Resultados da Busca
362 resultados encontrados com uma busca vazia
- Sarau dos médicos escritores trouxe novidade neste mês de abril
O mês de abril começou com várias atividades culturais na Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto. O primeiro deles começou com o sarau do Grupo de Médicos Escritores e Amigos Dr. Carlos Roberto Caliento, que aconteceu primeira quarta-feira (5/4) do mês, na sede da entidade. O encontro, coordenado pelo médico e escritor Nelson Jacintho, trouxe uma novidade: um sorteio que selecionou alguns escritores para participarem de uma antologia que será produzida pelo Instituto do Livro de Ribeirão Preto. O livro terá a participação de outras entidades culturais e fará uma homenagem à cidade. “Selecionamos 12 nomes neste encontro que irão trabalhar com o tema ‘Ribeirão Preto’, em uma antologia prevista para ser lançada no mês de maio”, disse Nelson Jacintho. A publicação colabora com a proposta do sarau que é incentivar o surgimento de diversos escritores. “Estimulamos as atividades culturais de Ribeirão Preto. Nossa proposta é também estimular os participantes a aprenderem - muitos têm o dom de escrever, mas não sabem como. Alguns deles não escreviam e hoje contam com dois ou três livros publicados”.
- Livro “Água Nossa de Cada Dia” é lançado no Dia Mundial da Água
Evento de lançamento aconteceu na sede da GS Inima Ambient, em Ribeirão Preto. Publicação traz, além da poesia, 50 imagens de 17 fotógrafos que retratam a conservação da água “O sonho sozinho, é só um sonho. Mas, aquele sonho que se sonha junto, é realidade”. Foi assim que a presidente da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, Dulce Neves, iniciou o lançamento da obra “Água Nossa de Cada Dia”, uma parceria da entidade com a GS Inima Ambient, através do sonho do publicitário Paulo Henrique Oliveira. O evento aconteceu em 22 de março, Dia da Água, na sede da GS Inima Ambient, com abertura musical do grupo “Nós Trio”, formado por três integrantes da Alma - Academia Livre de Música e Artes de Ribeirão Preto: Gladys de Pádua (piano), Igor Pichi (clarinete) e Bruno Mendes (violoncelo). A publicação traz 50 imagens de 17 fotógrafos brasileiros e estrangeiros: Alexandre Marchetti, Alex Pazuello, Amdad Hossain, Cristiano Xavier, Enrico Marone, Érico Hiller, Jae Woon U, Joan Carol, Livia Rebehy, Luciano Candisani, Marcos Amend, Margi Moss, Renato Soares, Ricardo Feres, Sátiro Sodré, Sté Frateschi e Yousuf Tushar. As imagens foram selecionadas por uma curadoria formada por Paulo Henrique Oliveira, Dulce Neves e Adriana Silva, educomunicadora e vice-presidente da Fundação do Livro e Leitura. “Conseguimos colocar em prática, com a ajuda da Fundação, o sonho de uma publicação com poesias e imagens, como forma de conscientização da preservação deste recurso hídrico”, disse Paulo Henrique Oliveira. Os olhares da água Presente no evento, o fotógrafo Alexandre Marchetti trouxe registros da usina hidrelétrica de Itaipu, na região de Foz do Iguaçu. Segundo ele, em seus 32 anos de carreira, 16 foram registrando a usina e suas regiões. “Itaipu é sempre um case de sucesso nos eventos ambientais em que o Brasil participa. Se um dia ela parar de funcionar, as pessoas que bebem das águas que banham a usina, vão continuar ingerindo uma água limpa, pelo trabalho consciente que ela faz”, lembrou o fotógrafo. Enrico Marone também esteve presente na manhã de lançamento e, no livro, suas fotos retratam a atividade do ser humano em comunhão com o oceano. “Minha participação traz esse olhar: do oceano - tão importante para o nosso planeta, inclusive, com a produção de oxigênio dos fitoplânctons - cerca de 10% do oxigênio vem de lá”, lembrou o fotógrafo. O verbo da água “A ideia deste livro é proporcionar um despertar em nossos filhos, alunos e toda a sociedade a importância de conservação do planeta, sobretudo a água”, disse Dulce Neves. Todo o conteúdo do “Água Nossa de Cada Dia” foi escrito pela jornalista Adriana Silva. “Foi um desafio por conta da própria autoridade das fotos. Por si só, as imagens já carregam muitas mensagens. O exercício foi pensar o não pensado e tentar entender o que os fotógrafos estavam pensando. Foi muito divertido”, revelou. O livro pode ser acessado neste endereço para download.
- Clube de Leitura Resenha Preta recebeu Cidinha da Silva
Uma das novidades que a Fundação do Livro e Leitura trouxe neste ano é a parceria com o Clube Literário Resenha Preta. Juntos, realizarão um encontro por mês, na Biblioteca das Artes Lucília de Almeida Prado, que fica na sede da Fundação. O primeiro encontro dessa parceria, que foi a inauguração do Projeto Bibliotecas das Artes, aconteceu no dia 18/3 (sábado) e contou com a presença da escritora Cidinha da Silva, abordando o tema “Os sonhos das crianças pretas”. O encontrou debateu também a recente obra da autora, “O mar de Manu”. Cerca de 15 pessoas participaram do encontro. Cidinha da Silva é escritora e editora na Kuanza Produções. Publicou 19 livros, “Um Exu em Nova York” (Prêmio Biblioteca Nacional, 2019) e “Os nove pentes d’África” (PNLD Literário 2020) são duas de suas obras de destaque. A autora possui publicações em alemão, catalão, espanhol, francês, inglês e italiano. A mediação do encontro foi feita pela professora Virgínea Araújo, e da analista de sistemas, maquiadora e idealizadora do projeto, Iuliana Rodrigues. O Clube Literário Resenha Preta tem um formato inovador: está centrado em um tema específico a partir da obra de autores pretos, que estarão presentes para ampliar o debate e criar interação com o público. A proposta é traçar, junto ao autor e o leitor, reflexões abrangentes, além de expandir o universo da leitura dos participantes, com sugestões de outras obras. As questões raciais e a literatura contemporânea afro-brasileira serão norteadoras dos encontros. Todas as atividades terão curadoria do Clube Literário Resenha Preta e mediação de professores e especialistas em literatura ou do universo da cultura negra que fazem parte do clube. As obras discutidas e sugestões farão parte do acervo da biblioteca da Fundação do Livro e Leitura e estarão disponíveis para empréstimo antes de cada encontro. O Clube de Leitura O Clube de Leitura Resenha Preta surgiu a partir de um blog que incentiva a literatura e escrita negra entre os jovens, adultos e crianças, criado em 2019 por Iuliana Rodrigues. Analista desenvolvedora de sistemas há 10 anos, Iuiana é também empreendedora com duas marcas de cosméticos, atuando na autoestima da mulher negra, além de ser ativista de dois coletivos Negros - o Abayomi e União das Pretas, ambos em Ribeirão Preto. "Nosso principal objetivo com o Resenha Preta é atuar na reparação histórica da população negra através da promoção da cultura literária, formação política e do combate ao racismo com o fortalecimento do papel fundamental que na promoção da igualdade racial", explica. O Clube Literário Resenha Preta faz parte das ações do projeto Biblioteca das Artes, da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, por meio do Edital PROAC Nº 27/2022 - Literatura / Implantação, Reforma, Ampliação ou Modernização de Biblioteca. O projeto contempla, entre outras ações, melhorias da biblioteca através da parceria com o Clube Literário Resenha Preta. O próximo encontro será no dia 15 de abril (sábado), às 10 horas, e discutirá o tema “Orixás no terreiro sagrado do samba”. Neste encontro, a escritora Claudia Alexandre estará presente. O encontro é aberto e gratuito.
- Cine Fórum exibe “O céu que nos protege”
No final de semana mais importante do cinema mundial - quando foi realizada a 95 edição do Oscar, principal prêmio da sétima arte - a sede Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto realizou mais um encontro do Cine Fórum, no dia 11 de março. Dessa vez, os Gêmeos do Cinema, André e Marcos de Castro, promoveram um bate-papo sobre o longa do diretor Bernardo Bertolucci, “O céu que nos protege”, de 1990. O filme, baseado no livro de mesmo nome do escritor Paul Bowles, conta a história de um casal de estadunidenses, Kit (Debra Winger) e Port Moresby (John Malkovich). Os dois resolvem viajar para a África para uma nova experiência, reconstruindo o amor e preenchendo suas vidas vazias. “Este foi o primeiro filme de arte que o Cine Fórum exibiu. Nossa proposta foi debater a importância de entender o sentimento por trás da obra”, comentou Marcos de Castro. Diversas outras obras de Bernardo Bertolucci poderiam ter sido escolhidas para esse encontro, dada a qualidade do diretor de conduzir suas histórias, como “O Último Tango em Paris”, “Os Sonhadores” e “Beleza Roubada”. “Porém, como sempre optamos por filmes que não fazem parte do conhecimento do grande público, escolhemos “O céu que nos protege” por realmente ser o nosso preferido. É um filme que muda a história a todo o momento, mas sem sair do lugar. E isso é muito interessante”, explicou André de Castro. O próximo encontro do Cine Fórum será realizado no dia 1º de abril, às 18h, com o filme “As Horas”, de 2002, dirigido por Stephen Daldry e recheado de grandes nomes do cinema, como Meryl Streep, Nicole Kidman e Ed Harris.
- Clube do Livro discute obra de Alejandro Zambra
Os participantes do Clube do Livro se reuniram mais uma vez, de forma on-line, no dia 25/2, para discutirem a obra “Formas de voltar para casa”, do poeta chileno Alejandro Zambra. Publicada em 2011, o livro narra as memórias de um homem que teve a infância vivida durante a ditadura de Augusto Pinochet (1973 a 1990), no Chile. O autor, Alejandro Zambra conheceu bem essa realidade, já que nasceu em 1975, em Santiago, capital chilena. Zambra é também autor de “Bonsai” e de “A vida privada das árvores”, e dos romances “Meus documentos” e “Múltipla escolha”. Seus livros já foram traduzidos para mais de dez idiomas e receberam diversos prêmios internacionais, com contos veiculados em publicações como The New Yorker, a The Paris Review e a McSweeney’s, entre outras. O encontro do Clube do Livro de fevereiro pode ser assistido na íntegra através do link: https://www.youtube.com/watch?v=4yuliU1G8Fo.
- Sarau dos Médicos abre agenda de março da Fundação do Livro e Leitura
O Sarau do Grupo de Médicos Escritores e Amigos Dr. Carlos Roberto Caliento, liderado pelo médico e escritor Nelson Jacintho, recebeu poetas, músicos, escritores e não-escritores em mais um encontro que aconteceu na primeira quarta-feira do mês de março (1/3). Durante o encontro, Nelson Jacintho reforçou que o Sarau já foi responsável pelo surgimento de novos artistas em Ribeirão Preto, auxiliando no desenvolvimento de suas obras. “Algumas pessoas que não escreviam, passaram a escrever e publicar livros, graças ao nosso grupo”, destacou. A atividade é gratuita e aberta ao público, sempre realizada na primeira quarta-feira do mês. O próximo encontro já tem data marcada: acontece no dia 5 de abril, às 20h, na sede da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto (Rua Professor Mariano Siqueira, 81, Jardim América).
- Cine Fórum exibe “A noiva estava de preto”
A segunda sessão do ano do Cine Fórum aconteceu no dia 11 de fevereiro (sábado), na sede da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto. Nesta edição, os Gêmeos do Cinema, Marcos e André de Castro, escolheram o filme “A noiva estava de preto”, de 1968, dirigido pelo cineasta francês, François Truffaut. O longa é uma homenagem de François Truffaut ao diretor inglês Alfred Hitchcock, o mestre do suspense. O filme conta a história de Julie Kohler, que tem seu marido assassinado em seus braços, nos degraus da igreja, logo após o seu casamento. A partir desse ponto ela sai em busca dos responsáveis, encontrando os cinco culpados e começando um jogo de sedução e perseguição para se vingar. O filme é baseado no livro de mesmo nome, do escritor estadunidense Cornell Woolrich, publicado em 1940, e foi indicado ao Prêmio Globo de Ouro como melhor filme estrangeiro e ao Prêmio Edgar como melhor roteiro. Cada um pode ser um crítico de cinema Crítica de cinema é algo plural e diversificado, em que cada pessoa pode ter uma opinião sobre determinado filme. É com essa ideia que o projeto Cine Fórum oferece a oportunidade de assistir aos clássicos do cinema, com direito a um debate e várias discussões. “Todo filme é um grande entretenimento. Mas, certas obras quando acabam, é impossível ficar sem expor a visão de cada um sobre o filme. É isso que proporcionamos: transformar todos em críticos de cinema. Queremos ouvir opiniões e sensações que o filme transmite”, alerta Marcos de Castro.
- Sarau do Grupo de Médicos Escritores é realizado na sede da Fundação
A primeira atividade cultural da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto do mês de fevereiro aconteceu no dia 01/02, na sede da entidade, com o Sarau do Grupo de Médicos Escritores e Amigos Dr. Carlos Roberto Caliento. O grupo recebeu escritores, músicos, poetas e não-artistas também que puderam apresentar trechos de obras próprias. “Nosso encontro é aberto para a população em geral. Queremos estimular, cada vez mais, o surgimento de escritores em Ribeirão Preto e região”, comentou Nelson Jacintho, médico e escritor que organiza o encontro. Ele lembrou ainda que muitos escritores da cidade surgiram nas rodas do sarau dos médicos. “Algumas pessoas que não escreviam, passaram a escrever e hoje publicam livros, graças ao nosso grupo”, destaca. Com 10 anos de atividades, o grupo está presente no calendário mensal da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto. Um motivo de orgulho para o escritor: “somos o único grupo presente no calendário literário da cidade”, disse Nelson Jacintho.
- Clube do Livro inicia agenda de 2023 com debate sobre a obra “Gilead”
O tradicional encontro mensal de leitura da Fundação do Livro e Leitura - o Clube do Livro -, coordenado pela bibliotecária Gabriela Pedrão, já está com a lista completa dos livros que serão discutidos durante o ano de 2023. Neste mês de janeiro, o encontro aconteceu no sábado (21), de forma on-line, e debateu o livro “Gilead”, segundo romance de uma das mais brilhantes autoras americanas contemporâneas, Marilynne Robinson. O livro é aclamado pela crítica e pelo público, vencendo o Pulitzer de 2005. “Optamos pela escolha dessa obra em janeiro por ter uma mensagem mais positiva. É interessante começarmos o ano com uma leitura mais leve”, destacou Gabriela Pedrão. Gilead é o segundo romance de Marilynne Robinson e é uma declaração de amor incondicional à vida, mesmo assombrada por Deus e um lamento por sua brevidade. O livro tem em suas páginas a dimensão de obra que atingiu a maturidade plena e que conduz o leitor à sua própria plenitude. Os integrantes do grupo de leitura também já escolheram os próximos livros que compõem a agenda do ano. “Em novembro todos os integrantes fazem sugestões, selecionamos 12, de onde fazemos o calendário. Entramos no nosso sétimo ano de Clube do Livro e ainda não repetimos nenhum autor ou autora”, destaca a bibliotecária. Confira a lista do Clube do Livro para 2023: 21 de janeiro: “Gilead”, de Marilynne Robinson 25 de fevereiro: “Formas de voltar para casa”, de Alejandro Zambra 25 de março: “As alegrias da maternidade”, de Buchi Emecheta 29 de abril: “O falecido Mattia Pascal”, de Luigi Pirandello 27 de maio: “A porta”, de Magda Szabó 24 de junho: “A vida invisível de Eurídice Gusmão”, de Martha Batalha 29 de julho: “A ilha do dia anterior”, de Umberto Eco 19 de agosto (presencial na FIL) e 26 de agosto (virtual): “Tudo é rio”, de Carla Madeira 23 de setembro: “O quarto de Giovanni”, de James Baldwin 21 de outubro: “O verão em que mamãe teve olhos verdes”, de Tatiana Tibuleac 18 de novembro: “Afirma Pereira”, de Antonio Tabucchi 09 de dezembro: “Botchan”, de Natsume Soseki
- Cine Fórum abre a temporada de atividades culturais de 2023
A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto inicia a programação cultural gratuita do ano de 2023 com a primeira edição do Cine Fórum de 2023 que aconteceu no dia 14 de janeiro, com a exibição e debate do filme de ficção científica “Blade Runner – O Caçador de Androides”, de 1982, do diretor Ridley Scott. O longa é baseado no livro “Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?”, do autor Philip K. Dick, e se passa no Século 21 – com as projeções do século 20 – e retrata humanoides, conhecidos como replicantes, que foram criados para serem usados como escravos em colônias fora da Terra, até o início de um motim. “Esse é o maior filme de ficção científica da história do cinema. Exibimos um filme sem cortes e com o final alternativo”, disse um dos Gêmeos do Cinema, Marcos de Castro, que é coordenador do grupo, junto com seu irmão, André de Castro. “Blade Runner é um filme investigativo, um filme 95% de diálogo e 5% de ação. A proposta foi fazer um debate sobre vida após a morte, crenças religiosas, mas com uma beleza visual sublime”, destacou André de Castro. “Por ele ser uma grande riqueza visual e comunicativa, foi uma boa escolha para começar o ano de 2023 do Cine Fórum”, reforçou o irmão Marcos. A agenda do Cine Fórum já está programada para os meses de fevereiro (11/02) com a exibição de “A noiva estava de preto”, de François Truffaut, e em março (11/03), com a exibição de “O céu que nos protege”, de Bernardo Bertolucci.
- Equipe da Fundação do Livro e Leitura participa de entrega de Prêmio de Cultura do Governo de SP
Uma noite para celebrar grandes nomes do cenário da cultura do Estado de São Paulo. Assim foi o evento “Premiações da Cultura de São Paulo – 2021/2022”, realizado no dia 14 de dezembro, no Teatro Sérgio Cardoso, pelo Governo do Estado de São Paulo. Estiveram presentes representantes da equipe da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, realizadora da FIL – Feira Internacional do Livro - selecionada na categoria “Mostras, Festivais, Mercados e Eventos Culturais”, na pessoa de Dulce Neves, presidente da entidade. “Desta vez não levamos o prêmio, mas ficamos muito felizes por termos dividido espaço com nomes de tanto peso no cenário cultural, que estavam presentes nesta noite de celebração da arte, da cultura e da economia criativa do Estado de São Paulo. O prêmio referenciou diversas personalidades e grandes projetos do setor cultural. A todos os vencedores, nossos parabéns e admiração”, disse Dulce Neves sobre a indicação inédita ao prêmio. “A premiação reuniu nomes responsáveis pela gestão da cultura no Estado e que contribuem imensamente no dia a dia para o crescimento do setor. Foi muito gratificante estar presente e ver tanta gente reunida em prol da cultura. É muito significativo para mensurarmos os resultados do nosso trabalho”, complementa Adriana Silva, vice-presidente da Fundação do Livro e Leitura e curadora da FIL, que também esteve presente. Entre os vencedores, estavam Jader Rosa, pelos estudos e pesquisas do Itaú Cultura; o maestro João Carlos Martins, pelos 60 anos de seu primeiro concerto no Carnegie Hall; o escritor indígena Daniel Munduruku premiado por seu trabalho no Instituto Uka/Casa dos Saberes Ancestrais; a cantora Anelis Assumpção, por criar o Museu Itamar Assumpção; o ex-governador João Doria, pelo restauro e ampliação do Museu do Ipiranga e do Jardim Francês; Zita Carvalhosa, pela realização do Festival Internacional de Curtas de São Paulo; Paulo Tatit; Sandra Peres, pelas atividades realizadas pelo grupo musical infantil Palavra Cantada, entre outros. Na cerimônia, também foram entregues as medalhas Mário de Andrade, Tarsila do Amaral e do Mérito Museológico Waldisa Rússio Camargo Guarnieri para personalidades como o ator Odilon Wagner, o arquiteto Ricardo Ohtake, a deputada estadual Erica Malunguinho. Durante a cerimônia, o Secretário de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, Sérgio Sá Leitão, destacou o valor dos projetos reconhecidos e a importância do trabalho em conjunto do setor em prol da cultura. “Juntos, provamos que o aporte público para a arte não é gasto. É investimento com alto potencial de retorno. Vocês são fundamentais. Juntos, mostramos que a arte é essencial. Estamos homenageando hoje àqueles que fazem e movimentam a arte, a cultura e a economia criativa em São Paulo”, disse. A premiação O Prêmio Governo do Estado de São Paulo para as Artes 2022 foi criado em 1950 pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e, nessa edição, premiou representantes do setor que se destacaram ao longo de 2021, escolhidos pelo governador Rodrigo Garcia (PSDB) a partir de uma lista elaborada pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do estado. Os ganhadores de cada uma das 15 categorias receberam um troféu e R$ 30 mil. Houve também homenagens ao produtor cultural, Sérgio Ajzenberg; ao ex-diretor do Museu Afro-Brasil, Emanoel Araújo; ao jornalista, Jorge da Cunha Lima, que faleceram em 2022; além do arquiteto, Ruy Ohtake, no fim de 2021.
- Cine Fórum encerra agenda do ano e retorna em janeiro com o filme Blade Runner
O ano de 2022 trouxe uma programação fixa para os amantes do cinema em Ribeirão Preto: em fevereiro, o Cine Fórum anunciou a agenda de atividades, após oito anos de espera. Para essa retomada, o projeto teve um novo local: a sede da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto. Durante o ano, os participantes do Cine Fórum debateram sobre diversos estilos cinematográficos, como terror, comédia, ficção e drama. Entre eles, “A Procura do Mr. Goodbar”, “O Beco das Ilusões Perdidas”, “Eles Atiram em Cavalos, Não Atiram?”, “Terror em Amityville”, “Christine”, “O Fio da Navalha”, “Solaris”, “Um Dia de Cão” e “Certas Mulheres”. Mais de 170 pessoas participaram dos encontros. Ao todo foram assistidos nove filmes, seguidos por debates. Na avaliação dos idealizadores do projeto, Marcos e André de Castro – os Gêmeos do Cinema – o Cine Fórum de 2022 teve um excelente resultado, com lotação do público em todas as sessões. “Os debates foram sempre bons, com um público aberto para novas conversas”, comenta Marcos de Castro, destacando a aceitação dos participantes com relação aos filmes exibidos. Agenda do próximo ano Para, 2023, os organizadores do Cine Fórum esperam realizar novos encontros durante todo o ano. “Estamos com a programação fechada até março, porém queremos trazer assuntos importantes e filmes que precisam ser vistos e que não são os mais famosos e mais encontrados por aí”, reforça Marcos. Até março, o Cine Fórum vai receber o tão aclamado “Blade Runner”; filmes do diretor italiano Bernardo Bertolucci e do francês François Truffaut. Último encontro A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto recebeu o último encontro de 2022 no último sábado (3/12). A atividade debateu a obra “Certas Mulheres”, de 2016, que tem a direção da Kelly Reichardt e participação de atrizes premiadas, como Laura Dern (Laura Wells), Kristen Stewart (Beth Travis) e Michelle Williams (Gina Lewis). Segundo Marcos de Castro, a escolha do filme para encerrar o ano não foi por acaso. O trabalho de Kelly Reichardt foi aclamado em três dos principais festivais de cinema: de San Andrés, Toronto e Nova Iorque. “Como a produção não faz parte de um grande estúdio, as pessoas não conseguem encontrá-la nos streamings. Por isso, o momento foi perfeito para exibir ‘Certas Mulheres’ e encerrar a programação de 2022 do Cine Fórum”, conclui Marcos.
- Livro resgata a história por trás dos cafezais paulistas
Para além de variações de grãos, tipo de solo e temperatura da região de plantio e modos de preparo, a produção cafeeira na região de Ribeirão Preto foi testemunha de mudanças e transformações sociais, que alinhavam a história cultural de cidades formadas a partir dos seus carreadores. E, as novas realidades nascidas e fortalecidas pelos ventos que assopraram para fora das lavouras de café e circundavam a cidade são a base da pesquisa realizada pela jornalista Adriana Silva e pelas professoras Lilian Rosa e Sandra Molina na produção do livro “Sem pedir licença: a modernidade invade os cafezais paulistas”, lançado na 21ª FIL, no dia 26 de agosto. Durante oito meses, as autoras realizaram um extenso trabalho de pesquisa, leitura e entrevistas para contextualizar em artigos temáticos as mudanças e transformações sociais que a modernidade impôs a um sistema que vivia em torno da produção cafeeira, com todos os seus desdobramentos de relações entre as pessoas. “Modernidade é um processo que chega e se instala sem pedir bênção, com reflexos que se espalham e se apoderam das novas formas de configuração econômica, social e cultural da população”, explica Lilian Rosa. O trabalho, localizado entre a virada do século 19 até as décadas de 1950 e 60, oferece uma leitura envolvente sobre aspectos históricos que pontuam a vida contemporânea em Ribeirão Preto e municípios vizinhos, identificados no mapa como fortes produtores de café no Estado de São Paulo. “Conforme a modernidade se impõe, tudo vai se misturando, tanto no conceito, como na prática: gastronomia, arquitetura, religiosidade, produção artística, festas populares. Além de novas configurações sociais, essa mistura dá conta do que somos hoje. E muita gente não sabe e não conhece isso”, destaca Sandra Molina. O livro faz o leitor perceber que, tão importante e vital como era o movimento das peneiras altas para limpar os grãos de café e preservar sua qualidade, o conhecer, saber, compreender e ter orgulho de onde se vem é fundamental para o processo de cuidado e preservação histórico-cultural. “Em Ribeirão Preto e região, temos valores e uma história que nenhum outro grupo tem. Isso é especial e ter essa consciência gera o cuidado para que estátuas não sejam depredadas, casas não sejam destruídas e tesouros como a arte de Benedito Calixto na Catedral sejam preservadas, assim como as festas e a religiosidade dos pretos. É uma cidadania que se constrói com amor no processo de educação e que traz empoderamento ao ribeirão-pretano. Essa é a ideia e a intenção do livro: que os leitores tenham orgulho de onde vieram e de sua história, e cuidem dela com amor”, arrematou a professora Sandra. A obra conta também com pesquisa de Helena de Oliveira Rosa; prefácio da jornalista Dulce Neves; revisão de Viviane Gomes Drigo Alves; projeto gráfico de Rita Corrêa e impressão de São Francisco Gráfica e Editora. Esta edição conta com o patrocínio da Usina Alta Mogiana e integra o Projeto Plano Anual 2020: Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, Código 29106, do ProAC ICMS – Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa. Todos os direitos desta edição estão protegidos pela Lei 9.610/1998 e reservados à Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto. O livro está disponível em versão PDF no link e também foi distribuído em escolas da região e instituições educativas. Realização Ministério do Turismo, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, Usina Alta Mogiana, GS Inima Ambient e Fundação do Livro e Leitura apresentam a 21ª Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto (FIL). Patrocínio Diamante: Usina Alta Mogiana e GS Inima Ambient. Patrocínio Ouro: GasBrasiliano e Savegnago. Patrocínio Prata Passalacqua, Premier Pet, Pedra Agroindustrial, Ribeirãoshopping, Riberfoods, Usina Vertente,Tereos e Vittia. Patrocínio Bronze: Supermercados Gricki, MazaTarraf, Tracan, Santa Helena. Patrocínio: Madeiranit, Usina São Martinho, Tarraf. Instituição Cultural: SESC. Parceria Cultural: Fundação Dom Pedro II – Theatro Pedro II, Alma – Academia Livre de Música e Artes, Biblioteca Sinhá Junqueira, Centro Cultural Palace, Instituto do Livro, CUFA, A Fábrica, IPCCIC – Instituto Paulista de Cidades Criativas e Identidades Culturais, Teatro Municipal de Ribeirão Preto, AbaCare, Associação de Surdos, CAEERP, FADA, Fundação Panda, Ribdown, SOMAR. Apoio: ACIRP, Base Química , Cenourão, Combustran, DTEK, Durati Distribuidora, Lopes Material Rodante,Molyplast, Mialich supermercados, Santa Emília, Transmogiana,Tonin, Vantage – Geo Agro, ViaBrasil, Coderp, Transerp, Guarda Civil Municipal, Polícia Militar, Secretaria de Cultura e Turismo, Secretaria de Educação, Secretaria do Meio Ambiente, Secretaria de Infraestrutura. Apoio Cultural: Convention Bureau, Colégio Marista, Diretoria de Ensino – Região de Ribeirão Preto, ETEC – José Martimiano da Silva, Educandário, SESI, Barão de Mauá, Centro Universitário Moura Lacerda, Unaerp, NW3, Grupo Utam, Monreale Hotéis, Painew, Verbo Nostro Comunicação Planejada e Instituto Unimed. Sobre a Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto A 21ª edição da Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto (FIL), aconteceu de 20 a 28 de agosto, com a proposta de reflexão sobre o tema “Do Caburaí ao Chuí: a força da Literatura Brasileira”, proposição que embasou todas as mais de 200 atividades e debates do evento. Salões de ideias, conferências, palestras, mesas-redondas, oficinas, shows, espetáculos infantis, performances, contações de histórias, saraus e projetos educacionais, entre outras atividades – todas gratuitas.
- Livro coletivo traz biografias de personagens dos séculos XIX e XX
O melhor discurso é o bom exemplo. Essa foi a principal frase usada pela jornalista Adriana Silva para ilustrar ao público presente no auditório da Biblioteca Sinhá Junqueira, a importância histórica, social, cultural e econômica do livro “Histórias de Vida: homens e mulheres que marcaram seu tempo (1850 - 1929)”, lançado durante a Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto, no dia 26 de agosto. Reunindo 17 biografias escritas por 13 autores, a produção autoral coletiva reflete um período histórico de 80 anos, entre 1850, quando nasceu Francisco Schmidt, até 1929, ano de nascimento de Saulo Ramos, dois dos biografados. A proposta das 298 páginas é homenagear pessoas que, de alguma forma, contribuíram com o desenvolvimento industrial e humano em Ribeirão Preto e na região, inclusive com reflexos nacionais e internacionais, como é o caso de Alberto Santos Dumont. “Num primeiro momento, registrar trajetórias de pessoas importantes para uma localidade é uma homenagem porque faz o reconhecimento. Mas também é didático pela difusão de exemplos”, comenta a jornalista e educomunicadora, Adriana Silva, organizadora do livro. Plural, a publicação selecionou homens e mulheres de diferentes áreas, da política às artes plásticas, do universo jurídico à aviação, da vida eclesiástica ao jornalismo, do desenvolvimento econômico à cidadania, em meio a um Brasil em plena transformação. “Todos os biografados tinham muitas histórias e foi um grande desafio condensar tantas informações em artigos de tamanho limitado”, lembra Adriana Silva. O empresário Luiz Octavio Junqueira Figueiredo destacou em seu prefácio na obra que, além de todas as motivações, escrever um livro com biografias de homens e mulheres que transformaram suas vidas é um comprometimento com a história. “Localizar, no tempo, personagens reais, que interagiram de forma contundente para mudar percursos ou enfatizar rotas importantes, é uma forma de avaliar historicamente os muitos períodos, sejam organizados por décadas, ou séculos”, destacou. A historiadora e professora Sandra Molina pesquisou e escreveu sobre Theolina Zemila de Andrade Junqueira, a Sinhá Junqueira, que dá nome à antiga biblioteca Altino Arantes, mesma casa onde ela viveu. Para a autora, falar de uma mulher foi o que mais a emocionou, junto com as descobertas que fez sobre sua biografia. “O foco foi a mulher Theolina e não a Sinhá das benevolências. Uma mulher que, mesmo pertencendo à elite, passou por diferentes dificuldades, porque era alguém que tinha dinheiro, mas não tinha poder. Ela não teve acesso à educação, casou com um primo de maneira arranjada pela família e não teve filhos, o que era muito mal visto à época. E essa mulher conseguiu se empoderar, soube ler o mundo onde estava, identificar o lugar dela naquela cena e criar a personagem da Sinhá, por meio da qual lançou as bases de ações de cidadania em diferentes áreas”, comenta Sandra Molina. Para a historiadora, o livro traz o diferencial de levantar informações que ficam na academia e aproximá-las da população com uma linguagem mais suave. O lançamento ter sido feito na Biblioteca Sinhá Junqueira foi, para Molina, um presente à parte. “Muito especial entregar este trabalho na casa da Theolina, onde ela cuidava de toda a estrutura da rotina para que o marido pudesse cuidar das terras. Emocionante”, disse a professora. As curiosidades também pontuam os textos como, por exemplo, o fato de Amador Aguiar, fundador do banco Bradesco, ter dormido em bancos da praça XV de Novembro, exatamente em frente a uma das atuais agências da rede. Para compor uma obra com demanda tão extensa, a equipe de autores foi grande. Além de Adriana Silva e Sandra Molina, assinam os artigos: Amanda Colnaghi Nassorri, Helena de Oliveira Rosa, Luciana Barizon Luchesi, Luciana Squarizi, Nainôra Barbosa de Freitas, Leila Heck, José Manuel Lourenço, Lilian de Oliveira Rosa, Mônica Oliveira, Renata Sunega e Robson Mendonça Pereira. “Esse é um livro para pessoas interessadas em saber mais sobre outras pessoas”, resumiu Adriana Silva, comemorando o rápido retorno recebido de uma professora leitora que vai levar o livro para a sala de aula. “Esse é objetivo: disseminar as histórias desses homens e mulheres ícones em seus tempos”. A primeira edição de “Histórias de Vida: homens e mulheres que marcaram seu tempo (1850-1929)” conta com patrocínio da Usina Alta Mogiana e integra o Plano Anual da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto (Pronac 193500), da Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal. Estão biografados Francisco Schmidt, Dom Alberto José Gonçalves, Coronel Quinzinho da Cunha, Washington Luís, Alberto Santos Dumont, Theolina Zemila de Andrade Junqueira (Sinhá Junqueira), Antônio Diederichsen, João Alves Meira júnior, Cândido Portinari, Amador Aguiar, Antônio Machado Sant’Anna, Zeferino Vaz, Nelson Rockefeller, professora Glete de Alcântara, capitã Altamira Pereira Valadares, Maurílio Biagi e Saulo Ramos. A produção contou com o projeto gráfico desenvolvido pela designer Rita Corrêa, revisão de Eva Barbosa e impressão de São Francisco Gráfica e Editora. Todos os direitos desta edição estão protegidos pela Lei 9.610/1998 e reservados à Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto. O livro não pode ser comercializado, mas após o lançamento na FIL, está disponível em versão PDF no site www.fundacaodolivroeleiturarp.com/. A obra também está sendo distribuída em escolas da região e instituições educativas. Realização Ministério do Turismo, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, Usina Alta Mogiana, GS Inima Ambient e Fundação do Livro e Leitura apresentam a 21ª Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto (FIL). Patrocínio Diamante: Usina Alta Mogiana e GS Inima Ambient. Patrocínio Ouro: GasBrasiliano e Savegnago. Patrocínio Prata Passalacqua, Premier Pet, Pedra Agroindustrial, Ribeirãoshopping, Riberfoods, Usina Vertente,Tereos e Vittia. Patrocínio Bronze: Supermercados Gricki, MazaTarraf, Tracan, Santa Helena. Patrocínio: Madeiranit, Usina São Martinho, Tarraf. Instituição Cultural: SESC. Parceria Cultural: Fundação Dom Pedro II – Theatro Pedro II, Alma – Academia Livre de Música e Artes, Biblioteca Sinhá Junqueira, Centro Cultural Palace, Instituto do Livro, CUFA, A Fábrica, IPCCIC – Instituto Paulista de Cidades Criativas e Identidades Culturais, Teatro Municipal de Ribeirão Preto, AbaCare, Associação de Surdos, CAEERP, FADA, Fundação Panda, Ribdown, SOMAR. Apoio: ACIRP, Base Química , Cenourão, Combustran, DTEK, Durati Distribuidora, Lopes Material Rodante,Molyplast, Mialich supermercados, Santa Emília, Transmogiana,Tonin, Vantage – Geo Agro, ViaBrasil, Coderp, Transerp, Guarda Civil Municipal, Polícia Militar, Secretaria de Cultura e Turismo, Secretaria de Educação, Secretaria do Meio Ambiente, Secretaria de Infraestrutura. Apoio Cultural: Convention Bureau, Colégio Marista, Diretoria de Ensino – Região de Ribeirão Preto, ETEC – José Martimiano da Silva, Educandário, SESI, Barão de Mauá, Centro Universitário Moura Lacerda, Unaerp, NW3, Grupo Utam, Monreale Hotéis, Painew, Verbo Nostro Comunicação Planejada e Instituto Unimed. Sobre a Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto A 21ª edição da Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto (FIL), aconteceu de 20 a 28 de agosto, com a proposta de reflexão sobre o tema “Do Caburaí ao Chuí: a força da Literatura Brasileira”, proposição que embasou todas as mais de 200 atividades e debates do evento. Salões de ideias, conferências, palestras, mesas-redondas, oficinas, shows, espetáculos infantis, performances, contações de histórias, saraus e projetos educacionais, entre outras atividades – todas gratuitas.
- Autores locais são destaque na 21ª Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto
No Salão de Ideias do último dia da FIL, o jornalista e escritor João Augusto falou sobre “A beleza e a vida por trás das palavras” A participação dos autores locais em todas as edições da Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto sempre foi constante e primordial. “São figuras essenciais na FIL”, disse a curadora Adriana Silva. No domingo, 28/8, o jornalista e poeta João Augusto, autor local homenageado nesta 21ª edição da FIL, conversou com o público, em Salão de Ideias no período da tarde, sobre a força e a importância das palavras. “Não há nada que tenha sido criado pelo ser humano que não passa pela palavra”, disse o escritor, contando que companhia é sua palavra preferida. João Augusto também abordou questões como as diversas crenças que condicionam o entendimento da vida e a força da palavra como influência, interferência, ampliação e limite. “Junto com a poesia, a palavra nos faz pensar e sentir diferente. Com quais palavras costumamos conviver e passar o dia? Quais palavras oferecemos às pessoas que cruzam nosso caminho ao longo do dia?”, questionou, incentivando reflexões. Com cinco livros publicados, todos de poesia, João Augusto começou a escrever pela inadaptação ao que se chama de realidade. Sua escrita inicial não era com tinta e papel, mas com brinquedos que ele inventava na infância, para enganar a repetição dos dias. Além de jornalista e poeta, João Augusto cursa faculdade de Ciência Política. Mais talentos locais O Salão Mármore do Centro Cultural Palace, tradicional espaço dos autores locais para a venda e exposição dos livros e também ponto de encontro dos escritores da região durante a FIL, atraiu nesta 21ª edição 170 escritores. Durante os 9 dias de feira, foram 18 lançamentos e 40 sessões de autógrafos. Para o escritor Mauricio Affonso, psicanalista e escritor, através da FIL foi possível o lançamento de seu primeiro livro: “O Prefeito Perfeito”, resultado de sua trajetória profissional - ficção de um grupo de pessoas idealistas que combatem a corrupção em uma cidade, criando um novo candidato, com um ideal diferente. “Aqui é o espaço que precisamos. Como começaram os autores consagrados? Certamente, foi com o apoio de eventos como este. A Feira do Livro está fazendo um papel fantástico. Se não fosse este espaço seria muito difícil para que pudéssemos divulgar nosso trabalho”. O publicitário e escritor Luís Claudio de Souza Pereira trouxe também para o espaço seu primeiro livro: “América Latina 2051”. O livro conta a história de Aisha, uma afrodescendente, professora universitária de História latino-americana e de Kauê, um indígena da Amazônia, expert em inteligência de dados. Para o autor, estar no espaço e poder vender seus primeiros livros foi muito gratificante. “Estamos em um espaço privilegiado que promoveu e deu mais visibilidade aos escritores independentes. Este é o meu primeiro ano de forma presencial e estou muito satisfeito com a vendas”, declarou. Maris Ester de Souza, presidente da Casa do Poeta e do Escritor de Ribeirão Preto, disse que esta edição da FIL foi uma efervescência cultural. “Estamos muito felizes e com um maior número de escritores do que em edições passadas”. “Quando vi a placa anunciando a FIL, na entrada da Praça XV de Novembro, chorei de emoção. Todo mundo estava com saudade da Feira do Livro presencial. Foi tudo maravilhoso desde a participação dos autores, do público até a quantidade de contações de história para as crianças”, lembrou Helena Agostinho, Presidente da UEI - União dos Escritores Independentes Presidente. “A Feira do Livro este ano foi maravilhosa, ultrapassando todas as nossas expectativas. Aumentamos a rota de participação dos autores, atingindo agora 34 cidades da região metropolitana de Ribeirão Preto”, alertou o médico e escritor Nelson Jacintho, que é coordenador do estande dos autores locais durante a FIL. Sobre a Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto A 21ª edição da Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto aconteceu de 20 a 28 de agosto de 2022 e trouxe como proposta de reflexão o tema “Do Caburaí ao Chuí: a força da Literatura Brasileira”. A proposição embasou todas as atividades e debates do evento. A feira consagrou-se como um dos maiores eventos culturais do país: 21 anos de história e 20 edições realizadas. Em 2020, a feira tornou-se internacional e em 2021 realizou sua 20ª edição, pela primeira vez, no formato on-line, devido à pandemia do Coronavírus. Realização: Ministério do Turismo, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, Usina Alta Mogiana, GS Inima Ambient e Fundação do Livro e Leitura apresentam a 21ª Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto (FIL). Patrocínio Diamante: Usina Alta Mogiana e GS Inima Ambient. Patrocínio Ouro: GasBrasiliano e Savegnago. Patrocínio Prata: Passalacqua, Premier Pet, Pedra Agroindustrial, Ribeirãoshopping e Riberfoods, Usina Vertente,Tereos e Vittia. Patrocínio Bronze: Supermercados Gricki, MazaTarraf, Tracan, Santa Helena. Patrocínio: Madeiranit, Usina São Martinho, Tarraf. Instituição Cultural: SESC. Parceria Cultural: Fundação Dom Pedro II – Theatro Pedro II, Alma – Academia Livre de Música e Artes, Biblioteca Sinhá Junqueira, Centro Cultural Palace, Instituto do Livro, CUFA, A Fábrica, IPCCIC – Instituto Paulista de Cidades Criativas e Identidades Culturais, Teatro Municipal de Ribeirão Preto, AbaCare, Associação de Surdos, CAEERP, FADA, Fundação Panda, Ribdown, SOMAR. Apoio: ACIRP, Base Química , Cenourão, Combustran, DTEK, Durati Distribuidora, Lopes Material Rodante,Molyplast, Mialich supermercados, Santa Emília, Transmogiana,Tonin, Vantage – Geo Agro, ViaBrasil, Coderp, Transerp, Guarda Civil Municipal, Polícia Militar, Secretaria de Cultura e Turismo, Secretaria de Educação, Secretaria do Meio Ambiente, Secretaria de Infraestrutura. Apoio Cultural: Convention Bureau, Colégio Marista, Diretoria de Ensino – Região de Ribeirão Preto, ETEC – José Martimiano da Silva, Educandário, SESI, Barão de Mauá, Centro Universitário Moura Lacerda, Unaerp, NW3, Grupo Utam, Monreale Hotéis, Painew, Verbo Nostro Comunicação Planejada e Instituto Unimed.

















