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- Clube do Livro encerra a agenda de outubro
Uma das atividades mais tradicionais da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, o Clube do Livro encerrou a agenda de outubro da entidade. Coordenado pela biblioteconomista Gabriela Pedrão, neste mês, os participantes conversaram sobre a obra da escritora moldava Tatiana Tîbuleac, “O verão em que mamãe teve olhos verdes”, traduzido por Fernando Klabin. A escritora venceu o Prêmio Cálamo e o Prêmio de Literatura da União Europeia, ambos em 2019. O enredo do livro apresenta uma potente força narrativa ao escolher personagens desajustados e sedutores para criar um romance inusitado e ácido, porém profundamente terno, sobre a necessidade de amar e de ser amado. A atividade aconteceu on-line, através da plataforma Zoom, e o encontro pode ser assistido na íntegra através do canal no Youtube da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto (https://www.youtube.com/watch?v=5z944GpXAsE). Em novembro, o penúltimo mês do Clube do Livro em 2023, será a vez da obra “Afirma Pereira”, de Antonio Tabucchi, no sábado (18/11), às 16h, entrar para o debate.
- Cine Fórum de outubro exibiu “Carrie, a estranha”
Mais uma vez, os Gêmeos do Cinema, idealizadores e organizadores do Cine Fórum lotaram o auditório da Fundação do Livro e Leitura no dia 7 de outubro, que se transformou em uma verdadeira sala de cinema. Nesta edição do encontro, a dupla trouxe um dos clássicos do gênero de terror: “Carrie, a estranha”, longa de 1976. O filme, dirigido por Brian de Palma, é baseado no livro de mesmo nome, de Stephen King, e a produção foi considerada pela grande crítica como uma das melhores adaptações do romance, recebendo indicações ao Oscar - de melhor atriz e melhor atriz coadjuvante. A próxima sessão do Cine Fórum acontece no dia 11 de novembro, com a exibição do filme “Tomates Verdes Fritos”, de 1991, de Jon Avnet. O encontro é aberto e gratuito ao público.
- “Feminismos Negros e o pensamento de Lélia González” foi o centro do debate do Resenha Preta
No dia 7 de outubro, o Clube Literário Resenha Preta debateu o tema “Feminismos Negros e o pensamento de Lélia González”, com a participação da jornalista, escritora e consultora de comunicação antirracista, Monique dos Anjos. Neste encontro, a mediação foi feita por Neide Fantini e Maitê Gomes. Pioneira em tudo o que realizou, a mineira Lélia González – autora abordada nessa edição do Resenha Preta - tornou-se referência em estudos de gênero, raça e classe no Brasil, na América Latina e no mundo. Filósofa, antropóloga, escritora e ativista, Lélia ajudou a fundar o Movimento Negro Unificado (MNU) e é considerada uma das principais autoras do feminismo negro no país. Monique dos Anjos é pesquisadora de gênero, raça e classe, com recorte para mulheres negras e comunicação. Em paralelo, a jornalista atua também como consultora antirracista em empresas e instituições de ensino alinhadas aos preceitos de ESG e equidade racial e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. O próximo encontro do Clube Literário acontece no dia 11 de novembro, com a prensença de Akins Kinte, às 10h. A atividade é aberta e gratuita ao público.
- Sarau dos Médicos abre agenda de outubro de Fundação
A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto inaugurou sua agenda de outubro com o tradicional encontro do sarau do Grupo de Médicos Escritores e Amigos Dr. Carlos Roberto Caliento. O próximo encontro do sarau acontece no dia 8/11(quarta-feira), na sede da entidade (Rua Professor Mariano Siqueira, 81 – Jardim América). O encontro pe aberto e gratuito.
- Resenha Preta teve a participação de Ryane Leão
Finalizando a programação do mês de setembro, a Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto realizou o encontro do Clube Literário Resenha Preta no último sábado do mês, no dia 30/9, na sede da entidade. Mais uma vez em Ribeirão Preto e apoiando os projetos da Fundação do Livro e Leitura, a escritora Ryane Leão esteve presente no encontro que foi mediado por Carol Gregório e Mel Vitalino. Neste mês, o tema do Resenha Preta foi “Jamais Peço Desculpas Por Me Derramar”, último livro (2019) de Ryane Leão que é poeta, professora e criadora da página “onde jazz meu coração”. Ryane, tem mais de 600 mil seguidores nas redes sociais e ficou conhecida através da partilha de seus textos. Seu primeiro livro é “Tudo nela brilha e queima: poemas de amor e luta”, lançado em 2017 e que já vendeu mais de 40 mil exemplares. O Resenha Preta tem um formato inovador: discute um tema específico a partir da obra de autores pretos, que estão sempre presentes no encontro. As questões raciais e a literatura contemporânea afro-brasileira serão norteadoras dos encontros. Todos as obras discutidas fazem parte do acervo da Biblioteca da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto.
- “O quarto de Giovanni”, de James Baldwin, foi o escolhido pelo Clube do Livro em setembro
o dia 23 de setembro, a Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto promoveu mais um encontro do Clube do Livro, que debateu a obra de James Baldwin, “O quarto de Giovanni” (1952). O encontro aconteceu de forma on-line através da plataforma de reuniões ZOOM. Para a bibliotecária e coordenadora Clube do Livro, Gabriela Pedrão, o livro é das obras-primas da literatura norte-americana, que ganhou esse destaque por retratar, com pinceladas autobiográficas, uma situação inusitada vivida pelo casal Hella e David, que se envolve com um garçom italiano, Giovanni. “A obra explora as dificuldades dos personagens em enfrentar o vazio existencial ao perceber a fragilidade de laços e as frustações de seus desejos”, explicou Gabriela. Ela ainda revelou que essa foi a primeira vez que o Clube do Livro debateu uma obra sobre a questão da masculinidade. “É um livro que fala sobre o movimento gay, direitos civis, homofobia, preconceito, masculinidade e sexualidade. Temos lido muitos livros feministas no Clube do Livro e, pela primeira vez, discutimos essa questão”, comentou a coordenadora.
- Projeto discute a economia criativa em Ribeirão Preto
Com apoio institucional da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto e da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, foi realizado o primeiro encontro do Projeto Economia Criativa Ribeirão, no Palácio do Rio Branco (Praça Barão do Rio Branco), no dia 13 de setembro de 2023. A palestra "Escuta: diálogo para identificação da demanda do setor criativo de Ribeirão Preto" foi conduzida pela idealizadora do projeto, a advogada Maria Eugênia Biffi, mestra em gestão de políticas públicas e professora universitária, que conversou com o público, observando as sugestões e dores da cadeia cultural da cidade. O objetivo do projeto é disseminar o tema da Economia Criativa como vetor de desenvolvimento no município de Ribeirão Preto. Por meio de encontros de escuta, o projeto aborda diferentes cenários da cultura e do desenvolvimento econômico e social local, levantando dados primários das dificuldades e potencialidades dos setores criativos, identificando possíveis interfaces entre as políticas municipais e o fortalecimento da economia criativa em Ribeirão Preto. O segundo encontro do projeto aconteceu no dia 19 de setembro, na sede da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, promovendo um debate sobre vivências da economia criativa em Ribeirão Preto. O terceiro encontro, que acontece neste sábado (30), contará com uma roda de conversa sobre Economia Criativa e uma mediação entre a cultura e o desenvolvimento, e acontece das 10h às 12h, na Biblioteca Sinhá Junqueira (Rua Duque de Caxias, 547). A participação é aberta e gratuita. Para a idealizadora do projeto, Maria Eugênia Biffi, a economia criativa é um dos principais elementos de desenvolvimento social, cultural e econômico da sociedade atual, sendo capaz de gerar renda, empregos, promover a diversidade cultural e o desenvolvimento humano. “Isso tudo por meio dos fazeres criativos, artísticos e culturais, impactando diretamente na rentabilidade de toda a cadeia produtiva. Por isso, é indispensável construir políticas públicas locais que fortaleçam a economia criativa em Ribeirão Preto”, comentou. Por trabalhar mais envolvida nessa área, a advogada destacou algumas das dificuldades já identificadas. “Um grande problema para os organizadores de feiras, por exemplo, é a falta de uma política pública que atenda suas peculiaridades, pois a legislação municipal exige o cumprimento de obrigações inalcançáveis ao setor, o que torna o processo de execução das feiras muito mais difícil, principalmente porque muitas pessoas, inclusive agentes políticos e funcionários públicos, ainda não compreendem a dinâmica das feiras que fomentam os pequenos produtores da Economia Criativa local”, explicou. Para facilitar a compreensão sobre o conceito, a palestrante mostrou que a economia criativa está vinculada à duas dimensões: a simbólica e a econômica. A primeira, segundo ela, trata das habilidades, capacidades e criatividade do indivíduo na produção do fazer artístico cultural, como artes plásticas, artesanato, música, teatro, gastronomia etc. “A outra, trata do aspecto da empregabilidade, geração de renda, propriedade intelectual, circulação de riquezas e contratação de pessoas. A Economia Criativa impulsiona a produção cultural e a criatividade e se caracteriza como um setor precursor de um novo viés econômico de alta relevância para geração de emprego e renda nos municípios”, contextualizou Maria Eugênia Biffi.
- Cine Fórum exibiu “Boa noite, mãe”, de Tom Moore
No dia 16 de setembro, o Cine Fórum – idealizado e coordenado pelos Gêmeos do Cinema, os irmãos André e Marcos de Castro – exibiu e debateu o raro filme “Boa noite, mãe” (‘Night, mother), de 1986, dirigido por Tom Moore. A atividade aconteceu na sede da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, às 18h. Durante a conversa com o público, Marcos de Castro deixou claro que, caso o filme “que está esquecido e poucas pessoas o conhecem”, fosse produzido atualmente, seria indicado a prêmios como o Globo de Ouro e o Oscar. “O filme aborda o suicídio, justificando o ato mediante a uma depressão. Na época, a Universal, uma gigante do cinema, não divulgou o longa de forma geral e sim mais contida, justamente por ser um tema difícil já naquele tempo”, explicou. O próximo encontro do Cine Fórum será em outubro, no sábado (7/10), exibindo o filme “Carrie”, de 1976, e direção de Brian De Palma. A entrada é gratuita e aberta ao público, na sede da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto (Rua Professor Mariano Siqueira, 81, Jardim América).
- Sarau dos médicos escritores abre agenda cultural de setembro
A tradicional programação cultural da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto começou diferente em setembro. Foram dois saraus logo na primeira semana de atividades. O primeiro aconteceu de forma exclusiva para os colaboradores da Usina Alta Mogiana, às 10h30, na biblioteca da empresa, na primeira sexta-feira do mês (8/9). Na quarta-feira seguinte (13/9) foi a vez do tradicional sarau promovido pelo Grupo de Médicos Escritores e Amigos Dr. Carlos Roberto Caliento, na sede da Fundação do Livro e Leitura. O encontro, coordenado pelo médico e escritor Nelson Jacintho, propicia aos participantes a oportunidade de levar suas obras autorais, recitar poemas, cantar, tocar algum instrumento musical ou apenas apreciar as apresentações. O próximo encontro do grupo acontece no dia 4 de outubro, às 20h, na sede da Fundação (Rua Professor Mariano Siqueira, 81, Jardim América). A participação é gratuita e aberta à população.
- Cine Fórum debate filme dirigido por Sofia Coppola
“O melhor filme de 2017”. Essa é a opinião dos organizadores do Cine Fórum, Marcos e André de Castro – Os Gêmeos do Cinema, sobre o longa “O estranho que nós amamos” (versão de 2017), exibido no dia 5/8, na Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto. O filme foi o escolhido pela dupla para o mês de agosto durante as sessões do Cine Fórum. Lançado em 2017, Sofia Coppola foi vencedora na categoria de melhor diretora no Festival de Cannes, além de ser indicado a Palma de Ouro – prêmio de maior prestígio do Festival. “Mesmo ‘A Forma da Água’ ter ganhado como melhor filme do ano, ‘O estranho que nós amamos’ é o melhor filme do ano para nós, por ter sido a consagração da diretora em Cannes e pela maneira como ela enxerga a nova versão do filme e a linguagem sobre o livro”, disse Marcos de Castro. Para André de Castro, fica claro que em 1971 o diretor quis apresentar a existência do “bem e do mal, separados”, e o livro já deixa tudo em duplo sentido. “Na versão da Sofia, não: ela mostra que todos têm o bem e o mal dentro de si, não existe duplo sentido. A bondade e a maldade está dentro do ser humano, porque é isso que nos faz seres humanos”, comentou. “O estranho que nós amamos” caminha por diferentes gêneros do cinema, como o drama e suspense. “O suspense existe por conta da manipulação feita entre os personagens do filme”, avalia Marcos que, segundo ele, o Cine Fórum está rumando para uma vertente diferente nos últimos três meses. O projeto já exibiu “Lua de Fel” - um filme erótico com suspense e drama; “Scarface”, um filme de ação típica dos anos 1980, e por fim, “Jesus Cristo Superstar”, uma obra bíblica e musical. “Chegamos a um suspense, fechado, com silêncio. Espero que o público se surpreenda, porque é um filme rápido, sem meio termo. Mas o cinema de Sofia Coppola está aí para questionamos quem é o ser humano?”, concluiu Marcos de Castro.
- Allan da Rosa esteve presente no Clube Literário Resenha
A sede da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto foi palco de mais um encontro do Clube Literário Resenha. O encontro aconteceu no dia 22/7 (sábado) e teve a presença do editor, educador e escritor, Allan da Rosa, discutindo seu livro “Reza de Mãe”, lançado em 2016. O livro é a primeira reunião impressa do autor em contos, que retrata – com uma linguagem linguística e literária – a dura vivência na periferia sob o prisma afro-brasileiro. Durante o bate-papo com escritor foi possível conversar sobre a relação de diversos temas, como a ficção e nervuras, erro e compreensão, linguagem e medo, dimensões temporais e contradições ancestrais do ser, sobre “afrofuturismo”, gibis, atlas, pessoas e a imaginação da memória. O próximo encontro do Clube Literário Resenha Preta acontece em agosto, no sábado (12), durante a 22ª FIL - Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto, com a presença da escritora Carla Akotirene, debatendo seu livro “Interseccionalidade”.
- Cine Fórum exibe "Jesus Cristo Superstar"
Sucesso na década de 70, o musical britânico de 1973, dirigido por cineasta canadense Norman Jewison, "Jesus Cristo Superstar", de 1973, foi o tema central do Cine Fórum do mês de julho. O encontro aconteceu na sede da Fundação, no dia 8 de julho e reuniu os amantes do cinema. O Cine Fórum é organizado pelos Gêmeos do Cinema, Marcos e André de Castro. O longa conta, em uma versão pop, os últimos dias da vida de Jesus Cristo: a a partir da sua chegada a Jerusalém, girando em torno do conflito entre o santíssimo e Judas. O filme recebeu diversos prêmios, como o Bafta (Reino Unido) de 1974, na categoria de Melhor Trilha Sonora, e o Prêmio David di Donatello (Itália), no mesmo ano, de Melhor Filme Estrangeiro. Além disso, os atores Ted Neeley (Jesus Cristo) e Carl Anderson (Judas Iscariotes) foram indicados para dois prêmios do Globo de Ouro de 1974. O filme foi elogiado por sua direção criativa e performances poderosas, capturando a energia e a mensagem do musical original. "Ele continua sendo uma adaptação popular e influente, apreciada tanto por fãs do musical quanto por novos espectadores", destaca André de Castro. O próximo encontro acontece no dia 5 de agosto, às 18h, com a exibição do filme "O Estranho que nós amamos", de 2017, de Sofia Coppola.
- Médicos escritores se reúnem para mais um sarau literário
A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto deu início à sua agenda cultural de julho com o tradicional sarau do Grupo de Médicos Escritores e Amigos Dr. Carlos Roberto Caliento. Sob a liderança do médico e escritor Nelson Jacintho, o evento reuniu amantes da literatura na sede da instituição para uma noite de leitura de poemas, apresentações musicais e exibição de diversos trabalhos. O próximo encontro do grupo acpntece no mês de agosto, no dia 2, às 20h.
- Escritora Martha Batalha foi tema de debate durante Clube do Livro
A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto realizou mais um encontro do Clube do Livro que, no mês de junho, debateu o livro “A vida invisível de Eurídice Gusmão”, da escritora Martha Batalha, lançado em 2016. A atividade foi transmitida de forma on-line, através da plataforma de reuniões ZOOM, com a coordenação da bibliotecária, Gabriela Pedrão. A escolha por debater a obra da escritora e jornalista brasileira para o centro do bate-papo já vinha sendo discutida há algum tempo, segundo Gabriela Pedrão. “Sua obra é importante por trazer um contexto histórico brasileiro do século XX, além de abordar o papel das mulheres nessa época, destacando a vida invisível delas”, comenta. A obra traz a história de uma mulher inteligente, Eurídice Gusmão, que se destaca em todas as áreas que se dedica, mas acaba enclausurada no papel de mãe e esposa, e que não consegue realizar nada do que tem vontade. O livro se passa no Rio de Janeiro, em 1940, mostrando uma sociedade onde as mulheres eram criadas para se tornarem boas esposas. O próximo encontro de julho será no dia 29, com a obra de Umberto Eco, “A ilha do dia anterior”.
- Fundação recebe encontro dos Médicos Escritores e Amigos Dr. Carlos Roberto Caliento
sede da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto recebeu mais uma vez o grupo Médicos Escritores e Amigos Dr. Carlos Roberto Caliento para a realização do tradicional sarau. O encontro aconteceu no dia 14 de junho. A atividade, que é gratuita e aberta ao público, já tem data marcada para o próximo mês: na primeira quarta-feira de julho (5/7), às 20h, na Rua Professor Mariano Siqueira, 81, no Jardim América, em Ribeirão Preto. Confira algumas imagens do encontro de junho:

















