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  • “Representatividade deve ser um compromisso das empresas e estruturas”, apontou jornalista em live

    Conversa on-line, aberta ao público de forma gratuita, aconteceu simultaneamente no Instagram e site da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, no dia 16 de dezembro, encerrando as atividades da 40tena Cultural de 2020 A última atividade do ano do projeto 40tena Cultural da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto aconteceu no dia 16 de dezembro e trouxe o jornalista, diretor e roteirista, Pedro Henrique França, para abordar o tema “Corpos Dissidentes: Representações na literatura e no cinema”. O bate-papo online foi mediado pela atriz, diretora e dramaturga, Eme Barbassa. Representatividade foi o principal tema do bate-papo transmitido pelo Instagram e pelo site da Fundação. Para Eme Barbassa, tanto a literatura, quanto o cinema, possuem um papel importante na representatividade artística, ao passo que também são os que menos apresentam diversidade. “A literatura sempre foi gerida e escrita por homens, heterossexuais, cisgêneros e brancos. E o cinema adiciona uma outra camada: a imagem”, disse. Outro ponto de importância do debate, segundo Pedro Henrique França, foi poder trazer luz a essas questões e reafirmar que todos os espaços precisam ser diversos e que a representatividade deve ser um compromisso das empresas e estruturas. Pedro enumerou algumas dificuldades para alcançá-la no cinema e na literatura. Para ele, o primeiro e grande obstáculo é a visão branca e patriarcal do homem. “Sempre temos essa barreira, de se fazer presente e estar no imaginário das pessoas, porque essa representação sempre acontece com as mesmas pessoas”, destacou. O jornalista lembrou ainda das representações das minorias que acontecem, geralmente nas dramaturgias, com o objetivo de levar as pessoas a terem o pensamento de “dó”. “Com esse intuito, nunca vão conseguir mudar a consciência das pessoas. Isso é um desserviço para a sociedade”, disse. A atriz Eme Barbassa destacou a representatividade que não acontece apenas nas telas do cinema e nas páginas dos livros. “Essa mudança deve começar com quem escreve roteiro ou livros”. O jornalista convidado complementou que as pessoas que querem estar representadas, sejam nas telas ou livros, devem demonstrar o dobro para ter acesso nessas posições. “Tudo que você fizer, precisa ter uma responsabilidade dobrada. Você não pode ser bom, tem que ser muito bom. Para justificar o motivo de seu corpo estar ocupando aquele espaço, você tem que valer por dois”, destacou Pedro. Ele também contou que já tentou fazer cinema, mas nunca houve a oportunidade de trabalhar no meio. “Queremos que as pessoas nos escutem, que nos enxerguem”, comentou. A conversa completa está disponível no canal do Youtube da Fundação do Livro e Leitura: https://www.youtube.com/watch?v=LmnERsx5Sf8 40tena Cultural A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto é a principal responsável pela realização da Feira Internacional do Livro, a segunda maior feira a céu aberto do país. Em decorrência da pandemia do coronavírus, as atividades de sua primeira edição internacional tiveram de ser adiadas para 2021. Com isso, a Fundação propiciou neste ano diversos encontros em plataformas digitais para que as atividades culturais não deixem de estar presentes, na chamada “40tena Cultural”. O projeto também teve como proposta incentivar as pessoas a ficarem em casa durante o período de isolamento social. Semanalmente são divulgadas atividades que abrangem desde transmissões ao vivo com artistas e convidados, até contação de histórias, shows, dicas de leituras e debates literários. O cardápio de eventos é bem diversificado e usa tecnologias diferentes, mas todas com acesso fácil. Para a diretoria da Fundação do Livro e Leitura, em todo este tempo de quarentena, a principal busca foi focada na continuidade das atividades promovidas, de maneira a assegurar os valores do DNA da instituição. A 40tena Cultural possibilitou à toda equipe da instituição continuar seu trabalho em home-office numa operação estruturada dentro dos protocolos da OMS (Organização Mundial de Saúde) e das autoridades brasileiras, em nível federal, estadual e municipal. Como acessar a agenda cultural A 40tena Cultural está sendo divulgada semanalmente nas redes sociais da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto. Para participar, basta acessar os endereços online da instituição. Instagram (@fundacaolivrorp) Facebook (facebook.com/FundacaodoLivroeLeituraRP) Linkedin (fundacaolivrorp), Twitter (@FundacaoLivroRP) Youtube (FeiraDoLivroRibeirao) Site www.fundacaodolivroeleiturarp.com

  • Clube do Livro conclui encontros de 2020

    O tradicional Clube do Livro da Fundação encerrou suas atividades de 2020 no dia 12 de dezembro. A obra escolhida para este último encontro foi “O Primeiro Amor”, do russo Ivan Turguêniev. Segundo Gabriela Pedrão, bibliotecária e coordenadora do Clube do Livro, a obra foi escolhida por ser mais curta e os participantes gostarem bastante do autor, além de apresentar uma vertente mais leve e sentimental, combinando com o mês. A bibliotecária revela que os primeiros encontros de 2021 ainda serão remotos e sem previsão de retorno para os presenciais.

  • “Christa Wolf cria narrativas sobre quem eram as mulheres de Tróia”, afirma Luiza Romão

    Convidada pela Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, a poeta, atriz e slammer participou do quadro online e gratuito “Defenda o seu Best” realizado nessa quinta-feira (10), e debateu o seu livro preferido “Cassandra”, da escritora Christa Wolf, com mediação da atriz Fernanda Machado O projeto 40tena Cultural da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto promoveu nesta quinta-feira (10) mais um quadro “Defenda o seu Best”. A poeta convidada, Luiza Romão, escolheu o clássico livro mitológico “Cassandra”, de Christa Wolf, para debater e comentar, com a presença da atriz Fernanda Carla Machado como mediadora da atividade. A partir das 19h, a transmissão gratuita foi realizada via Instagram (@fundacaolivrorp), Youtube e também pela plataforma oficial da instituição. O livro “Cassandra” foi lançado em 1983 na extinta República Democrática Alemã. Ele conta a história de uma filha dos reis troianos Príamo e Hécuba que logo no início da trama já se apresenta como prisioneira de Agamenon. Cassandra só tem algumas horas de vida quando chega a Micenas, e então passa a refletir sobre o que foi sua vida em um monólogo poético: fala de sua infância, do rompimento com o pai, de suas visões e dos sofrimentos vividos durante a guerra de Tróia. Autora dessa obra, Christa Wolf é considerada a mais importante escritora da Alemanha Oriental, tendo sido também ensaísta e crítica literária. Ativista contra o partido Nazista, ela foi inclusive filiada ao Partido Socialista alemão. Já Luiza Romão, além de poeta, também é atriz, slammer, performer, feminista, e autora dos livros Sangria e Coquetel Motolove (ambos publicados pelo Selo Doburro). Atualmente, desenvolve mestrado em Teoria Literária e Literatura Comparada, estudando o poetry slam no Brasil. Ela introduziu a live contando sobre sua conexão antiga com a literatura grega, que se iniciou quando ainda era criança. “Meu pai é filósofo, então sempre me contou as histórias de Ulisses, na Odisseia, e sempre me falou sobre a Ilíada”. Foi estudar Artes Cênicas em São Paulo, na USP, e ali também teve um acesso amplo à dramaturgia grega. “Eu pirei lendo sobre Medeia, Orestes, Agamenon… e então li a Ilíada e fiquei ainda mais fascinada”. O que mais a surpreendeu no poema épico homérico foi como essa história de guerra, que funda a ideia de literatura, é justamente a história da dizimação de um povo. “Eu li a Ilíada e pensei: ‘esse é o estudo da virilidade dos corpos masculinos’”. E foi logo em seguida que Luiza teve seu primeiro encontro com a literatura de Christa Wolf, que de alguma maneira representa o oposto da obra de Homero: Cassandra, afinal, descreve a vida das mulheres que viveram a Guerra de Tróia. Para definir a personagem Cassandra, Luiza Romão lança mão de um dicionário de mitologia grega: “A mais infeliz das filhas de Príamo e Hécuba”, citou. Pitonisa, Cassandra era uma sacerdotisa do Deus do Sol, Apolo, que segundo o dicionário teria se enamorado dela. Mas Luiza Romão tem outras palavras para o ocorrido: “O que acontece de verdade é que Apolo tenta estuprá-la. Sendo o Deus das adivinhações, ele tenta se deitar com ela, que se recusa, e então ele cospe nos seus lábios e diz: ‘Você vai adivinhar o futuro, mas ninguém vai acreditar em você’. E o dicionário romantiza isso e ainda diz que ela era louca”, contou na live. A personagem ainda tem passagens com outros nomes conhecidos da história de Troia, como o guerreiro Ajax, que também a teria estuprado. “A Christa Wolf vai reler essa história fazendo um acerto de contas”. As mulheres em Cassandra Com narrativa em primeira pessoa, Cassandra tem contato com inúmeras personagens femininas ao longo da trama – algo que chamou muito a atenção de Luiza Romão quando conheceu o livro. “As mulheres quase não aparecem em Homero, é realmente focado nos guerreiros. Elas só se mostram raramente, entre as batalhas. O interessante da literatura de Christa é que ela vai criar narrativas sobre quem eram essas mulheres: Hécuba, Cassandra, e quantas das outras que estão também fora da cidade de Tróia, que são artesãs, campesinas e não estão dentro dessa aristocracia”. Até mesmo a famosa personagem Helena aparece na obra, mas de forma inusitada. “É óbvio que Homero não ia falar que a Guerra de Tróia foi causada na verdade pela disputa de um canal – Tróia sequer ficaria na Grécia e sim na Turquia – e o que estava em jogo não era uma mulher, era uma rota comercial. Então eles forjam essa ideia de Helena para iniciar a guerra”, contou Romão. Ela lembrou que Páris, filho também de Príamo, chega numa expedição justamente para negociar o comércio dessa região Mediterrânea, e então se apaixona por Helena e a rapta. “Só que ninguém sabe se Helena de fato esteve em Tróia: tem histórias que dizem que ela foi para o Egito. E os gregos começam a guerra supostamente para recuperar a honra de Menelau. É a maior fake news da história da literatura”, brincou a poeta. A mediadora Fernanda Machado, que é atriz, performer e diretora teatral, leu um trecho da suposta chegada de Helena à Tróia em Cassandra, em que na verdade a figura está coberta de véus. “É interessante essa ideia de Helena não estar em Tróia. Eu nunca tinha visto uma versão de que ela tinha sido apenas um truque dos gregos”, refletiu, e Luiza Romão acrescentou: “Pois é, ela é um truque, uma fake news. E Cassandra mostra que, antes de isso se espalhar, as mulheres podiam participar do Conselho, nem eram forçadas a se casar, e após a invenção de Helena há uma virada, uma militarização, e existe uma justificativa para Tróia se tornar uma cidade-Estado”. Apesar do enorme espaço de tempo que separa a Grécia Antiga da atualidade, Luiza comparou essa passagem com a realidade brasileira de hoje. “Tudo isso diz muito sobre o nosso país atual....da criação de mentiras, notícias bombásticas e formulação de discursos que legitimam matanças e guerras”. Ainda sobre a força das mulheres no livro, Fernanda e Luiza discutem sobre a relação entre a personagem Cassandra e seu pai, Príamo. “Ela sempre tinha sido a filha predileta dele, mas cada vez que Tróia vai se militarizando, Príamo fica mais cadavérico, e Cassandra se posiciona contra Tróia”, contou Luiza. Fernanda concordou: “É uma passagem muito interessante, porque ela está ali rompendo com o patriarcado, bancando a sua crença e sua voz”. A viagem para a Grécia e seus frutos Luiza Romão também contou na live sobre o próximo livro que vai lançar no primeiro semestre de 2021, que é também uma releitura da Ilíada. Por causa de sua paixão pelas histórias mitológicas e pela nova obra poética, a escritora alimentou o desejo de conhecer a Grécia pessoalmente. “Eu tinha lido Cassandra antes de ir e depois também. Eu fui no portão de Micenas, onde estão os leões esculpidos descritos no livro, e os museus arqueológicos são muito incríveis. Em Creta, que fica bem no meio do Mediterrâneo, você tem muitas representações de divindades femininas, que depois foram apagadas dos panteões dos deuses”, lembrou. A poeta também citou sua visita à Acrópole grega, em que são desenhados vários murais de gregos vencendo monstros. “Fiquei surpresa quando visitei um dos lados desses murais e encontrei as Amazonas”. Personagens importantes também em Cassandra, essas figuras mitológicas eram mulheres militarizadas, que teriam lutado na Guerra de Tróia apesar de não aparecerem na literatura de Homero. “Elas não performavam feminilidade de forma alguma e foram retratadas como monstros na Acrópole, assim como foram excluídas da Ilíada”. Em homenagem a todas essas personagens, Luiza revelou que, em seu próximo livro, escreveu um poema sobre cada uma. Na live, leu alguns trechos sobre Hécuba, Pentesiléia (rainha das Amazonas), e sobre a própria Cassandra.

  • “Meu livro é para quem desconfia que o sistema em que vivemos está errado”, disse Bárbara Santos

    Durante bate-papo, realizado pelo Instagram e site da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, a autora debateu sobre seu livro com a ativista cultural, Adriana Scannavez A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto recebeu, na noite do dia 12 de novembro, Bárbara Santos, atriz e autora da obra “Teatro das Oprimidas: estéticas feministas para poéticas políticas” para um debate sobre seu livro, mediado pela ativista cultural, Adriana Scannavez. A atividade fez parte da agenda semanal do projeto 40tena Cultural e foi transmitido ao vivo pelo Instagram e site da entidade. Bárbara Santos é atriz, dramaturga, performer, diretora teatral, autora de três livros e fundadora da Rede Ma(g)dalena Internacional de Teatro das Oprimidas, formada por grupos de artistas-ativistas da América Latina, África e Europa. A atriz vive em Berlim desde 2009, onde é diretora artística do espaço teatral KURINGA. Durante o encontro, Bárbara Santos explicou que seu livro é destinado para pessoas que desconfiam que o sistema em que vivem está errado: “São pessoas que já se deram conta ou desconfiam que o sistema em que vivemos não é justo. Esse é o livro destinado para as pessoas que estão esperando encontrar alguma esperança”, comentou. Durante a conversa, a ativista cultural, Adriana Scannavez, revelou que durante a leitura do livro, se descobriu feminista e que apesar de ter ações a favor do movimento, nunca teve coragem de se declarar uma feminista. “Aí, eu vou ler esse livro e me deparo com a frase ‘é preciso nomear as coisas’. Foi onde tudo mudou”, declarou. Sobre o desenvolvimento do Teatro das Oprimidas, metodologia teatral de perspectiva feminista, não ter se prorrogado, Bárbara Santos explicou que o motivo principal foi a desconfiança dos maridos das atrizes que não aceitaram as mulheres com tanto destaque, como ocorreu com a companhia. “Estava indo tudo bem. Então ficou para nós o dilema - ficar no teatro ou salvar o casamento. A companhia acabou, mas eu divorciei”, revelou a autora. Questionada sobre o que mudou desde a década de 1990, quando participou do Teatro das Oprimidas, Bárbara mostrou que além das fichas terem caído, os espaços de trocas e discussões sobre o assunto aumentaram. “A companhia, por exemplo, foi a criação de um espaço de troca, para mostrar que você não está sozinha e que as coisas que acontecem não são culpa sua”. O livro fala da superação do patriarcal, que traz uma metodologia específica com questionamentos sobre opressão progressista, racismo, ceticismo, trazendo vivências de realidades próximas das mulheres. O bate-papo também está disponível no Instagram (@fundacaolivrorp) e no site da Fundação, no link acima.

  • “É importante que as crianças tenham contato com a literatura negra", disse Elizandra Souza

    Durante live realizada no dia 23 de novembro na plataforma da Fundação, a jornalista e escritora deixou diversas dicas da literatura infantil A convidada do projeto 40tena Cultural no dia 23 de novembro foi a jornalista e escritora Elizandra Souza que apresentou a atividade “Dicas de leitura para crianças: literatura negra e representatividade”. Durante o bate-papo on-line, realizado no Instagram da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto e no site da instituição, a escritora debateu sobre a importância dos pais incentivarem as crianças a lerem autores e histórias negras de modo que essas identidades sejam construídas positivamente. Durante o encontro, Elizandra Souza reforçou a questão de que os jovens e as crianças são movidos pelo exemplo e, por isso, a importância da figura dos pais incentivar esse tipo de leitura. “Mesmo que a criança ainda não tenha entendimento do assunto, é importante esse estímulo, pois aguça a criatividade e ainda constrói um imaginário delas se projetarem nas histórias. Com a leitura, há uma melhora na escrita e na comunicação, além de estimular as atitudes éticas”, comentou a jornalista. Segundo ela, é importante proporcionar a leitura como se ela fosse uma brincadeira, para que o livro ganhe uma relevância para a criança. “Após a leitura, é importante que os pais estimulem uma pintura, um desenho e uma conversa sobre a história que a criança leu”, explicou. Durante a conversa a autora deixou algumas dicas de leituras. A obra “Vermelho”, escrita por Maria Tereza e ilustrada por Andrés Sandoval, foi uma delas. A outra dica literária foi “Adumbi”, de Mel Adún e ilustrações de Reane Lisboa. “Escolhi essa obra porque apresenta de forma lúdica os nossos orixás”, mostrou. “As férias fantásticas de Lili”, de Lívia Natália, também foi uma dica da autora. Confira a lista com outras dicas da jornalista: - “Amora”, de Emicida - “E foi assim que eu e a escuridão ficamos amigas”, de Emicida - “Ibejis: poesias do meu ventre”, de Thata Alves - “Ulomma. A casa da beleza e outros contos”, de Sunny - “Omo-oba: histórias de princesas”, de Kiusam Oliveira - “Contos de Olófi”, de Teresa Cárdenas Ângulo - “Amanhecer Esmeralda”, de Ferréz - “Menino moleque poeta serelepe”, de Rodrigo Ciríaco O encontro completo está disponível no canal da Fundação no Youtube e para assistir, basta acessar o link a cima.

  • Kimani e Mari Luz participam do “Defenda seu Best”

    A atividade “Defenda seu Best”, quadro fixo da 40tena Cultural, aconteceu no dia 25/11 e teve a participação da poeta Kimani. Nesta edição, o livro defendido foi “Mulheres que amam demais”, de Robin Norwood, e foi mediado pela psicóloga Mari Luz. Durante a atividade, Kimani falou sobre sua vivência como mulher negra e dividiu situações que passou, fazendo relação com algumas partes do livro. “É neste processo que nos identificamos uns com os outros”, disse. Sobre o livro, Kimani mostrou a dificuldade em digerir alguns pontos quando ela se identificou com o enredo. “De modo geral, nós mulheres temos uma tendência a priorizar os relacionamentos e estarmos muito mais disponíveis para as outras pessoas, até mais do que para nós mesmas. É isso que o patriarcado faz conosco”, disse. Para ela, o principal ponto positivo de bate-papos como esse é que as mulheres precisam se identificar e conversar umas com as outras. “É um processo de conscientização”, concluiu. O encontro completo está disponível no canal da Fundação no Youtube e para assistir, basta acessar o vídeo a cima.

  • Bate-papo online lança livro sobre luta antimanicomial e feminismo

    A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto lançou no dia 8 de dezembro o lançamento do livro “Luta antimanicomial e feminismos: formação e militância”, das autoras e organizadoras, Melissa de Oliveira Pereira, Rachel Gouveia Passos, Adelle Nascimento, Ludmila Cerqueira Correia e Olívia Maria de Almeida. O livro ilustra o que se chama de práxis feministas antimanicomial, abordando a reforma Psiquiátrica Brasileira e a emergência de pensar na saúde mental das categorias de gênero, raça e classe. O bate-papo on-line contou ainda com a participação das professoras Melissa e Rachel e teve mediação da advogada, Franciele Balmant, que participou também da organização do projeto e do curso que foi realizado em Ribeirão Preto com o mesmo tema. Segundo Franciele Balmant, o livro ajuda a entender as pessoas que adoecem mentalmente ou as que eram levadas aos manicômios. “Nossa proposta é entender o modelo psiquiátrico que parte de um sistema patriarcal, racista e eugenista nos fazendo compreender que é necessário reconstruirmos essa teoria e prática”, comenta. O bate-papo na íntegra está disponível no canal da Fundação no Youtube.

  • Samara Rosa conta “Unu Nile”

    Sábado, dia 05/12, foi dia de contação de história com a atriz Samara Rosa, que trouxe seu animal preferido – a tartaruga – para o tema central de sua história “Unu Nile”. “Animais e fábulas africanas são coisas que me encantam bastante. Mas escolhi a tartaruga, personagem de uma história nigeriana para envolver o público. Esse animal é um símbolo muito importante para os povos africanos”, disse. Se você perdeu esse encontro, a contação está disponível na íntegra no canal da Fundação no Youtube.

  • Literatura nas escolas foi tema do encontro com a escritora Débora Silva

    A convidada da 40tena Cultural do dia 3 de dezembro foi Débora Silva - escritora, poetisa e idealizadora do coletivo “Sarau das Pretas”, que debateu o impacto da literatura nas escolas. A mediação do encontro foi com Leser, educador social, compositor, grafiteiro, produtor musical e cultural. No bate-papo, a escritora destacou o impacto da propagação dos livros no ambiente escolar e o quanto os alunos tornam-se protagonistas da própria história após a introdução da leitura. “Um ponto que reflito com os estudantes é que a nossa vida é um grande livro e, a cada dia que vivemos, escrevemos um capítulo dessa história”, refletiu. Para a autora, transformar-se em um leitor é um processo e, esse percurso, em alguns casos, pode ser traumático. “Todas as pessoas gostam de ler e, às vezes, apenas elas não encontram o gênero que irá tocá-las”, disse. E fez um comparativo da leitura com o trabalho de uma academia esportiva. “O educador físico nunca deve iniciar o aluno com um peso de 100kg para se exercitar. Também não podemos indicar um Guimarães Rosa para um aluno que nunca leu. Isso vai assustá-lo. Para começar, devemos propor uma leitura mais coloquial, mais próxima e aí esse aluno vai criando uma demanda para leituras mais complexas”, alertou. O bate-papo na íntegra está disponível no canal da Fundação no Youtube.

  • “A crise moral é mais urgente do que a financeira”, disse Michel Laub

    Durante bate-papo realizado nas redes sociais da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão, jornalista discutiu sobre seu livro “Solução de Dois Estados” A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto promoveu no dia 1º de dezembro um bate-papo com o jornalista Michel Laub, autor do livro “Solução de Dois Estados”. O encontro, que faz parte da agenda semanal da 40tena Cultural, foi mediado pelo também jornalista João Carlos Borda. A conversa tratou desse novo romance de Michel Laub, que traz uma abordagem sobre ódio e perdão e os modos como a intimidade das pessoas é definida pela política e pela barbárie dos últimos tempos. Segundo o autor, a produção de “Solução de Dois Estados” levou cerca de três anos - de 2017 a 2020 – e vivenciou momentos marcantes da história brasileira e mundial: as eleições de 2018 e a recente pandemia da Covid-19. Para ele, de todas as crises que vivenciamos ao longo desse tempo, a pior delas, é a crise moral e cultural. “Mesmo que ainda tenhamos uma crise econômica grave, a que sempre considero a pior é a cultural e moral”, disse. O mediador, João Carlos Borda, ressaltou que os acontecimentos registrados na obra por Michel Laub são vistos hoje, como racismo, machismo e violência sexual, além da polarização política acentuada. E citou um verso do livro, em que Raquel (personagem criada por Michel), fala sobre Monteiro Lobato, que criou a personagem do famoso Sítio do Pica-Pau Amarelo, Tia Anastácia, uma mulher negra e escravizada. João Carlos Borda destacou ainda um outro ponto abordado no livro: o bullying, mais especificamente ainda, a gordofobia. “É um assunto difícil para o autor e uma pincelada mais acentuada pode causar um problema muito grande”, disse o jornalista. Diante disso, o autor revelou que a melhor maneira de “se sair bem” é apresentando personagens cativantes e que as pessoas se identifiquem. “A ficção é o espaço que temos para dizer coisas desse tipo, que não entram geralmente nos debates políticos”, relatou Michel. “Solução de Dois Estados” narra a trajetória de uma cineasta alemã na preparação de um documentário sobre a violência brasileira. Os principais entrevistados são dois irmãos: Raquel, artista de 130 quilos, cujo trabalho se baseia em episódios que a levaram a detestar o próprio corpo, e Alexandre, empresário que atua no ramo fitness na periferia de São Paulo. Ambos foram escolhidos por causa da repercussão mundial de uma agressão que Raquel sofreu, no início de 2018, durante um debate sobre arte e política em um hotel da capital paulista. Diante das câmeras, os segredos dessa história íntima que envolve bullying de adolescência, uma disputa por herança e diferentes visões sobre temas como sexo, religião e responsabilidade individual são pontuados por flashes da história recente do país ― com foco no Plano Collor, que iniciou a ruína da família dos protagonistas e nas eleições de 2018 que mobilizaram o ódio de uma sociedade profundamente dividida. “É uma história familiar, mas que de algum modo representa a divisão que acabou tomando conta do país nesses últimos 30 anos”, comentou Laub. O bate-papo na íntegra está disponível no canal da Fundação no Youtube.

  • Pedro Neto e Silvany Euclênio debatem sobre os povos africanos

    Na última sexta-feira de novembro, dia 27/11, mais uma atividade fez parte da agenda da 40tena Cultural. Dessa vez, o diálogo foi sobre os povos tradicionais de matriz africanas trasladados para o Brasil. O tema do debate foi “Conceito é como visgo... (Muniz Sodré) Povos tradicionais de matriz africana" e contou com a participação do cientista social Pedro Neto, que também é produtor cultural e documentarista. A mediação foi feita por Silvany Euclênio, que é historiadora. A atividade foi realizada em parceria com o Centro Cultural Orunmila e também está disponível no canal do YouTube da Fundação.

  • Fundação realiza último encontro de 2020 do Núcleo de Contadores de Histórias

    Atividade aconteceu de forma on-line e contou com a presença de seis contadores de histórias convidados O último encontro de 2020 do Núcleo de Contadores de Histórias, projeto da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto que também faz parte da 40tena Cultural, aconteceu no dia 28/11, às 10h, através da plataforma de reuniões Zoom. O encontro foi especial, pois contou com a presença dos contadores de histórias convidados: Ademir Apparício, Carol Capacle, Claudete Feijó, Michele Maria, Monalisa Machado e Thaís Foresto. O último encontro de 2020 teve uma atividade lúdica corporal, roda de histórias e, para finalizar, uma roda de conversa com a participação dos convidados. O tema do encontro foi “As histórias me fizeram companhia nesses meses de reclusão social e qual a perspectiva as histórias me apontam para o ano que se aproxima”. A atividade está disponível no canal do YouTube da Fundação.

  • Clube do Livro debate “As Brasas”, de Sándor Márai

    No sábado, dia 21 de novembro, aconteceu mais um encontro do Clube do Livro, atividade tradicional da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto. Dessa vez, a obra discutida foi “As brasas”, de um dos maiores escritores de língua húngara: Sándor Márai. O encontro, organizado pela bibliotecária Gabriela Bazan Pedrão, aconteceu pela plataforma Zoom e pelo site oficial da Fundação. O romance em discussão foi selecionado tanto pela curadora Gabriela quanto pelos próprios leitores e participantes do Clube no ano passado. “As Brasas” foi o primeiro livro do escritor Márai lançado no Brasil e conta a história de dois homens que eram amigos de infância e tiveram seu relacionamento interrompido pelo desaparecimento de um deles. Após 41 anos, encontram-se novamente e além de decifrar o mistério desse sumiço, também passam a disputar pelo fantasma de uma mulher, Kriztina: primeiro pela esgrima e depois pelas palavras. O livro foi lançado no país em 1999 pela Companhia das Letras, mas Sándor morreu 10 anos antes. O encontro é aberto à toda população. Confira como foi o debate no link acima.

  • Kiusam de Oliveira participou do Programa Escola na TV

    Em sua segunda edição, a Fundação realizou mais um encontro no Programa Escola na TV: dessa vez, a atividade aconteceu no dia 20 de novembro, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação de Ribeirão Preto. A convidada para a conversa foi a autora Kiusam de Oliveira. Durante o encontro, Kiusam de Oliveira abordou alguns de seus assuntos favoritos como literatura, leitura, mediação de leitura e empoderamento de crianças: focados nos direitos humanos. A atividade mostrou ainda como isso pode ser aplicado às aulas. O objetivo do projeto, iniciado no período de quarentena, é viabilizar a transmissão, em formato audiovisual, de conteúdos educacionais para alunos da rede municipal de ensino, possibilitando que eles tenham acesso às aulas remotas. Para isso, as aulas têm sido transmitidas a partir do estúdio da TV Câmara, canal aberto, ao vivo e com acessibilidade (tradução em Libras). O programa vai ao ar das 8 às 14 horas, de segunda à sexta-feira, com programação atendendo todas as faixas etárias. O encontro está disponível no canal do Youtube da Fundação e no link acima.

  • “Sou uma mulher preta com a consciência da minha pretitude”, expressou Vilma Piedade

    Convidada pela Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, a professora e escritora Vilma Piedade participou de bate-papo online e gratuito sobre o tema “Dororidade, Feminismo e Luta por Direitos”, nesta quarta-feira (18). Um encontro para se discutir o novo conceito de ´Dororidade´, que se refere às dores e lutas de mulheres negras O projeto 40tena Cultural da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto promoveu nesta quarta-feira (18) o bate-papo com a professora e escritora Vilma Piedade, com o tema “Dororidade, Feminismo e Luta por Direitos”. Pós-graduada em Ciência da Literatura pela UFRJ, Piedade é autora do livro “Dororidade”, lançado pela editora Nós, em 2017. A obra introduz um conceito que ela mesma criou e que batizou sua produção literária. Na live, transmitida pelo Instagram (@fundacaolivrorp) e site oficial da instituição, a autora contou que a dororidade caminha ao lado da sororidade, mas trata mais profundamente das dores das mulheres negras e das lutas travadas por elas. O encontro contou com a parceria e colaboração do Centro Cultural Orunmila e com a mediação de Paula Oyarinu, que realiza palestras e compõe o Centro. Piedade iniciou o encontro às 19h saudando sua ancestralidade e contando sobre um dos projetos de que faz parte como economista: o canal Pensar Africanamente, ferramenta de comunicação voltada à promoção da soberania do povo negro e para o enfrentamento ao racismo. Ela revelou que, por ser da área de Letras, sempre trabalhou muito com conceitos – mas todos os teóricos apresentados na Academia sempre eram homens. “Criar conceito também é coisa de mulher”, afirmou a professora. A escritora explicou que o termo “Dororidade” surgiu de uma inquietude sua em relação à Sororidade – que, apesar de importante para mulheres, muitas vezes não trata das lutas singulares das mulheres negras. “Quando crio esse conceito, eu crio para dialogar com Sororidade. Dororidade fala das sombras, das dores, da ausência causada pelo racismo. É claro que a dor não tem cor, mas nós mulheres pretas ainda temos, para além dessa dor causada pelo machismo, aquela causada pelo racismo”. A autora contou que até hoje o Google não reconhece o conceito: é preciso pesquisar a palavra “Dororidade” somada à “Vilma Piedade” para obter resultados. Apesar disso, ela disse que sua obra e conceito têm sido muito bem recebidos pela juventude e principalmente pela área do Direito na Academia. “Os conceitos sempre são circulares e sempre carregam muitos significados que pressupõem crítica, discurso, transformação e movimento. A juventude deu uma definição para Dororidade: ‘empatia entre as mulheres pretas gerada pelas dores em comum’. Sempre vejo pessoas transformando o conceito em arte, mural, e até o usando para falar de questões como transição capilar (ou ‘dororidade capilar’). Isso é muito bom, porque transforma a dor em potência”. Sororidade e Dororidade A escritora explicou que, enquanto Sororidade tem sua origem etimológica em “Soror” (irmã), Dororidade vem do prefixo latino “Dolor” (dor). “Sororidade não me contemplava. Todo conceito é circular, mas ele não basta a si mesmo. A Dororidade contém a Sororidade, mas nem sempre o contrário acontece”, afirmou. Piedade explicou que o termo Sororidade foi cunhado pela primeira vez na década de 1970 por uma líder feminista com a finalidade de obter a união social entre as mulheres, sem haver distinção entre raça, classe e gênero. Mas que outras ondas do feminismo surgiram com força depois e criaram o feminismo negro, que no Brasil passou a ser incorporado em 1980 por Lélia Gonzalez. “É a ela que devemos o enegrecimento do feminismo, foi ela que fez parte da fundação do Movimento Negro Unificado (MNU) e que começa a ver que no movimento negro existia muito machismo”. Piedade contou que Lélia criou o coletivo NZINGA com símbolos ancestrais para representar tanto a luta feminista internacional (com a cor roxa), como o movimento negro (com o amarelo de Oxum). A partir daí, começaram a nascer outros feminismos. “Lélia tinha uma consciência de classe muito grande. Precisamos sempre lembrar: enquanto as mulheres não negras estavam lutando no movimento para trabalhar fora, a gente já trabalhava fora há muito tempo”. Ela ressaltou que as mulheres negras foram cruciais para a construção do Brasil e que, desde os quilombos, estão na luta por direitos e por equidade. “Fomos silenciadas pela história, pelo racismo e machismo, mas nossa luta ainda está viva. Ainda temos os piores indicadores sociais. A escravidão nos deixou marcas profundas como a da exclusão social”. A professora também lembrou que, embora muitos brasileiros não se entendam racistas, os números mostram o contrário. “Nós, pretos e pretas, temos que deixar de ser exceção e passar a ser regra nas estatísticas boas. Sempre ouvimos falar do ‘único ministro negro’, da ‘única vereadora negra’; mas nas estatísticas ruins nós viramos regra”. Piedade lembrou que a própria língua traz consigo o racismo presente na sociedade: quando se busca no dicionário o sinônimo de “preto”, ainda se encontra as definições “escravo liberto”, e relacionado com as palavras “lúgubre” e “infeliz”. Ao passo que, para a palavra “branco”, sempre aparecem definições “maravilhosas”. “Isso é muito sério e é uma herança. O racismo é cotidiano e sistêmico: institucional, linguístico e religioso. Quando crio Dororidade, tento criar novos termos e pressupostos para ver se a gente consegue enfrentar essas violências que produzem o não-lugar, o não-pertencimento, o não-ser-sendo”. Ainda ressaltando a importância de falar sobre racismo e discutir sobre o seu combate, Piedade e Paula lembraram que ele faz mal à saúde, mata, e “somente política pública pode transformar essa dor em potência”, segundo a escritora. “A gente precisa de aliados, de pessoas não negras na luta antirracista. Isso precisa acontecer e está acontecendo (quando alguém oferece sua página nas redes sociais para ocupação de negros, por exemplo)”. A convidada da 40tena cultural afirmou que, talvez não chegue a ver ela mesma uma transformação profunda em sua geração, mas imagina que talvez na da mediadora Paula as coisas sejam diferentes. “Quando se pensa que estamos aqui na Fundação do Livro e Leitura. Quando vemos que temos o canal Pensar Africanamente com tantos conteúdos e várias pessoas maravilhosas como colunistas, é muito bom. Dá um ‘up’. E a gente deve isso tudo à nossa ancestralidade que vem lutando, batalhando por espaço”. Para finalizar a live, as duas cantaram uma pequena cantiga iorubá e Vilma leu um de seus textos recentes intitulado “O Tempo e a Esperança”. A escrita fala sobre o momento de pandemia do novo Coronavírus: da dor sentida pela humanidade e em especial pelas mulheres negras que têm empregos informais, muitos filhos em casa e a tarefa de criá-los no isolamento. Você ainda pode assistir a live que está disponível no nosso canal no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=IJ9-aMg6EqY 40 tena cultural A Fundação do Livro e Leitura de RIbeirão Preto é a principal responsável pela realização da Feira Internacional do Livro, a segunda maior feira a céu aberto do país. Em decorrência da pandemia do coronavírus, as atividades de sua primeira edição Internacional tiveram de ser adiadas para 2021. Com isso, a Fundação tem propiciado diversos encontros em plataformas digitais para que as atividades culturais não deixem de estar presentes, trazendo o projeto chamado “40tena cultural”. O projeto também tem como proposta incentivar as pessoas a ficarem em casa durante o período de isolamento social. Semanalmente, são divulgadas atividades que abrangem desde transmissões ao vivo com artistas e convidados, até contação de histórias para crianças, show, dicas e discussões de livros. O cardápio de eventos é bem diversificado e usa tecnologias diferentes, mas todas com acesso fácil. Para a diretoria da Fundação do Livro e Leitura, em todo este tempo de quarentena, a principal busca tem sido focada na continuidade das atividades promovidas, de maneira a assegurar os valores do DNA da instituição. A 40tena Cultural possibilitou a toda equipe da instituição continuar seu trabalho em home-office, numa operação estruturada dentro dos protocolos da OMS (Organização Mundial de Saúde) e das autoridades brasileiras, em nível federal, estadual e municipal. Como acessar a agenda cultural A 40tena Cultural está sendo divulgada semanalmente nas redes sociais da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto. Para participar, basta acessar os endereços online da instituição: Instagram (@fundacaolivrorp) Facebook (facebook.com/FundacaodoLivroeLeituraRP) Linkedin (fundacaolivrorp), Twitter (@FundacaoLivroRP) Youtube (FeiraDoLivroRibeirao) Site www.fundacaodolivroeleiturarp.com Sobre a Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos. Trata-se de uma evolução da antiga Fundação Feira do Livro, criada em 2004, especialmente para realizar a Feira Nacional do Livro da cidade. Hoje, é considerada a segunda maior feira a céu aberto do país, realizada tradicionalmente no mês de junho. Em 2020, a Feira entraria na 20ª edição e tornaria-se internacional. Por isso recebeu recentemente nova identidade, apresentando-se como FIL (Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto), mas a sua realização foi remarcada para 2021 devido à pandemia de Coronavírus. Com uma trajetória sólida e projeção nacional, e agora internacional, ao longo de seus 20 anos, a entidade ganhou experiência e, atualmente, além da Feira, realiza muitos outros projetos ligados ao universo do livro e da leitura com calendário de atividade durante todo o ano. A Fundação se mantém com o apoio de mantenedores e patrocinadores, com recursos diretos e advindos das leis de incentivo, em especial do Pronac e do ProAc.

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