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  • “Scarface” foi exibido na Fundação do Livro

    O filme preferido de Al Pacino, uma das principais estrelas de Hollywood, “Scarface”, foi exibido na sede da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto no sábado (10/6). Após a exibição, houve o tradicional bate-papo com o público, que discutiu os principais pontos do longa que lançou ao mundo “Tony Montana”, personagem de Al Pacino. A atividade foi conduzida pelos Gêmeos do Cinema, André e Marcos de Castro. “O universo do cinema nunca imaginou que um filme de gângster, político e com violência, fosse se tornar tão épico”, comentou Marcos de Castro. Para ele, a produção está ao lado de “Blade Runner” – também foi exibido pelo Cine Fórum nesse ano – como um dos principais filmes cults dos anos 1980. Além de Al Pacino, esse filme foi responsável pelo “lançamento” de Michelle Pfeiffer no estrelato hollywoodiano. “Este filme de 1983 é um remake de 1932. O grande cult ‘Scarface’ de 1983 é uma refilmagem, porém é muito inteligente que, após 51 anos da primeira versão, alguém produziu uma versão usando a mesma partitura, mas trocando a bebida pela cocaína – que são as polêmicas de cada época. É incrível a competência do Brian de Palma (diretor) e do Oliver Stone (roteirista)”, destacou André de Castro. O próximo Cine Fórum acontece no dia 8 de julho e irá exibir o filme do diretor Roman Polanski , “Lua de Fel”, de 1992.

  • Renato Noguera participa do Clube Literário Resenha Preta

    primeiro sábado de junho (3/6), a sede da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto recebeu o escritor Renato Noguera. Com o tema “O que cabe ao amor”, o Clube Literário Resenha Preta utilizou a obra do autor “Por que amamos: o que os mitos e a filosofia têm a dizer sobre o amor” como base de inspiração para a discussão. O escritor é carioca e professor de Filosofia da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, além de Pesquisador do Laboratório de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (LEAFRO) e do Laboratório Práxis Filosófica de Análise e Produção de Recursos Didáticas e Paradidáticas para o Ensino de Filosofia da UFRRJ. O Clube Literário Resenha Preta possui curadoria dos organizadores do projeto que busca divulgar e debater obras de autores pretos. No dia 22 de julho, a atividade irá debater a obra “Reza de Mãe”, do autor Allan da Rosa, que também estará presente em Ribeirão Preto.

  • Obra de Magda Szabó foi tema de debate

    O Clube do Livro, tradicional encontro da Fundação do Livro, debateu no dia 27 de maio, a obra “A Porta”, de Magda Szabó (1917-2007). O encontro, conduzido pela bibliotecária, Gabriela Pedrão, aconteceu de forma on-line, através da plataforma de reuniões ZOOM. O romance que chegou no Brasil apenas em 2012, cinco anos após a morte da escritora húngara, debate conflitos e questões da personagem principal que se misturam com a história da Hungria. Como uma autobiografia da escritora, com algumas partes de ficção, “A Porta” tem um tom de mistério e conta a história de uma relação de dependência entre duas mulheres na Budapeste dos anos 1950: Magda e sua governanta, Emerenc. Gabriela Pedrão estava ansiosa para apresentar a obra, principalmente pelos aspectos históricos que o romance traz. “A obra mostra questões interiores e pessoais da personagem. Isso misturado ao enredo resultou em um bom bate-papo”, revelou Gabriela. O próximo encontro do Clube do Livro será no dia 24 de junho, às 16h, também on-line, com uma discussão da obra de Martha Batalha, “A vida invisível de Eurídice Gusmão”.

  • Cine Fórum exibe o clássico “Lua de Fel”

    Os Gêmeos do Cinema, André e Marcos de Castro, realizaram mais uma edição do Cine Fórum. O encontro aconteceu na sede da Fundação do Livro e Leitura, no dia 13 de maio, e exibiu o filme “Lua de Fel”. A produção, de Roman Polanski, é de é de 1982, e é uma adaptação do livro que leva o mesmo nome. Considerado pelos Gêmeos como um dos filmes mais esquecidos do diretor, o “Lua de Fel” também é uma das produções mais comentadas do seu ano de lançamento – principalmente pela crítica especializada da época. “Foi o ano em que a crítica mais conservadora teve que sair e criticar filmes como esse, que ousou em mostrar a intimidade entre casais”, explicou Marcos de Castro. André de Castro lembrou também a primeira vez em que, ele e o irmão, assistiram “Lua de Fel” e ficaram impactados com o filme. O interesse pela produção surgiu através de fitas VHS, com vários trailers de filmes e, entre os videoclipes, estava o do longa de Roman Polanski. “É um filme controverso, polêmico e que mexe com temas muito sensíveis. Assistimos esse filme com 12 anos e isso nos impactou pelas cenas e pelo final surpreendente”, lembrou. O próximo Cine Fórum será no primeiro sábado de junho (10/6), com o filme “Scarface”, de 1983, do diretor Brian De Palma, na sede da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto (Rua Professor Mariano Siqueira, 81, no Jardim América). A participação é gratuita.

  • Cristiane Sobral conversa com participantes do Clube Literário Resenha Preta

    A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto recebeu em sua sede, no dia 13 de maio, a escritora Cristiane Sobral - convidada do Clube Literário Resenha Preta no mês de maio. Durante a atividade, os participantes conversaram com a escritora sobre histórias negras, baseado no livro da autora “O tapete voador”. Essa não foi a primeira vez que a Cristiane Sobral esteve em Ribeirão Preto. A carioca e escritora de peças dramáticas, poemas, contos e crônicas, já participou da edição passada do projeto Combinando Palavras durante a 21ª edição da FIL – Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto. Ela foi a primeira atriz negra graduada em Interpretação Teatral pela Universidade de Brasília. Toda a curadoria e mediação do encontro é feita pelos organizadores do Clube Literário Resenha Preta que, encontro após encontro, propõe um tema específico a partir da obra de autores pretos – sempre presentes nos debates. A proposta é traçar reflexões e debater questões raciais e literatura contemporânea afro-brasileira. Todas as obras discutidas nos encontros fazem parte do acervo da Biblioteca das Artes – Lucilia Junqueira de Almeida Prado, da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto. O Clube Literário Resenha Preta é uma das ações do projeto Biblioteca das Artes, contemplado pelo edital 27/2022 do Programa de Ação Cultural ProAC Editais da Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo. O próximo encontro do Clube Literário Resenha Preta será realizado no dia 3 de junho, quarta-feira, na sede da Fundação do Livro e Leitura, com a participação do escritor Renato Nogueira.

  • Fundação realiza contações de histórias na região de Ribeirão Preto

    A criançada também teve espaço na agenda de atividades culturais da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão durante o mês de maio com diversas contações de histórias. A pratica que tem um papel fundamental na educação infantil, pois desperta a curiosidade, estimula a imaginação e o desenvolvimento físico, cognitivo e socioemocional, além de proporcionar autonomia e pensamento. No dia 5 de maio foi realizada a contação de história “É o bicho”, com a participação da atriz Poliana Savegnago, durante a inauguração do Espaço Brincar, no RibeirãoShopping. Já no dia 12 de maio foi a vez de dar sequência no projeto “Revitalização de Bibliotecas”, realizado em parceria com a Usina Alta Mogiana. As escolas Sylvio Torquato e Adelaide Garnica, em São Joaquim da Barra e Guará, respectivamente, receberam as contações de história, que teve a presença do ator Evaristo Moura.

  • Sarau dos Médicos abre a agenda de maio da Fundação do Livro e Leitura

    O sarau do Grupo de Médicos Escritores e Amigos Dr. Carlos Roberto Caliento abriu a agenda da programação cultural gratuita do mês de maio da Fundação do Livro e Leitura, em Ribeirão Preto. O encontro que reúne médicos escritores e amantes da literatura aconteceu na primeira quarta-feira do mês, dia 3 de maio. Coordenado pelo médico e escritor Nelson Jacintho, o sarau tem como principal proposta incentivar a produção artística e literária da cidade. O próximo encontro está previso para acontecer no dia 14 de junho, às 20h, na sede da Fundação.

  • Clube do Livro discute “O Falecido Matias Pascal”, de Luigi Pirandello

    Encerrando a programação do mês de abril, acontece no sábado, dia 29, na sede da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, mais um encontro do tradicional Clube do Livro. Neste mês, a obra discutida foi “O Falecido Matias Pascal”, do escritor italiano, Luigi Pirandello. O encontro foi coordenado pela bibliotecária Gabriela Pedrão, de forma on-line. “O livro trata muito sobre a identidade, então conversamos sobre isso e outros assuntos, como satisfação profissional e projeto de vida”, comentou Gabriela Pedrão. Nesta obra, Luigi Pirandello explora os mistérios da identidade. O livro conta a história de um homem que, cansado da sua vida de arquivista e do casamento, decide viajar até Monte Carlo, onde acaba obtendo, em um cassino, uma enorme fortuna. Voltando para casa ele toma conhecimento de que, por engano, foi dado como morto. Assim, decide começar uma nova vida com a fortuna e outro nome, pensando assim em libertar-se de compromissos e obrigações da vida passada. Gabriela lembrou que o encontro é aberto também para quem não leu o livro di mês. “Todos podem participar. É uma forma de compreender a obra através dos assuntos que discutimos sobre o livro. Nosso encontro alcança leitores que estão iniciando no universo da literatura e os próprios participantes ajudam quem está começando”, lembrou. No mês de maio, o Clube do Livro acontece no dia 27, às 16h, com o debate da obra “A Porta”, de Magda Szabó (1917-2007).

  • Cine Fórum debate longa do cineasta britânico Stephen Daldry

    Os Gêmeos do Cinema, André e Marcos de Castro, realizaram mais uma edição do Cine Fórum no dia 18 de abril, na sede da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto. Neste mês, o filme exibido foi “As Horas”, do diretor de teatro e cineasta britânico, Stephen Daldry. O filme de 2002 tem a participação de grandes nomes do cinema, como Maryl Streep, Nicole Kidman, Julianne Moore e Ed Harris. Para Marcos e Castro o filme foi considerado como “o melhor longa daquele ano” – um diferencial em uma época marcada por clichês e filmes similares. “Na maneira de contar a história, na edição, na filmagem, no risco para os atores. É o típico filme que só existe um”, comentou. A produção foi baseada no livro do mesmo nome, do autor Michael Cunningham (que também foi o roteirista do filme), e traz um dia na vida de três mulheres em três diferentes épocas, que se unem através de um clássico da literatura mundial: o romance “Mrs. Dalloway”, lançado em 1925. “É um conjunto de obras que levou esse roteirista a fazer esse filme. Isso só confirma o quanto ele é único. O filme toca em pontos delicados, como os passos errados na vida, abandono do lar, melancolia, a imposição da sociedade sobre as mulheres, a luta da mulher e principalmente essa fortaleza do feminismo”, explicou André de Castro. Após a exibição do filme, os participantes debateram as principais questões do enredo do longa. O próximo encontro do Cine Fórum será no dia 20 de maio (sábado), às 18h. A sessão exibirá o filme de Roman Polanski, “Lua de Fel”, de 1992. Um dos filmes mais comentados da década de 1990. A participação é gratuita e aberta.

  • Claudia Alexandre foi a convidada do Clube Literário Resenha Preta do mês de abril

    Encontro discutiu o tema Carnaval e Religiosidade, baseado no livro da escritora “Orixás no terreiro sagrado do samba” A sede da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto recebeu no dia 15 de abril, mais um encontro do Clube Literário Resenha Preta. Neste mês, o tema central do bate-papo foi “Carnaval e Religiosidade”, baseado no livro “Orixás no terreiro sagrado do samba”, da escritora Claudia Alexandre, que esteve presente no evento. A atividade contou com a mediação da Sheila Brandão e da Iuliana Rodrigues. No livro, a jornalista Claudia Alexandre, apresenta o resultado de sua pesquisa sobre duas manifestações culturais que dialogam entre si e que ajudaram a formar o que hoje entendemos como nossa identidade nacional: o samba e as religiões de matrizes afro-brasileiras. A obra – fruto da dissertação de mestrado em Ciência das Religiões da autora – comprova como as histórias dessas duas expressões culturais – Carnaval e Religiosidade - estão ligadas. O Clube Literário Resenha Preta é realizado mensalmente na sede da Fundação do Livro e Leitura e traz em sua roda de discussão temas específicos a partir de obras de autores pretos, sempre presentes nos encontros, enriquecendo assim o debate e criando uma interação com o público. As questões raciais e a literatura contemporânea afro-brasileira serão os principais caminhos percorridos nos encontros. Todas as obras discutidas nos encontros farão parte do acervo da Biblioteca das Artes - Lucilia Junqueira de Almeida Prado, da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto. O Clube Literário Resenha Preta é uma das ações do projeto Biblioteca das Artes, contemplado pelo edital 27/2022 do Programa de Ação Cultural ProAC Editais da Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo.

  • Sarau dos médicos escritores trouxe novidade neste mês de abril

    O mês de abril começou com várias atividades culturais na Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto. O primeiro deles começou com o sarau do Grupo de Médicos Escritores e Amigos Dr. Carlos Roberto Caliento, que aconteceu primeira quarta-feira (5/4) do mês, na sede da entidade. O encontro, coordenado pelo médico e escritor Nelson Jacintho, trouxe uma novidade: um sorteio que selecionou alguns escritores para participarem de uma antologia que será produzida pelo Instituto do Livro de Ribeirão Preto. O livro terá a participação de outras entidades culturais e fará uma homenagem à cidade. “Selecionamos 12 nomes neste encontro que irão trabalhar com o tema ‘Ribeirão Preto’, em uma antologia prevista para ser lançada no mês de maio”, disse Nelson Jacintho. A publicação colabora com a proposta do sarau que é incentivar o surgimento de diversos escritores. “Estimulamos as atividades culturais de Ribeirão Preto. Nossa proposta é também estimular os participantes a aprenderem - muitos têm o dom de escrever, mas não sabem como. Alguns deles não escreviam e hoje contam com dois ou três livros publicados”.

  • Livro “Água Nossa de Cada Dia” é lançado no Dia Mundial da Água

    Evento de lançamento aconteceu na sede da GS Inima Ambient, em Ribeirão Preto. Publicação traz, além da poesia, 50 imagens de 17 fotógrafos que retratam a conservação da água “O sonho sozinho, é só um sonho. Mas, aquele sonho que se sonha junto, é realidade”. Foi assim que a presidente da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, Dulce Neves, iniciou o lançamento da obra “Água Nossa de Cada Dia”, uma parceria da entidade com a GS Inima Ambient, através do sonho do publicitário Paulo Henrique Oliveira. O evento aconteceu em 22 de março, Dia da Água, na sede da GS Inima Ambient, com abertura musical do grupo “Nós Trio”, formado por três integrantes da Alma - Academia Livre de Música e Artes de Ribeirão Preto: Gladys de Pádua (piano), Igor Pichi (clarinete) e Bruno Mendes (violoncelo). A publicação traz 50 imagens de 17 fotógrafos brasileiros e estrangeiros: Alexandre Marchetti, Alex Pazuello, Amdad Hossain, Cristiano Xavier, Enrico Marone, Érico Hiller, Jae Woon U, Joan Carol, Livia Rebehy, Luciano Candisani, Marcos Amend, Margi Moss, Renato Soares, Ricardo Feres, Sátiro Sodré, Sté Frateschi e Yousuf Tushar. As imagens foram selecionadas por uma curadoria formada por Paulo Henrique Oliveira, Dulce Neves e Adriana Silva, educomunicadora e vice-presidente da Fundação do Livro e Leitura. “Conseguimos colocar em prática, com a ajuda da Fundação, o sonho de uma publicação com poesias e imagens, como forma de conscientização da preservação deste recurso hídrico”, disse Paulo Henrique Oliveira. Os olhares da água Presente no evento, o fotógrafo Alexandre Marchetti trouxe registros da usina hidrelétrica de Itaipu, na região de Foz do Iguaçu. Segundo ele, em seus 32 anos de carreira, 16 foram registrando a usina e suas regiões. “Itaipu é sempre um case de sucesso nos eventos ambientais em que o Brasil participa. Se um dia ela parar de funcionar, as pessoas que bebem das águas que banham a usina, vão continuar ingerindo uma água limpa, pelo trabalho consciente que ela faz”, lembrou o fotógrafo. Enrico Marone também esteve presente na manhã de lançamento e, no livro, suas fotos retratam a atividade do ser humano em comunhão com o oceano. “Minha participação traz esse olhar: do oceano - tão importante para o nosso planeta, inclusive, com a produção de oxigênio dos fitoplânctons - cerca de 10% do oxigênio vem de lá”, lembrou o fotógrafo. O verbo da água “A ideia deste livro é proporcionar um despertar em nossos filhos, alunos e toda a sociedade a importância de conservação do planeta, sobretudo a água”, disse Dulce Neves. Todo o conteúdo do “Água Nossa de Cada Dia” foi escrito pela jornalista Adriana Silva. “Foi um desafio por conta da própria autoridade das fotos. Por si só, as imagens já carregam muitas mensagens. O exercício foi pensar o não pensado e tentar entender o que os fotógrafos estavam pensando. Foi muito divertido”, revelou. O livro pode ser acessado neste endereço para download.

  • Clube de Leitura Resenha Preta recebeu Cidinha da Silva

    Uma das novidades que a Fundação do Livro e Leitura trouxe neste ano é a parceria com o Clube Literário Resenha Preta. Juntos, realizarão um encontro por mês, na Biblioteca das Artes Lucília de Almeida Prado, que fica na sede da Fundação. O primeiro encontro dessa parceria, que foi a inauguração do Projeto Bibliotecas das Artes, aconteceu no dia 18/3 (sábado) e contou com a presença da escritora Cidinha da Silva, abordando o tema “Os sonhos das crianças pretas”. O encontrou debateu também a recente obra da autora, “O mar de Manu”. Cerca de 15 pessoas participaram do encontro. Cidinha da Silva é escritora e editora na Kuanza Produções. Publicou 19 livros, “Um Exu em Nova York” (Prêmio Biblioteca Nacional, 2019) e “Os nove pentes d’África” (PNLD Literário 2020) são duas de suas obras de destaque. A autora possui publicações em alemão, catalão, espanhol, francês, inglês e italiano. A mediação do encontro foi feita pela professora Virgínea Araújo, e da analista de sistemas, maquiadora e idealizadora do projeto, Iuliana Rodrigues. O Clube Literário Resenha Preta tem um formato inovador: está centrado em um tema específico a partir da obra de autores pretos, que estarão presentes para ampliar o debate e criar interação com o público. A proposta é traçar, junto ao autor e o leitor, reflexões abrangentes, além de expandir o universo da leitura dos participantes, com sugestões de outras obras. As questões raciais e a literatura contemporânea afro-brasileira serão norteadoras dos encontros. Todas as atividades terão curadoria do Clube Literário Resenha Preta e mediação de professores e especialistas em literatura ou do universo da cultura negra que fazem parte do clube. As obras discutidas e sugestões farão parte do acervo da biblioteca da Fundação do Livro e Leitura e estarão disponíveis para empréstimo antes de cada encontro. O Clube de Leitura O Clube de Leitura Resenha Preta surgiu a partir de um blog que incentiva a literatura e escrita negra entre os jovens, adultos e crianças, criado em 2019 por Iuliana Rodrigues. Analista desenvolvedora de sistemas há 10 anos, Iuiana é também empreendedora com duas marcas de cosméticos, atuando na autoestima da mulher negra, além de ser ativista de dois coletivos Negros - o Abayomi e União das Pretas, ambos em Ribeirão Preto. "Nosso principal objetivo com o Resenha Preta é atuar na reparação histórica da população negra através da promoção da cultura literária, formação política e do combate ao racismo com o fortalecimento do papel fundamental que na promoção da igualdade racial", explica. O Clube Literário Resenha Preta faz parte das ações do projeto Biblioteca das Artes, da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, por meio do Edital PROAC Nº 27/2022 - Literatura / Implantação, Reforma, Ampliação ou Modernização de Biblioteca. O projeto contempla, entre outras ações, melhorias da biblioteca através da parceria com o Clube Literário Resenha Preta. O próximo encontro será no dia 15 de abril (sábado), às 10 horas, e discutirá o tema “Orixás no terreiro sagrado do samba”. Neste encontro, a escritora Claudia Alexandre estará presente. O encontro é aberto e gratuito.

  • Cine Fórum exibe “O céu que nos protege”

    No final de semana mais importante do cinema mundial - quando foi realizada a 95 edição do Oscar, principal prêmio da sétima arte - a sede Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto realizou mais um encontro do Cine Fórum, no dia 11 de março. Dessa vez, os Gêmeos do Cinema, André e Marcos de Castro, promoveram um bate-papo sobre o longa do diretor Bernardo Bertolucci, “O céu que nos protege”, de 1990. O filme, baseado no livro de mesmo nome do escritor Paul Bowles, conta a história de um casal de estadunidenses, Kit (Debra Winger) e Port Moresby (John Malkovich). Os dois resolvem viajar para a África para uma nova experiência, reconstruindo o amor e preenchendo suas vidas vazias. “Este foi o primeiro filme de arte que o Cine Fórum exibiu. Nossa proposta foi debater a importância de entender o sentimento por trás da obra”, comentou Marcos de Castro. Diversas outras obras de Bernardo Bertolucci poderiam ter sido escolhidas para esse encontro, dada a qualidade do diretor de conduzir suas histórias, como “O Último Tango em Paris”, “Os Sonhadores” e “Beleza Roubada”. “Porém, como sempre optamos por filmes que não fazem parte do conhecimento do grande público, escolhemos “O céu que nos protege” por realmente ser o nosso preferido. É um filme que muda a história a todo o momento, mas sem sair do lugar. E isso é muito interessante”, explicou André de Castro. O próximo encontro do Cine Fórum será realizado no dia 1º de abril, às 18h, com o filme “As Horas”, de 2002, dirigido por Stephen Daldry e recheado de grandes nomes do cinema, como Meryl Streep, Nicole Kidman e Ed Harris.

  • Clube do Livro discute obra de Alejandro Zambra

    Os participantes do Clube do Livro se reuniram mais uma vez, de forma on-line, no dia 25/2, para discutirem a obra “Formas de voltar para casa”, do poeta chileno Alejandro Zambra. Publicada em 2011, o livro narra as memórias de um homem que teve a infância vivida durante a ditadura de Augusto Pinochet (1973 a 1990), no Chile. O autor, Alejandro Zambra conheceu bem essa realidade, já que nasceu em 1975, em Santiago, capital chilena. Zambra é também autor de “Bonsai” e de “A vida privada das árvores”, e dos romances “Meus documentos” e “Múltipla escolha”. Seus livros já foram traduzidos para mais de dez idiomas e receberam diversos prêmios internacionais, com contos veiculados em publicações como The New Yorker, a The Paris Review e a McSweeney’s, entre outras. O encontro do Clube do Livro de fevereiro pode ser assistido na íntegra através do link: https://www.youtube.com/watch?v=4yuliU1G8Fo.

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