim, “Jesus Cristo Superstar”, uma obra bíblica e musical. “Chegamos a um suspense, fechado, com silêncio. Espero que o público se surpreenda, porque é um filme rápido, sem meio termo. Mas o cinema de Sofia Coppola está aí para questionamos quem é o ser humano?”, concluiu Marcos de Castro.

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