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  • Sarau dos Médicos abriu a agenda de julho da Fundação

    No dia 2 de julho, o tradicional Sarau do Grupo de Médicos, Escritores e Amigos Dr. Carlos Roberto Caliento abriu a programação mensal gratuita da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto. Coordenado pelo médico e escritor Nelson Jacintho, o encontro passou a ter temática livre, permitindo que os participantes escolham livremente suas inspirações. A reunião também evidenciou o ritmo acelerado da produção literária local para a 24ª Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto. “O pessoal está animado. A FIL sempre é uma fonte de alegria, um espaço que valoriza os escritores, com lançamentos, exposições de livros e sessões de autógrafos. Neste ano, já percebemos que a qualidade da produção literária subiu ainda mais”, comenta o escritor.

  • Cine Fórum exibe filme de Billy Wilder

    O encontro do mês de junho do Cine Fórum, realizado na sede da Fundação do Livro e Leitura, exibiu e debateu o “maior filme da história”, segundo os Gêmeos do Cinema, André e Marcos de Castro: “O Crepúsculo dos Deuses” (1950), dirigido por Billy Wilder. O filme foi escolhido por enquete com o público da edição de maio. “Muitos consideram ‘O Cidadão Kane’ o maior filme da história, outros preferem ‘Um Corpo que Cai’, de Hitchcock. Mas há quem coloque ‘O Crepúsculo dos Deuses’ no topo – nós inclusive – e ele venceu por isso”, explicou Marcos de Castro. Considerado um retrato sombrio de Hollywood, o filme aborda temas como o ostracismo de atrizes acima dos 40 anos e a decadência de astros do cinema mudo após a chegada do som. “Ele mostra como o sistema cultural da época era cruel com quem perdia espaço. Muitos atores não conseguiram se adaptar ao cinema falado – por voz, dicção ou atuação”, comentou André de Castro. Indicado a 11 Oscars, “O Crepúsculo dos Deuses” levou três estatuetas: melhor roteiro original, direção de arte e trilha sonora. Os Gêmeos do Cinema também adiantam o tema de julho, que homenageará Ingmar Bergman. “Será o ‘Mês Bergman’. Ainda não revelamos o filme, mas será uma obra do diretor sueco, que nasceu e morreu em julho”, finaliza Marcos de Castro.

  • Sarau dos Médicos abre agenda do mês de junho

    A primeira atividade da programação cultural de junho da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto ficou a cargo do Sarau do Grupo de Médicos Escritores e Amigos Dr. Carlos Roberto Caliento. Coordenado pelo médico e escritor Nelson Jacintho, o sarau que é realizado há 19 anos em Ribeirão Preto, reuniu escritores locais e teve como tema a “Felicidade”. Como médico, Jacintho destacou a importância da participação em grupos literários ao longo da vida. “Vivemos na era do Alzheimer, que afeta o sistema nervoso central e, principalmente, os neurônios. Mas, quando estimulados, eles reagem. É isso que nosso grupo faz: estimula a criatividade, seja escrevendo, cantando, dançando. Ativamos não só a mente, mas também o corpo”, explicou.

  • “Nasce uma Estrela” no Cine Fórum

    Os Gêmeos do Cinema, André e Marcos de Castro, reuniram os amantes da sétima arte para assistir e debater a versão de 1976 do filme “Nasce uma Estrela” – que voltou as telonas em 2018 estrelado por Lady Gaga e Bradley Cooper. Os Gêmeos do Cinema, Marcos e André de Castro A escolha dos Gêmeos do Cinema pelo longa no mês de maio foi motivada pela vinda de Lady Gaga ao Brasil, que se apresentou em um show gratuito na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, no dia 3 de maio. “Procuramos sempre alinhar o Cine Fórum a temas que conversem, direta ou indiretamente, com o que está acontecendo no mundo. Desta vez, apresentamos uma versão anterior da história, estrelada por Barbra Streisand – que, na época, ocupava o lugar simbólico que hoje é da Lady Gaga: uma cantora icônica e referência para a comunidade LGBT”, explica Marcos de Castro. Após assistirem às quatro versões de “Nasce uma Estrela” – 1937, 1954, 1976 e 2018 – os Gêmeos consideram a de 1976 com Barbra Streisand como a sua favorita. “Acho que daqui a uns 30 anos teremos outra releitura. A versão de 2018 é uma adaptação da história original e Bradley Cooper optou por trabalhar no mesmo ramo cultural de 1976, mas com um gênero musical diferente”, destaca André de Castro.

  • Sarau dos Médicos Escritores em contagem regressiva

    O mais antigo grupo da programação permanente da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, o sarau do Grupo de Médicos Escritores e Amigos Dr. Carlos Roberto Caliento, segue sua contagem regressiva para a 24ª Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto. Comandado pelo escritor e médico Nelson Jacintho, o grupo promove encontros mensais com autores de Ribeirão Preto e região. A preparação agora é para uma participação expressiva na FIL, no Espaço dos Autores, no Centro Cultural Palace, que reunirá diversos escritores da cidade e região.

  • Fundação incentiva criatividade com curso de design tipográfico

    Nikolas Lorencini A primeira atividade de maio da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto foi o curso "Design Tipográfico: o uso eficiente e suas aplicações", conduzido por Nikolas Lorencini, professor de Design Gráfico do Centro Universitário Senac. O curso aconteceu nos dias 3 e 4 de maio, na sede da entidade, e teve como base desenvolver as habilidades dos participantes no design tipográfico. A proposta incluiu ainda um aprendizado sobre a manipulação de fontes, anatomia das letras e aplicação estratégica da tipografia em áreas como branding, editoração e design digital, focando na experiência do usuário. O primeiro encontro teve foco no design gráfico e digital. Em seguida, o professor Nikolas Lorencini abordou os fundamentos do design tipográfico, guiando os participantes na construção de uma fonte digital. “Também discutimos temas como hierarquia visual – fundamento essencial do design gráfico –, composição visual com foco na tipografia e a história tanto da tipografia quanto do design”, explica Lorencini. No segundo dia, o foco foi o design tipográfico, com ênfase em como as escolhas na construção de letras e conjuntos tipográficos influenciam a composição visual, tornando-a mais clara e interessante.

  • Educando para o Futuro

    Entre os dias 23 e 25 de abril, as cidades de Guará e São Joaquim da Barra receberam o projeto “Educando para o Futuro”, uma iniciativa da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto em parceria com a Usina Alta Mogiana. Três escolas da região foram contempladas com contações de histórias baseadas nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, apresentadas pelo G.U.T.E. (Grupo Urutau de Teatro Experimental). Marcela Barbosa, contadora de histórias do grupo e responsável pela coordenação das atividades, explicou que a proposta buscou sensibilizar os alunos para a importância das ODS por meio da narração de histórias. “Cidadania, igualdade de gênero, saúde e bem-estar tiveram uma abordagem mais enfática, de acordo com a escolha de cada escola”, explicou. Para envolver o público infantil, a apresentação utilizou uma abordagem lúdica, com personagens viajantes do tempo que conduziam uma narrativa cômica e educativa. “As crianças já conhecem os temas, já vivenciam, então assimilaram ainda mais cada ponto expressado”, destacou Marcela.

  • Cine Fórum exibiu “Proposta Indecente”

    O aguardado encontro do Cine Fórum teve como destaque a exibição e o debate do filme “Proposta Indecente” (1993), dirigido por Adrian Lyne e estrelado por Demi Moore, Robert Redford e Woody Harrelson. A atividade foi realizada no dia 12 de abril, na sede da Fundação do Livro e Leitura, com coordenação dos Gêmeos do Cinema, André e Marcos de Castro. A indicação de Demi Moore ao Oscar de Melhor Atriz motivou a escolha de “Proposta Indecente” para a programação do Cine Fórum. A exibição foi uma forma de homenagear a atriz, reconhecendo sua atuação mesmo sem a conquista da estatueta. Outro fator que influenciou a escolha foi a data de lançamento do filme: 7 de abril de 1993, nos Estados Unidos. “Isso foi sem querer, mas o exibimos no seu aniversário de 32 anos. Esse filme sempre será debatido, relevante e atual”, destacou Marcos de Castro. Após a exibição, o Cine Fórum promoveu uma roda de conversa com os participantes. Entre os temas levantados pelos organizadores, uma das perguntas que gerou mais discussão foi: o que cada um faria se estivesse no lugar dos protagonistas, diante dos dilemas morais apresentados no filme, como abrir mão de um relacionamento por dinheiro. Marcos de Castro lembrou que, embora hoje o debate sobre esse tipo de situação seja mais aberto e, em alguns casos, até aceito por certos casais, “Proposta Indecente” não foi bem recebido na época de seu lançamento, tanto pelo público quanto pela crítica. “Inclusive, o filme recebeu indicações ao Framboesa de Ouro de pior atriz e ator. Mas hoje, muitos críticos defendem que eles poderiam ter sido indicados ao Oscar pelas atuações”, comentou.

  • Sarau dos Médicos: literatura para todos

    A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto recebeu, no dia 4 de abril, mais uma edição do Sarau do Grupo de Médicos Escritores e Amigos Dr. Carlos Roberto Caliento. O encontro, que abriu a programação de abril, também funcionou como uma grande reunião de escritores locais, sob coordenação do médico e escritor Nelson Jacintho. O evento foi aberto ao público e, mais uma vez, reuniu participantes para conversas sobre cultura, passando pela literatura e pela música. “O sarau não é exclusivo para médicos ou escritores. É um espaço de recreação e literatura, onde todos podem participar”, convidou Jacintho.

  • “Pequenas mudanças podem gerar grandes impactos e fazer a diferença para todos os envolvidos”, comentou Gleice Priscila durante curso

    O último curso sobre “Desenvolvimento de projetos culturais acessíveis” aconteceu na última quarta-feira (26), na Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto. O encontro abordou a acessibilidade para pessoas com deficiência visual e contou com a participação da psicóloga Vitória Santos e da estudante de jornalismo Gleice Priscila, deficiente visual que atua na área de tecnologia assistiva (o termo TA é utilizado para identificar recursos e serviços voltados às pessoas com deficiência, visando propiciar autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social). No encontro, a psicóloga Vitória Santos sensibilizou os participantes ao destacar os aspectos técnicos que contribuem para a promoção da acessibilidade em eventos culturais. Para ela, a acessibilidade não apenas permite a participação de pessoas com deficiência visual nas atividades culturais, mas também fortalece o direito à cidadania. “Ambientes acessíveis proporcionam experiências enriquecedoras e ampliam o contato com diferentes expressões artísticas”, afirmou. Entre as adaptações consideradas essenciais para a acessibilidade em eventos, Vitória Santos destacou o uso de guias e mapas táteis para facilitar a locomoção em grandes espaços, audioguias internos para descrever exposições, espetáculos e obras de arte, além de tecnologias assistivas, como softwares de reconhecimento de voz que convertem texto em áudio. A psicóloga também ressaltou a importância de programas de acessibilidade sensorial, que exploram o tato e o som para ampliar a experiência deste público. A estudante de jornalismo Gleice Priscila, que também participou do encontro, destacou uma iniciativa do Instituto Figueiredo Ferraz, que, em 2023, promoveu uma exposição acessível para pessoas com deficiência visual. “Eles prepararam uma maquete tátil do museu e de algumas pequenas obras, permitindo que os visitantes tocassem e percebessem a estrutura arquitetônica do espaço e das peças expostas. Além disso, utilizaram audiodescrição, descrições em braile e recursos sensoriais nas obras”, exemplificou, deixando um recado para os produtores e gestores culturais que ainda não priorizarem a acessibilidade em seus projetos: “A partir do momento em que temos um olhar empático e sensível para as dificuldades do outro, automaticamente entregamos um serviço de maior qualidade para todos. Pequenas mudanças podem gerar grandes impactos e fazer a diferença para todos os envolvidos”, concluiu.

  • “Um projeto cultural acessível deve considerar todas as pessoas e suas necessidades”, disse Ana Letícia Francoy na Fundação

    O terceiro curso de “Desenvolvimento de Projetos Culturais Acessíveis”, da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, foi realizado no dia 19 de março e trabalhou à acessibilidade para pessoas com Síndrome de Down, com participação da RibDown. A assistente social da RibDown, Ana Letícia Francoy, foi quem ministrou a palestra e destacou a importância de projetos culturais acessíveis para pessoas com Síndrome de Down. “Assim nós garantimos que todos tenham direito de produzir e consumir cultura. Para isso, os eventos precisam estar preparados para receber esse público e atendê-lo da melhor maneira possível”, comentou Ana Letícia. A roda de conversa também contou com a participação de dois jovens atendidos pela RibDown, que compartilharam suas histórias e experiências. “Um projeto cultural acessível deve considerar todas as pessoas e suas necessidades. No caso das pessoas com Síndrome de Down, é essencial adotar uma comunicação mais simples e alternativa, além de eliminar barreiras na forma como nos referimos a elas, garantindo que não sejam infantilizadas”, explicou Ana Letícia.

  • “Nossa região tem grande potencial para a economia criativa”, disse Adriana Silva durante curso da Fundação do Livro e Leitura

    A jornalista e educomunicadora, Adriana Silva, ministrou no mês de março o curso “A Economia Criativa como Atrativo para o Desenvolvimento Regional”. De forma on-line, o curso aconteceu nos dias 19, 20, 25 e 26. O curso foi uma parceria entre a Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto e o Instituto Paulista de Cidades e Identidades Culturais (Ipcic). Adriana Silva, vice-presidente da Fundação do Livro e Leitura e curadora da FIL, explica que é essencial abordar os temas de forma contínua, começando pela definição de economia criativa, passando pela análise do cenário no Brasil e na região, e avançando para exemplos práticos de sua aplicação. “Economia Criativa é um cenário bastante amplo, que vai além de questões correlatas à cultura. O turismo, a criação de moda, o esporte e a movelaria são exemplos de setores criativos”. O guarda-chuva da economia criativa - também chamada de indústria criativa - abriga toda atividade em que a interação da criatividade agrega valor à matéria-prima, que pode ser um pedaço de madeira, de tecido ou a própria ideia de concepção de um novo produto ou novo modelo de soluções que vão proporcionar rentabilidade e lucro social. Adriana reforçou a importância da participação de pessoas de Ribeirão Preto e dos 34 municípios que formam a Região Metropolitana. “Nossa região tem grande potencial para a economia criativa e pode ser feito um trabalho bastante significativo se pudermos, juntos, iniciarmos um processo de concepção de um plano estratégico de desenvolvimento com foco nesse setor econômico”, comentou.

  • Empreendedorismo para Jovens

    O dia 18 de março foi de aprendizado na Fundação do Livro e Leitura, com a ação formativa sobre “Empreendedorismo para Jovens”, ministrada pela psicóloga Hariff Barbosa. O grande objetivo dessa formação foi de desmistificar a crença de que o crescimento acontece de forma acelerada e sem necessidade de estudos, etapas técnicas e cuidados no campo pessoal e profissional. “O foco foi no empreendedorismo e a elaboração de planos de negócios, além de uma discussão e reflexão para aplicação desses conteúdos na realidade das pessoas em maior vulnerabilidade social”, comenta Hariff. Conceitos como plano de negócio (elaboração) e diferenças entre empreendedorismo social e corporativos foram abordados durante a atividade. “É possível aprender tanto etapas necessárias para o planejamento quanto sistematizar construções prévias, porque essa atividade possibilitou a maior apropriação sobre o seu negócio. Isso pode favorecer a construção de estratégias, o domínio das possibilidades e dos desafios no presente e futuro do negócio”, disse a palestrante.

  • Cine Fórum exibe “A Difícil Arte de Amar”

    Atividade famosa já na programação da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, o Cine Fórum – coordenado por Marcos e André de Castro – exibiu no dia 15 de março o filme “A Difícil Arte de Amar” (1986), dirigido por Mike Nichols e estrelado por Meryl Streep e Jack Nicholson. Além do debate e conversa com o público presente, ainda houve uma homenagem aos dubladores originais do longa. Muitos cinéfilos tiveram os primeiros contatos com o cinema por meio de filmes dublados por estúdios brasileiros como Álamo, Herbert Richards e VTI Rio. “Antes, a dublagem não era apenas uma tradução apressada, mas uma interpretação. Esse filme, em particular, foi pouco assistido na época por não contar com uma versão dublada disponível nas locadoras. Foi um prazer revisitar essa dublagem clássica”, destacou Marcos de Castro. Lançado em 1986, o filme aborda a infidelidade. “Independentemente da configuração do casal, homossexual ou heterossexual, o medo da infidelidade existe, mesmo que nunca se concretize. Muitos casais se identificaram com os personagens de Meryl Streep e Jack Nicholson”, afirma André de Castro.

  • “Essa ação é essencial para avançarmos no processo de inclusão social e respeito às diversidades”, destacou Mayra Zanetti

    A segunda aula do curso “Desenvolvimento de Projetos Culturais Acessíveis”, voltado para produtores culturais, teve o foco em pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A atividade aconteceu nesta quarta-feira (12/3), na sede da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto e a pedagoga e docente de Atendimento Educacional Especializado, Mayra Zanetti, coordenou a atividade. A palestrante abriu sua fala destacando a importância de um curso trabalhar esse tema com os produtores culturais. “A ação é essencial para avançarmos no processo de inclusão social e respeito às diversidades, a fim de garantir os direitos das pessoas com TEA ou qualquer outra diferença”, destacou.  Para ela, o processo de formação continuada dos produtores é para que eles possam romper as barreiras enraizadas historicamente e levar o conhecimento necessário para transpor a teoria em prática. “Teremos um momento inicial para sensibilizar sobre o tema e desmistificar visões equivocadas e capacitantes com relação à pessoa com deficiência, para que cada participante possa sentir a importância das estratégias de adequações. Sem sentir, não acredito que a mudança seja possível”, destacou a pedagoga. O curso continua no dia 19 de março e será conduzido pelo grupo Rib Down, com foco na inclusão de pessoas com Síndrome de Down. Já no dia 26, às 17h15, Vitória Santos falará sobre acessibilidade para pessoas com deficiência vistal. A participação é gratuita e aberta ao público.

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