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  • Mudar as relações para mudar o mundo

    No último evento do ano da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto - realizado em parceria com a Secretaria da Cultura e Turismo, Prefeitura de Ribeirão Preto e a Biblioteca Sinha Junqueira, a psicóloga e ativista social Mafoane Odara falou sobre ações que promovem equidade racial Como cada pessoa pode atuar para contribuir com a construção de um mundo justo, seguro e potente para todos? A questão foi o centro do debate realizado no último sábado (18), no auditório da Biblioteca Sinhá Junqueira, em Ribeirão Preto, com o tema “Quem sou eu na busca pela equidade racial: um convite à ação”. Realizado em parceria com a Secretaria da Cultura e Turismo e Prefeitura de Ribeirão Preto, o evento encerrou a agenda 2021 da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto e contou com a presença da psicóloga, ativista e executiva em Recursos Humanos, Mafoane Odara; além de mediação de Adriana Scannavez, atriz, produtora e ativista cultural. A abordagem de Mafoane para a questão proposta esteve centrada na revolução das relações, movimento que, de acordo com a palestrante, é o berço onde nascem todas as mudanças necessárias não somente em torno da equidade racial, mas para uma nova reordenação de conceitos, posturas, escolhas e ações capazes de inverter a ordem de desigualdades tão em pauta no mundo. “É fundamental que cada um de nós saiba, em primeiro lugar, se reconhecer e não negar quem se é. Somente a partir desse exercício estaremos prontos para atuarmos como construtores de pontes e participar de forma efetiva nas transformações que queremos, precisamos e buscamos no mundo”, enfatizou Mafoane Odara. A psicóloga também falou sobre a importância do diálogo em todas as áreas e em todos os níveis de relacionamentos. “Costumamos relacionar consenso com concordância, mas consenso não é concordar. É estabelecer diálogos, sem achismos individuais”, salientou. Mestre em Psicologia Social pela Universidade de São Paulo (USP) e reconhecida como uma das vozes brasileiras de maior destaque e importância dentro dos debates sobre diversidade, equidade e inclusão, tanto no setor público, como no ambiente corporativo, Mafoane Odara abordou ainda o conceito de ativismo e como isso pode e deve fazer parte das ações humanas diárias, sejam elas pessoais ou coletivas. “Ativismo é colocar esperança nas relações. E essa esperança passa pelo domínio do saber com quem falamos e o quê falamos com quem, e pela clareza dos nossos propósitos. É isso que nos ajudará a saber quais são nossos limites e o que nos é inegociável”, pontua. Atualmente, atuando como líder de Recursos Humanos para a América Latina na Meta, companhia matriz do grupo Facebook, Mafoane Odara também é presidente do Conselho de Diversidade da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), e dos Conselhos Consultivos do Instituto Vamos Juntas e da RenovaBR. Antes, ela foi gerente do Instituto Avon e colunista da revista Marie Claire.

  • Obra de Italo Calvino encerra os encontros do Clube do Livro de 2021

    O Clube do Livro, tradicional programa mensal da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, encerrou a agenda de 2021 no sábado, dia 11/12, com o debate da obra “As cidades invisíveis”, do escritor italiano Italo Calvino (1923-1985). A bibliotecária e coordenadora do Clube do Livro, Gabriela Pedrão, explica que que, por ser uma obra mais enxuta, o livro de Italo Calvino foi escolhido para encerrar a programação de 2021. “Havia um tempo que não liamos autores italianos. Neste ano, já tivemos Elena Ferrante e, agora, Italo Calvino”, comentou. Gabriela explicou que a obra traz reflexões poéticas sobre a experiência humana, usando a cidade como metáfora condutora. “O livro traz discussões sobre a morte, memória, cultura, a passagem do tempo, relações humanas e a experiência urbana de maneira geral. Por isso, é um livro que permanece atual, ainda que seja situado no passado”, disse. Italo Calvino nasceu na cidade de Santiago de Las Vegas, em Cuba, mas mudou-se ainda criança para a Itália. Em meio a tantas obras, o escritor lançou, em 1972, a prosa “As Cidades Invisíveis”. O livro, quase filosófico, conseguiu entrelaçar a ficção e a realidade com precisão ao abordar conversas imaginárias do explorador veneziano Marco Polo com o imperador tártaro Kublai Khan. Com narrativas curtas, como quase pequenas fábulas divididas em 11 blocos, a obra retrata Marco Polo apresentando ao Grande Khan como é cada uma das cidades dominadas pelos tártaros. Para acompanhar o bate-papo completo sobre a obra Italo Calvino, acesse o vídeo acima ou o canal da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto no Youtube.

  • “A ancestralidade é nossa via de identidade”, disse Paulo Ifatide Ifamoroti, durante encontro

    A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto recebeu no dia 23/11 em seus canais – YouTube, Instagram e site – os escritores Paulo Ifatide Ifamoroti, Odete Silva Dias e Maria Helena Ramos que discutiram o “Tempo ancestral – a sabedoria dos nossos mais velhos”. Durante o encontro, os participantes destacaram que a ancestralidade deve ser lembrada, mas jamais esquecida. “Ela é nossa via de identidade histórica. Sem ela, não sabemos quem somos e nunca saberemos o que queremos ser. Esse é o pensamento que me move no mundo”, contou o escritor Paulo Ifatide Ifamoroti, que reforçou a importância de seguir lutando contra o racismo e as diferenças impostas por esse pensamento. “Nós brigávamos por cotas raciais nas universidades, conseguimos, mas o racismo continua. Até pior, porque nossos jovens estão ocupando lugares não determinados pelo racismo”, disse. Outro símbolo de luta, citado pelo escritor, é a aceitação do Black Power em que, segundo ele, os jovens estão começando a voltar a aderir. “Mudou muito a realidade dessa juventude negra, mas o racismo continua igual”, concluiu Paulo. O tempo Sobre o tempo, Paulo Ifatide Ifamoroti disse que o tempo proposto para o Ocidente é o tempo do mercado. “O tempo do capitalismo, então nós temos que tomar o café da manhã às 7h, porque temos que estar no emprego às 8h e às 12h você tem que parar para almoçar. Ninguém avisou meu estômago sobre isso”, brincou Paulo, que está a quase 40 anos sem cumprir esse “horário”. O bate-papo na íntegra está disponível no canal do Youtube da Fundação.

  • Memória foi tema do encontro do Núcleo de Contadores de História

    Quem comandou o Núcleo de Contadores de Histórias do dia 27/11 foi a pedagoga, arte educadora, atriz e contadora de histórias, Gracyela Gitirana, que trouxe o tema “A Memória”. O encontro teve ainda a participação da atriz e contadora de histórias, Paula Yemanjá. Após a apresentação do livro de Daniel Munduruku e Heloisa Prieto, “Vó Coruja”, durante a 20ª Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto (FIL), Gracyela Gitirana resolveu abordar o tema, pois a contadora convidada – Paula Yemanjá – desenvolve um projeto chamado Mnemósine, que valoriza a memória das mulheres. “Em uma dessas histórias do livro há a figura da avó que traz a memória ancestral e as histórias dos povos indígenas”, explicou a contadora, lembrando que a memória ocupa um grande espaço na arte da contação. “São memórias da própria história, que você tem que lembrar, mas também histórias que você vive”, comentou. Foi essa capacidade humana de reter fatos e experiências do passado e transmiti-los de diferentes formas o tema abordado no encontro. O grupo passeou por memórias individuais e afetivas e resgatou feitos de mulheres que permeiam nossa memória coletiva, mas que, durante muito tempo, foram deixadas de lado e quase esquecidas. Gostou da temática? Quer saber mais sobre esse encontro que debateu e compreendeu melhor como podemos manter viva a nossa história e claro, nossa memória? Então confira como foi o encontro do Núcleo dos Contadores de História na íntegra, disponível no canal do Youtube da Fundação.

  • Clube do Livro discute o livro “A Trégua”

    O Clube do Livro, tradicional atividade da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, realizou seu penúltimo encontro do ano no dia 27/11. A obra escolhida para esse mês de novembro foi “A Trégua”, do escritor uruguaio Mario Benedetti. O encontro foi mediado pela bibliotecária Gabriela Pedrão, que também é a coordenadora do grupo. De 1960, “A Trégua” é o mais famoso romance de Mario Benedetti e uma das obras mais importantes da literatura latino-americana contemporânea. Escrito em formato de diário e com fina ironia, o livro conta a história de Martin Santomé, um homem maduro, de muita bondade, meio apagado, mas inteligente. “Os livros latino-americanos sempre trazem uma mensagem e uma história semelhante ao que vivemos no Brasil. Além disso, pelo fato do livro ser escrito em primeira pessoa, acabamos criando um relacionamento mais íntimo com o protagonista da obra e temos a experiência direta do personagem”, explicou Gabriela Pedrão. No próximo encontro, em dezembro, haverá a divulgação da agenda de livros de 2022. Para conferir o encontro do Clube do Livro papo na íntegra, ele está disponível no canal do Youtube da Fundação.

  • “O tempo como um eterno recomeço” encerra a programação com curadoria da Pretoteca Zenaide Zen

    Encerrando a agenda de atividades promovidas pela Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, com a curadoria da Pretoteca Zenaide Zen, a programação trouxe no dia 26/11 a roda de conversa “O tempo como um eterno recomeço”, com a participação da integrante do Resenha Preta – Clube da Leitura, Iuliana Rodrigues; da produtora cultural da BSJ, Carol Gregório, e da representante da Pretoteca Zenaide Zen, Melina Oliveira. Em seguida, a obra de Rodrigo Cândido, “Os 3 Esús e o Tempo”, teve uma interpretação dramática feita pela Cia. Quadro Negro, com as atrizes Lorena Ramos, Precy Anne e Romã Andrade. Para assistir as duas atividades completas, basta acessar o canal da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto no Youtube.

  • “Pra ontem é a urgência do tempo, que evoca um momento ímpar de mudar a nossa realidade”

    A programação cultural da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto apresentou, no dia 25/11, um encontro digital com Camila Oliveira e Marcelo Domingos, integrantes da Pretoteca Zenaide Zen, e Eduardo Donaire, da Biblioteca Zumbi dos Palmares. Com o tema “Pra ontem - um papo sobre autonomia e autogestão”, o bate-papo falou sobre livros, bibliotecas, literatura e arte com base nos princípios de autonomia e autogestão. A programação teve curadoria da Pretoteca Zenaide Zen, uma biblioteca itinerante afrocentrada, mantida por pessoas negras, que surgiu no início de 2021 com a proposta de construir um acervo literário de autores e autoras negras, resgatando a história e humanidade do continente e da diáspora africana. Camila Oliveira, integrante da Pretoteca, destacou que a proposta da programação semanal foi proporcionar diversas linhas de discussões. “Vivemos numa sociedade, fruto da colonização, que historicamente luta contra o tempo, sempre se movendo entre passado e futuro. A temática foi escolhida para refletirmos como esse tempo nos afeta enquanto pessoas pretas, os reflexos na nossa luta e organização de povo, já que a nossa ancestralidade africana ensina que o tempo é nosso aliado”, explica. Para acompanhar a conversa na íntegra, basta acessar o vídeo acima ou entrar no canal no Youtube da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto.

  • Encontro debate a necessidade do ensino da história e cultura africana e indígena no Brasil

    As redes sociais da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto receberam no dia 24/11 uma roda de conversa sobre a Lei Nº 10.639. A ex-coordenadora para implementação da lei em Ribeirão Preto, Rosana Monteiro, e o coordenador do Centro de Referência para a Educação Étnico-Racial, Rafael dos Anjos, foram os participantes deste encontro. Com o tema “É tempo de aprender – o verdadeiro alimento”, os participantes discutiram a necessidade do ensino da história e cultura africana e indígena no Brasil. A lei, sancionada em 2003, ocorre graças aos anos de lutas dos movimentos sociais, em especial do Movimento Negro, e sem dúvida, é uma conquista desses atores sociais. Para acompanhar a conversa, basta acessar o vídeo acima ou entrar no canal no Youtube da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto.

  • Circuito de palestras debate papel dos coletivos e academias na difusão cultural

    A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto promoveu no dia 10/11 o Circuito de Palestras com autores locais. O tema foi “O papel dos coletivos e academias na difusão cultural” e contou com a participação de membros da Academia de Letras e Artes de Ribeirão Preto (Alarp): Gilda Montans, presidente; Eliane Ratier, secretária; Gustavo Molinari, tesoureiro; e Sonia Albuquerque, coordenadora da área de Artes Plásticas. Para a secretária da Alarp e escritora, Eliane Ratier, esse tipo de debate é fundamental pois apresenta a Academia para a população. “É uma maneira de mostrarmos como funciona a nossa instituição, sua estrutura, o que acontece lá dentro, como as pessoas são escolhidas e entram, e as atividades que promovemos”, comentou. Segundo a presidente da instituição, a Alarp vive o momento de planejar várias atividades culturais para Ribeirão Preto. “Não só apoiando, como também estamos procurando ajudar no que for possível com nossa produção e equipe. Espero que em 2022 estejamos em uma situação muito melhor do que em 2021 e 2020, um período que limitou nosso campo de ação à internet, por conta da pandemia”, relatou Gilda Montans. O espaço da Alarp possui um vasto conteúdo cultural de Ribeirão Preto e é destinado à população, como reforçou Eliane Ratier. “A Academia é guardiã da história da arte da cidade. Muitas vezes, valorizamos o que é de fora e não olhamos para dentro. E aqui juntamos os talentos locais, que possuem uma qualidade que não fica devendo para nenhum lugar no mundo”. A secretária ainda destaca que muitos dos integrantes da Alarp acabam produzindo diferentes manifestações culturais simultaneamente. “Temos cantores e escritores; escritores e pintores; cantores e artistas plásticos. Há um intercâmbio e uma convivência entre as artes que estimulam cada um a aflorar a sua criatividade”, contou Eliane. O potencial e o campo de possibilidades geradas pela criatividade dos artistas também foram citados por Gilda. “Temos um diferencial: ser uma Academia Multidisciplinar das Artes, porque é assim que a arte nasce. É só olharmos para a criança – ela faz a arte brincando. Canta, dança, desenha e extrapola sua criatividade”, refletiu a presidente. Para assistir ao encontro na íntegra, basta acessar o vídeo acima.

  • Clube do Livro discute “O Olho Mais Azul”

    O 10º encontro do Clube do Livro deste ano, discutiu no dia 30/10 o livro “O Olho Mais Azul”, Toni Morrison. A obra chama a atenção para dois temas importantes da atualidade: o racismo e a padronização da beleza feminina. Narrado sob o ponto de vista de uma menina negra, Pecola Breedlove, o livro é considerado um dos mais impactantes escritos por Toni Morrison. “É um livro bastante pesado e triste, que desperta, ao mesmo tempo, uma simpatia profunda pela personagem principal, Pecola, e revolta pela opressão que ela (e quase todos os personagens) sofrem”, diz Gabriela Pedrão, mediadora do encontro e curadora do grupo. Sobre essa correlação dos temas do encontro, Gabriela disse que todas as mulheres sofrem com padrões arbitrários de beleza. “Contudo, quando esses padrões interagem com o racismo, os efeitos negativos são muito mais nefastos”, argumenta. A bibliotecária destaca, ainda, que o romance trata dos desdobramentos dessa interação em todos os aspectos das vidas das mulheres negras presentes no enredo. Para Gabriela, o que fica de “O Olho Mais Azul” é uma mensagem importante para o leitor: “o nosso modo de vida está tão impregnado de racismo e desses padrões opressivos de beleza que até as coisas mais banais do dia a dia são contaminadas por eles, afetando as relações sociais e nossa autopercepção das mais diversas maneiras”. A mediadora do grupo conclui que o pior é que “muitas vezes as pessoas não têm consciência do quanto são afetadas e até mesmo reproduzem essas formas de opressão - mas é exatamente isso o que o romance de Morrison vem nos mostrar”. Sinopse do livro Trata-se do primeiro romance de Toni Morrison e conta a história de Pecola Breedlove, uma menina negra que sonha com uma beleza diferente da sua. Negligenciada pelos adultos e maltratada por outras crianças por conta da pele muito escura e do cabelo crespo, ela deseja mais do que tudo ter olhos azuis como os das mulheres brancas ― e sonha com a paz que isso lhe traria. Mas, quando a vida de Pecola começa a desmoronar, ela precisa aprender a encarar seu corpo de outra forma. Uma poderosa reflexão sobre raça, classe social e gênero, “O olho mais azul” é um livro atemporal e necessário. Para assistir ao encontro na íntegra, basta acessar o vídeo acima.

  • Míriam Fontana participa do quadro Dicas de Leiturinhas

    A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto preparou uma agenda diversificada de atividades virtuais, voltada a quem curte cultura sem precisar sair de casa. No dia 27/10 aconteceu a sessão de Dicas de Leiturinhas, com a atriz e contadora de histórias Míriam Fontana. A sessão de dicas de leituras infantis trouxe recomendações de livros que ensinam as crianças sobre a temática da água. Para assistir a sessão Dicas de Leiturinhas na íntegra, basta acessar o vídeo.

  • Núcleo de Contadores de Histórias discute diversidade

    O tradicional encontro do Núcleo de Contadores de Histórias do mês de setembro aconteceu no dia 18/9 e foi coordenado pela atriz, contadora de histórias e musicista, Thais Foresto, também conhecida como Floresthá. O encontro teve ainda a participação de mais sete convidados: ATMA, Dacota Monteiro, Franciellen Francese, Lorena Ramos, Michelle Maria, Noah Almeida e Sheila Ozsvath - todos inspirados no tema “Diversidade”. Thais Foresto, graduada em Artes Cênicas pelo Centro Universitário Barão de Mauá, disse que sempre teve a contação de histórias presente em sua vida. “Já realizávamos espetáculos com narrativas com o contar e a oralidade recorrente no curso. Assim que saí da faculdade, já ingressei na contação de histórias”, lembrou a atriz, revelando que sempre inseriu a reflexão sobre a diversidade em suas apresentações. O encontro celebrou a pluralidade, abordando a comunidade LGBTQIA+, negra, indígena e pessoas com deficiência. “Mesclamos todas essas lutas sociais para proporcionar outras realidades e experiências aos participantes, fazendo com que essas pessoas ocupem mais espaços e tenham abertura para discutirem sobre isso, através de uma linguagem lúdica que é a contação de histórias”, disse Floresthá. Para assistir ao encontro na íntegra, basta acessar o vídeo acima.

  • Núcleo de Contadores de História debate o tema “Transgredir”

    A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto promoveu no dia 23/10 mais um encontro do Núcleo de Contadores de Histórias. Em 2021, o núcleo iniciou uma dinâmica diferente em que cada encontro conta com um coordenador diferente. No mês de outubro, a atriz, palhaça, contadora de histórias e biblioterapeuta, Fernanda Soto, foi quem comandou o evento que trouxe o tema “Transgredir” que, segundo Fernanda Soto, a escolha do tema surgiu do desejo de conversar com as pessoas sobre suas transgressões diante do momento. “Trocamos ideias de como ir além do que já está determinado, do padrão que todo dia nos é imposto. E para nossa graça temos as histórias, os livros, os poemas, a arte que nos provoca, que dá respiro, caminho, catarse, quando abrimos nossos corações para recebê-la”. O encontro contou com a participação das contadoras de história, Ana Paula Carneiro e Gracyela Gitirana. Para assistir ao encontro na íntegra, basta acessar o vídeo acima.

  • Projeto Bond Music é exibido em vários episódios

    Os fãs da saga 007 comemoraram a estreia do novo filme do James Bond, “007: Sem Tempo para Morrer”. E para marcar o lançamento do agente 007, personagem criado nos anos 1950 pelo escritor britânico Ian Fleming e imortalizado no cinema por atores como Sean Connery, Roger Moore, George Lazenby, Timothy Dalton, Pierce Brosnan e Daniel Craig, a Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto exibiu em suas plataformas virtuais os seis episódios da minissérie "Bond Music - Uma Homenagem às Canções da Saga 007", entre os meses de setembro a novembro. O projeto “Bond Music: Uma Homenagem às Canções da Saga 007” é uma criação de André e Marcos de Castro, os Gêmeos do Cinema, que traz um show on-line em seis episódios, com a participação das bandas Kilotones e Chavala, e das solistas Fernanda Marx e Gika Bacci, acompanhadas pela Orquestra Acadêmica Alma. As apresentações, gravadas em fevereiro de 2021, foram dirigidas por André e Marcos de Castro, com produção de Bruna Veiga. Entre cada uma das 24 canções selecionadas para o projeto, os Gêmeos do Cinema contam um pouco da história de toda a saga de 27 filmes (25 oficiais, um não oficial e uma paródia) do agente mais famoso do cinema mundial. Todas as canções são acompanhadas por legendas em português, além de tradução em LIBRAS - a linguagem brasileira dos sinais -, para as músicas e as palestras dos Gêmeos. Contemplado pelo Edital ProAC Expresso Lei Aldir Blanc nº 40/2020: Produção e Realização de Festival de Cultura e Economia Criativa, o projeto tem apoio do site “James Bond Brasil”, referência no assunto, com mais de 20 mil seguidores e informações em primeira mão sobre o universo 007. Todos os episódios do projeto estão disponíveis no canal do YouTube da Fundação.

  • “A Peste’, de Albert Camus, foi tema do Clube do Livro

    O tradicional encontro do Clube do Livro, atividade permanente da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, abordou no dia 25/9, a obra de Albert Camus, “A Peste”. Escrito em 1947, um período pós-guerra, a obra de Camus recebeu atenção recente por conta da pandemia da Covid-19. O livro conta a história da chegada de uma epidemia à cidade argelina de Orã. Sob o olhar do personagem principal, um médico que combate a doença até o fim e após muitas mortes, o narrador descreve como a população vai reagir, caminhando da apatia à ação, e como alguns vão se expor ao risco de contaminação para enfrentar a disseminação da doença. “A obra é um clássico e foi escolhida por tudo que estamos vivendo com a pandemia, tanto na crise política quanto na sanitária. ‘A peste’ foi um livro muito lido e discutido durante os últimos meses na comunidade leitora, disse a a bibliotecária e coordenadora do Clube do Livro, Gabriela Pedrão. Segundo a bibliotecária há, ainda, espaço para outras visões na obra: como os aproveitadores que lucram com o mercado paralelo de produtos e as autoridades, que hesitam em fazer campanhas abordando a doença. “Fizemos uma conexão com a cidade da obra, que enfrenta uma epidemia e todos os seus desdobramentos nos habitantes e na política”. Albert Camus referenciou a ocupação nazista da França para escrever “A Peste”, já que, na época, não havia nenhuma crise sanitária no país. O autor foi vencedor do Prêmio Nobel de literatura em 1957 e já vendeu, até 2020, 24,7 milhões de exemplares, isso sem contar as traduções. “A Peste” é um dos maiores livros a ter uma epidemia como tema central. O encontro do Clube do Livro na íntegra está disponível no canal do Youtube da Fundação.

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